
Eu sempre amei o mês de junho. O misto de frio, festa junina e meu aniversário faz essa canceriana aqui muito feliz. E nesse ano o mês foi agitado, mas tão cheio de amigos e amor que eu não podia deixar de registrar por aqui. Em breve venho contar um pouquinho sobre uma aventura que […]
Um dos posts mais acessados aqui do blog é esse de blogs femininos para conhecer, que saiu originalmente lá em 2016, quando o Bloginspira (um grupo que era muito amor ♥) completou 1.000 inscritos.

Sempre pensei que precisava atualizar ele, já que a maioria dos blogs que listei inicialmente nem existe mais. Hoje, finalmente, resolvi fazer isso.
Nessa lista, o único critério é ser um blog que eu acompanho e amo e ser escrito por mulheres. A maioria deles não fala sobre um assunto em específico, mas são blogs pessoais com assuntos bem diversos.
Um pouquinho dos blogs que acompanho atualmente e amo:
Na Nossa Vida é o blog da Isa Ribeiro, uma pessoa que me traz muita paz. No blog, ela fala sobre a vida dela com o Fábio, seu marido, a Lucy e o Ringo, os doguinhos mais fofos do mundo, e agora também sobre maternidade e sobre o Levi, filhinho dela que nasceu esse ano.

Ela compartilha coisas sobre um estilo de vida mais leve e com mais propósito, algumas reflexões, receitinhas vegetarianas e muito mais. Ela também tem um canal no YouTube que amo assistir.
O que dizer sobre o Nýr Dagur? Gosto tanto do blog da Taís que ele já virou até livrinho em uma matéria minha na faculdade! Hahahahh

No blog, ela conta principalmente sobre suas viagens e sobre a vida na Irlanda. A Taís é uma fotógrafa incrível, e os relatos de viagem dela me dão a sensação de que eu tô passeando com ela pelos lugares que ela conhece.
O Pequeno Lírio é o blog da Claudia, que eu nem conheço há taaanto tempo assim (levando em conta que estou no mundo dos blogs há 10 anos), mas que já me sinto super intima hahahah…

Ela descreve o blog como o diário de uma introvertida, e só por aí já me identifico muito. Ela posta sobre várias coisas também: fotos (que são muito maravilhosas e passam uma vibe muito aconchegante), reflexões, filmes e séries… é bem um diário mesmo e faz eu me sentir muito acolhida.
Acompanho a Erika, do Coruja Geek, há MUUUUITO tempo, desde quando o nome do blog dela nem era esse.

No blog, ela fala sobre muita coisa: filmes, séries, organização e produtividade, viagens… é aquele tipo de blog bem pessoal e diverso, do jeito que adoro.
Também acompanho a Clara há muuuuito tempo, desde quando ela tinha um blog chamado Leuxclair. O Clara Rocha é o novo projeto dela, mais focado em consultoria de estilo, moda sustentável, estilo e coisas assim.

A Clara tem um estilo incrível e mesmo eu, que nunca fui muito fã dos blogs de moda, adorava quando ela falava sobre no blog antigo dela… Agora estou empolgadíssima conferindo tudo que já tem no blog novo!
A Ka já teve o Coffe, Rock and Beer, que depois virou Coffe and Flowers (se não me engano), ficou um tempinho longe dos blogs e agora voltou com o Kaffeina. Segundo ela, é um blog sobre cotidiano, vícios & coisas bonitas, e não pude encontrar descrição melhor.

É mais uma das pessoas que eu já sinto que são amigas, de tanto tempo que acompanho e de tanto carinho que sinto por ela. No blog tem posts sobre séries e filmes, sobre bullet journal, sobre a vida mesmo e muita foto de gato.
Conheci o Sweet Luly há muito tempo também, enquanto procurava outras blogueiras aqui de BH, e acompanho desde então.

A Luly fala sobre muita coisa: livros, filmes, séries, Harry Potter (que coloquei separado de livros e filmes prq ela é muito fã, hahhaah)… mas o que acho mais legal é quando ela fala sobre arte e cultura, mostra exposições em museus que ela foi e coisas assim.
Ela também tem um canal, chamado Vênus em Arte, no qual ela fala sobre as mulheres da história da arte 😍
Vestidinho Jeans é o blog da Renata. Ela fala um pouco sobre jornalismo, sobre livros, compartilhou o intercâmbio dela por lá… é mais um blog bem pessoal e com muita coisa legal.

Minha parte favorita é quando ela indica filmes e séries… ela tem me ~influenciado digitalmente~ a assistir muita coisa ultimamente.
O Poético Diário é o blog da Lary, e ela fala sobre fotografia, sobre o cotidiano, posta algumas reflexões… tem muita coisa inspiradora por lá.

As fotos da Lary são lindas, e amo a edição dela que, pra mim, tem carinha daqueles fins de tarde meio preguiçosos, que a gente só fica observando o mundo mudar de cor, sabe?
Apenas Leite e Pimenta é o blog da Leslie Leite, e um dos que conheço há menos tempo dessa lista.

Tem de tudo por lá também: moda, beleza, maquiagem, cuidados capilares… mas também séries, filmes, livros e comportamento/cotidiano.
Ok, vou roubar um pouquinho aqui pra fazer uma auto-divulgação, ok? Hahahahh

Se você caiu de paraquedas nesse post e ainda não conhece meu cantinho, deixa eu te apresentar: eu sou a Laura e, desde 2011, escrevo aqui no A Menina da Janela sobre tudo que faz parte da minha vida.
Falo sobre filmes, livros e séries, sobre fotografia, sobre viagens e sobre o meu cotidiano, sobre bullet journal e organização, sobre criatividade, sobre feminismo, coletor menstrual, posto receitas e coisas que me inspiram… enfim, muita coisa mesmo!
Eu sempre estou atrás de novos blogs e gente nova pra conhecer. Por isso, que tal deixar aqui nos comentários o link do seu blog ou daquele blog que você adora acompanhar?
Se lá em 2015, quando eu escrevi o primeiro #TakingStock, alguém me contasse que 5 anos e meio depois, em 2020, eu estaria mantendo a tradição de postá-lo de 6 em 6 meses, eu não sei se acreditaria.
Se me contassem que a edição #11 do projeto ia sair em meio à uma pandemia mundial, que eu estaria sem sair na rua há mais de 100 dias… eu com certeza acharia que essa pessoa estava lendo distopias futuristas demais.

Mas, é a realidade, né? No meio desse caos do mundo, o blog voltou a ocupar um espaço maior na minha vida (coisa que me deixa infinitamente feliz, porque eu sentia MUITA falta de me dedicar mais por aqui!) e, alguns dias depois de completar meus 22 aninhos, tô aqui respondendo ao Taking Stock pela 11ª vez! !
Pra quem é novo por aqui, eu explico rapidinho: de 6 em 6 meses, perto do meu aniversário e do Natal, eu venho aqui contar um pouco do que tenho lido, assistido, vestido… basicamente um “balanço” de como anda minha vida mesmo. Vamos começar?
#Ouvindo: estar em casa mudou um pouco a forma que ouço música. Como não passo mais 4 horas por dia no ônibus, tenho ouvido praticamente só enquanto trabalho.
Nas minhas playlists atuais tem bastante Ina Forsman, uma cantora de blues finlandesa que descobri por aí, e Angus & Julia Stone ❤️
#Lendo: Para Todos Os Garotos que Já Amei. Comprei o box todo em promoção porque achei os filmes bem gostosinhos e deu vontade de ler. Também finalizei essa semana A Garota Que Eu Quero, que li todo no app do Kindle pro celular.
#Agradecendo: por tanta coisa que nem sei. Nesse momento louco, saber que as pessoas que eu amo estão seguras em casa já é um motivo gigante pra agradecer… mesmo enquanto morro de saudades de abraçar todas elas.
Tem também o agradecimento por trabalhar em um lugar incrível e que se preocupa com quem trabalha lá e dá todo o suporte possível pra que a gente fique seguro e confortável ❤️
#Pinning: se você chegou até aqui, provavelmente já reparou que o blog tá de layout novo, né? Essa lindezinha foi feita pela Jess, da QRNO, e eu tô amando cada detalhe! Com todo o processo de deixar o layout do jeitinho que eu queria, pinei muitas inspirações pro layout nos últimos tempos.
#Pensando: nossa senhora, essa parte aqui é melhor até ignorar hahah… em como a gente veio parar aqui, em quando tudo isso vai acabar, em como vai ser a vida depois… em muita coisa.
O engraçado é que no TS#10 eu respondi com um “em como esse ano começou louco”… mal sabia eu, tadinha hahahah
#Assistindo: como sempre, um milhão de coisas. Agora assinei o Amazon Prime, então tô explorando bastante os filmes e revendo How I Met Your Mother – além de procurando indicações de séries boas que tem lá!
Também continuo Mad Men com o João e tô vendo Modern Family no Netflix. Assisti muita coisa nova esses meses – tô pensando em um formato legal pra trazer algumas indicações pra cá ❤️
#Necessitando: arrumar meu quarto, organizar minhas coisas da faculdade e tentar entender como vai ser quando as aulas voltarem (remotamente) em agosto.
#Planejando: redecorar meu quarto, já que não tem muita opção de coisas pra fazer hahahah… Faz tempos que quero isso, mas sempre adio, então tô começando aos pouquinhos o processo.
#Estudando: aquarela, arte digital, edição de fotografia… um tanto de coisas que eu resolvi aproveitar o tempo livre pra focar.
#Desejando: aqui eu vou roubar a resposta perfeita da Kah: um impeachment e uma vacina. Não tem nem o que comentar: só quero que essa loucura acabe logo e a gente tenha um diazinho de paz.
#Amando: ter voltado a interagir mais com a blogsfera, retomar o contato com vocês aqui e com várias blogueiras incríveis que eu não acompanhava a tempos.
#Vestindo: bom, 100 dias em casa e um inverno congelante, né? Muita meia, calça de moletom, camisa larga de dormir, blusas de frio… Até gosto de todo esse conforto, mas tô morrendo de saudade de colocar minhas roupas de sair, meus cachecóis e minhas botas.
#Comendo: essa tá difícil hahahah… não tem nada muito marcante, a gente tem tentado variar o cardápio aqui pra não enjoar. Mas tem duas coisas legais que aprendi a fazer durante essa quarentena: macarrão com molho branco e bolo de cenoura ❤️

#Sentindo: ansiedade, medo, impaciência, ódio desse governo e desse povo que não respeita a saúde e a vida dos outros… nu, muita coisa.
#Desfrutando: das coisas que tem pra fazer. Das séries e dos filmes debaixo das cobertas quentinhas, das conversas por WhatsApp com os amigos, do material de aquarela que comprei e estou aprendendo a usar… De forma geral, do tempo livre que tem sobrado sem as muitas horas de ônibus e a faculdade.
Bom, é isso! A vida por aqui tem sido ver series, cozinhar, fazer arte e ler blogs enquanto tento manter a sanidade mental, hahaha… e vocês, como estão? Tá todo mundo bem?
Ainda volto em breve pra contar mais sobre esse layout novo e voltar com o ritmo normal das postagens…. Enquanto isso, que tal me indicar alguma série disponível no Amazon Prime ou Netflix aqui nos comentários?
Acho que nunca é demais lembra que, para começar um bullet journal, tudo o que você precisa é de uma caneta e um caderno. Nada muito específico: pode ser aquela Bic tradicional e um caderno de R$5,00 do supermercado mesmo.
Já se você quer se aventurar no mundo das páginas decoradas, lettering e bullet journals bonitinhos e coloridos, com certeza já se questionou sobre as melhores canetas para usar em seu caderninho.

Por isso, vim falar hoje das minhas canetas preferidas pra bullet journal — as que uso pra escrever, para desenhar e para lettering.
Começando pelas que uso para escrever:



Nas canetas para lettering, eu nunca testei as mais comuns, que costumam ser bem caras por aqui. Por isso, acabei testando algumas mais baratinhas péssimas, mas encontrei algumas muito boas nisso:
Bom, essa é minha lista! Mas sempre estou testando canetas novas e procurando outras opções. Por isso, me contem: quais são as suas canetas favoritas?
Aah, lembrei de contar: nos próximos dias o blog provavelmente vai ficar fora do ar / em manutenção. Não se preocupem, em breve voltará tudo ao normal e com uma novidade bem empolgante <3
Eu adoro filmes. Adoro passar horas deitada no sofá com uma bacia de pipoca assistindo um atrás do outro, sair com amigos pro cinema ou até mesmo ir sozinha, que se tornou um dos meus programas “pra relaxar” favoritos.
Eu gosto de muitos tipo de filme: dos mais ~cult~ que aqui em BH só passam no Cine Belas Artes até os de super herói (assisto todos no cinema) passando por ação, comédia, aventura… só os filmes de suspense/terror não me descem, porque sou medrosa.
Mas se tem um tipo de filme que posso considerar como meu favorito, são as comédias românticas. Aquelas bem clichês e água com açúcar mesmo, que deixam a gente com coração quentinho depois que acabam. Eu admito: adoro e assisto cada uma milhares de vezes.
É essa lista que eu trouxe hoje: meus ~comfort movies~ , que assisto de novo mil vezes só pra me perder nas histórias. Preparados pra uma lista recheada de clichês? Vem comigo!
Como já comentei, adoro filmes clichês e românticos mesmo, então não esperem grandes surpresas e reviravoltas nos filmes dessa lista.
Ok, meu favorito nem é TÃO clichê assim. O filme Chocolate conta a história de uma mulher que se muda com a filha pra uma cidade pequena e super conservadora.

Por ser uma mãe solteira, se vestir de forma diferente e por decidir abrir uma chocolateria durante a quaresma, ela acaba sendo muito julgada na cidade, o que acaba interferindo também na vida da sua filha.
Pra mim, o filme é lindo por falar sobre ancestralidade, revolução, mudanças e por ter uma vibe cigana que eu AMO. Tem uma cena na igreja no final que é uma das falar mais bonitas que já vi, sobre acolhimento e aceitação.
Tem outros filmes com esse nome, mas pra não confundir, esse é com a Juliette Binoche, Judi Dench e Johnny Depp.
Esse é clássico, né? É um filme que eu acho que todo mundo já assistiu, hahahah…

Eu amo Cartas Para Julieta pelo clima do filme, que acho intenso mas ao mesmo tempo leve. As paisagens Italianas também tem uma grande influencia, porque Ô LUGAR MARAVILHOSO, né?
Pra quem não é desse mundo não assistiu ainda: o filme conta a história de Sophie, que viaja para Verona com seu noivo e acaba encontrando uma carta muito antiga na parede da Casa de Julieta. Ela se une a um grupo de voluntárias e resolve responder essa carta, e assim começa uma aventura.
Casa Comigo (ou, em inglês, Leap Year) é um dos meus favoritos também, que acho que todo mundo deveria ver simplesmente porque é gostosinho.
O filme conta a história de uma mulher, Anna, que resolve ir pra Irlanda pedir seu namorado em casamento depois de se frustrar por ele não fazer o pedido. O plano é fazer o pedido no dia 29 de fevereiro, de acordo com uma tradição Irlandesa.

No meio do caminho muita coisa dá errado, uma tempestade impede que ela chegue na cidade que o seu namorado está e ela precisa arranjar um jeito de atravessar a Irlanda a tempo.
Adoro as paisagens desse filme também, os personagens são todos muito bons e com personalidades muito fortes, e acho o Declan, um Irlandês que ajuda ela nessa jornada, um charme só.
Sem reservas conta a história de uma chefe de cozinha super bem sucedida e metódica que, de repente, fica responsável pela sobrinha pequena com quem mal tinha contato.

Ela precisa adaptar sua vida pra aprender a lidar com a menina e construir uma relação com ela. Ao mesmo tempo, um novo sub-chef é contratado no restaurante que ela trabalha, e ela precisa aprender a lidar com ele também.
Eu nem tenho muito o que dizer sobre o filme: é clichê, é fofinho, termina com aquela sensação gostosa… pra mim, é perfeito.
Drew Barrymore já é um ponto a favor do filme pra mim. Ela faz o papel de uma mulher que vai regar as plantas de um ex-astro de pop dos anos 80, mas acaba ajudando ele na composição de uma música.

O filme é bem bobinho e ótimo pra rir. Adoro a personalidade dos personagens e a forma como tudo vai acontecendo.
Mais um romance que envolve música, Begin Again (ou Mesmo Se Nada Der Certo) mostra a história de uma cantora de barzinhos que é descoberta por um produtor musical quase falido. Eles começam então a gravar um álbum pelas ruas da cidade, incorporando os sons e movimentos… acho a vibe muito boa ♥

A fotografia do filme tem uma carinha bem aconchegante, a trilha sonora é delicinha e os figurinos da Keira Knightley são simplesmente maravilhosos.
Ah, na época que assisti fiz até um post sobre Mesmo Se Nada Der Certo.
Ok, com essa lista eu percebi que amo romances que envolvam música e comida.

Uma Noite de Amor e Música (ou, em inglês, Nick and Norah’s Infinite Playlist) é um resquício do meu vício pelo Michael Cera, hahahah… O filme acompanha dois grupos de amigos que estão tentando descobrir onde uma banda vai tocar, e acabam se encontrando no meio do caminho e o romance começa aí.
E aí, vocês conhecem e gostam dos filmes da minha lista?
E me deixem indicações dos seus filmes favoritos por aqui também! Como disse, tirando terror, pode ser de qualquer tipo!
01- Daquela que eu passei por Poços, São Paulo e Cabo Frio com a tia Fê e com a Duda. Mergulhei pela primeira vez e descobri que amo estar em um barco ♥

02- Daquela que passei 18 dias à base de sorvete e açaí porque não conseguia comer mais nada de tanto calor. Conheci uma cidade maravilhosa ao lado da mulher mais incrível do mundo ♥

03- Daquela que eu quase morri de ansiedade antes, mas depois fiz cupcake e nadei com meus primos e irmãos e cantamos Faroeste Caboclo pelas ruas com meu pai no meio da noite ♥

04- De quando me apaixonei pelo Nordeste e pelos passeios de noite na praia e pelo forró no barco ♥

05- Daquele bata-volta insano pra ver um show incrível com o Cacá. Ainda não acredito que vi os Rolling Stones tão de pertinho ♥

06- Daquela que foi minha primeira noite em uma barraca, mas não durou muito porque no dia seguinte ela alagou, a gente encontrou o colchão flutuando lá dentro e se refugiou dentro de casa nas próximas noites ♥

07- Aquela que teve quase 1 mês na praia acordando cedinho por causa do calor na barraca e das mil crianças brincando lá fora. O pôr-do-Sol mais bonito que já vi, e o céu na praia de noite eu não tenho nem palavras pra descrever ♥

08- Daquela que o carro estragou no caminho, voltamos no táxi do seguro e quando estávamos quase chegando em BH… bateram nele também. Tirando o desespero da hora, foi um momento delícia e apresentei pra ele uma das minhas cidades preferidas e vivemos momentos maravilhosos! ♥

09- Daquela em que eu desloquei o joelho, quebrei o pé, e consegui lidar com isso tudo sozinha. Me fez sentir que eu consigo lidar com o que vier ♥

10- E mais um joelho deslocado pra conta, mas em uma cidadezinha incrível com uma família que eu amo muito ♥

Agora, me conta aqui nos comentários: quais são as suas melhores memórias de viagem?
Semana passada, a Re, do Vestidinho Jeans, fez um post incrível sobre higiene menstrual, e comentou sobre o documentário Absorvendo o Tabu.
Isso me fez lembrar que quando assisti esse doc eu também fiquei mega impactada e escrevi sobre ele, mas por algum motivo (imagino que a correria), não trouxe pra cá.

Eu sempre falei muito sobre menstruação por aqui – a maioria das vezes, em posts sobre o coletor menstrual. Pensando nisso, achei válido recuperar o texto sobre o documentário e trazer pra cá mesmo com mais de um ano de atraso ♥
“Não acredito que um filme sobre menstruação acabou de ganhar um Oscar”, foi o que a diretora Rayka Zehtabchi disse ao receber o prêmio ao lado de outras mulheres envolvidas na produção do documentário Absorvendo o Tabu.
Essa fala foi suficiente pra chamar minha atenção e, poucos dias depois, fui assistir o documentário (que está disponível na Netflix). E, sinceramente, eu acredito que todo mundo devia fazer o mesmo. Ele mostra uma cidade rural da Índia e é super rapidinho — só 26 minutos — mas muito impactante e importante.
Logo no começo, já temos um choque de realidade: a princípio, são mostradas crianças com vergonha de falar sobre menstruação e, depois, vemos que isso não se limita às crianças. Mulheres mais velhas também não conseguem falar sobre o assunto.
Muita gente aqui no Brasil é criada sem falar sobre isso, mas acho até difícil comparar a situação. No documentário, várias mulheres dizem não saber o que é a menstruação, e respondem coisas como “É o sangue ruim que sai da gente“, “Só Deus sabe o motivo“.
Quando a pergunta é feita aos homens, a falta de informação fica ainda maior: vários deles nunca ouviram falar, outro diz que “é uma doença que atinge principalmente as mulheres“.
A menstruação é um tabu tão grande que as mulheres parecem travar, ficam sem graça, abaixam o olhar ao falar sobre. Elas são consideradas sujas e não podem nem mesmo entrar nos templos durante o período menstrual.
Mas não é só da religião que as mulheres são afastadas ao menstruar.
Em seguida, as mulheres começam a relatar sobre como abandonaram a escola depois de começar a menstruar, porque grande maioria das mulheres lá não tem acesso aos absorventes.
Pra gente é algo tão comum, que chega a ser difícil imaginar o motivo de uma menina menstruada não poder ir à aula, né? Mas sem os absorventes (que a maioria nem sabe o que é ou como usar, por ser algo muito caro e inacessível) elas relatam dificuldades para “trocar de roupa” ou “ficar molhada” – o que foi muito chocante pra mim.
E, depois disso, entendi o trocadilho com o nome do documentário em inglês: Period. End Of Sentende, que pode ser traduzido como “Ponto final. Fim da frase.”, ou, no caso, “Menstruação. Fim da frase.”.
As mulheres são afastadas da escola por não terem como lidar com a menstruação. Elas usam panos velhos para conter o sangramento e, depois, descartam esses panos à noite, quando ninguém estiver vendo. E, por essa dificuldade, a maioria abandona a escola.
O documentário mostra então a chegada de uma máquina de absorventes à cidade. Algumas mulheres são treinadas e começam a trabalhar na fábrica produzindo os absorventes e vendendo-os (por um preço mais acessível) para as outras mulheres da cidade.
Aí é legal ver como isso causa uma pequena(grande) revolução: não só as mulheres começam a falar sobre menstruação e ter acesso a uma forma mais higiênica de lidar com ela, mas começam também a trabalhar.
Eu arrepiei todinha quando uma delas diz que “eu ganhei o respeito do meu marido desde que comecei a ter ganhos ao invés de ficar em casa“. É uma forma muito louca e direta de ver o quanto a independência financeira é importante para a emancipação feminina.
É muito louco ver como realmente a menstruação não é só sobre sangue —mas também sobre acesso à educação, sobre oportunidades mais iguais no mercado de trabalho, sobre a liberdade feminina. E acho que fica ainda mais claro o quanto precisamos falar cada vez mais sobre, quebrar os tabus, divulgar informação sobre.

A máquina de absorventes do documentário é patrocinada pelo projeto The Pad Project, um projeto que luta pela igualdade menstrual — para que todas as mulheres tenham acesso à informação sobre a menstruação, à saúde menstrual e sexual, e à higiene menstrual.
Eu terminei o documentário chocada com a quantidade de coisas que conseguiram passar em menos de meia hora. Tentei falar um pouquinho sobre tudo, mas não cheguei nem perto disso.
Também fiquei chocada com o quão privilegiada a gente é, por estar conseguindo falar em coletor menstrual enquanto em lugares do mundo as mulheres se entusiasmam com um absorvente que pra gente parece gigante e impensável.
E você, já assistiu o documentário? Me conta aqui nos comentários o que achou, se ficou com vontade de assistir, se tem alguma outra dica tão legal quanto!
O tema 3 dos 52 weeks veio em um ótimo momento, já que falta menos de 1 mês pro meu aniversário e não tem momento melhor pra fazer uma wishlist, né?

Vou confessar que no momento tá difícil pensar em outras coisas e o que eu mais queria era poder sair e comemorar com meus amigos como faço todo ano.
Mas como não acho que isso vai rolar tão cedo, vamos pra lista de coisas mesmo né? Misturei coisas mais “reais”, que pretendo comprar em breve, com umas mais “sonho de consumo”, só porque sonhar não custa nada, né? Hahahah

01 – Journal da Archer and Olive: um sonho de consumo que acho que é compartilhado por todo mundo que acompanha os gringos do bullet journal, né? Os cadernos dessa marca são muito PERFEITOS, pena que o preço é em dólar 😅
02 – Lente 24-105mm: mais uma que no momento é sonho de consumo. Desde que migrei pra Canon, estou só com a 50mm 1.8, e sentido uma certa falta de uma lente mais versátil. O sonho mesmo é a f.4, mas ficaria feliz com a 3.5/5.6 também (aliás, se na cropada eu lidava super bem com lente escura, na FF acho que não será um problema pro tipo de fotos que faço).
03 – Mochila nova: faz tempos que preciso de uma mochila nova pra faculdade, viagens de fim de semana e coisas assim. Coloquei a do Snoopy na foto porque eu acho elas LINDAS, super discretas mas fofinhas (tipo: não parece mochila de criança mas também não é sem graça). Além disso, a minha atual é dele e tá firme e forte comigo desde 2013 ou 2014, então sei que são boas também hahahah
04 – Material de aquarela: nas minhas metas do começo do ano, resolvi que queria tentar pintar ou bordar. Aqui também poderia ser “material para bordado”, mas aí ia ter que colocar muito mas coisa na foto kkkkkk…
05 – Livro A Arte da Fotografia Boudoir, de Christa Meola: esse livro meio que fica na parte de “sonhos de consumo”, já que tá esgotado em todo lugar e o único que tem na Estante Virtual continua caríssimo. Comecei a ler ele na Leitura uma vez, amei e anotei o nome pra comprar… depois nunca mais achei.

(Comentário rapidinho: que agonia que só agora percebi que coloquei os números na primeira foto com “01” e nessa sem o 0… kkkk, mas agora foi)
06 – Tricot vinho: eu amo roupas de frio e tô doida por uma blusa de frio vinho de tricot assim :3
07 – Bota coturno Ramarim: eu amo botas, e única sem salto que tenho já está praticamente desfazendo de tanto uso. Pesquisando agora achei essa da Ramarim que achei maravilhosa ♥
08 – Jaqueta de “couro”: faz tempos também que quero uma jaqueta de “couro”, mas é super difícil encontrar uma mais básica, que não tenha mil zíperes, botões, pingentes, costuras estranhas e coisas assim.
09 – Conserto da Pentax ZX-M da minha mãe: eu sou doida pra explorar a fotografia analógica de novo, e temos essa câmera maravilhosa parada aqui em casa com o espelho quebrado.
10 – Jogo de cama de cores neutras: tô precisando de uns jogos de cama novos, e sonhando com uns mais neutrinhos assim. A maioria que encontro num preço mais legal são bem coloridos e estampados (que também gosto, mas é bom varias né?)
Essa é a minha wishlist atual! E a de vocês, como anda? Tem algo que tem muito tempo que vocês querem? Ou algo em comum com a minha? Me contem aqui nos comentários!
Abraços,
até mais!
No começo desse mês, comprei uma mesa digitalizadora Wacom One CTL472L, o modelo mais “basiquinho” da marca, e hoje vim contar minhas primeiras impressões usando ela para desenhos, lettering e edição de fotos.

Decidi comprar a mesinha porque editar fotos com o mouse e o touchpad tem rendido dias e dias de mão e braço doendo, e também porque acredito que facilita bastante a edição das fotos, principalmente no tratamento de pele.
Além disso, do final do ano passado pra cá eu voltei a desenhar mais e tenho brincado bastante com lettering, então acabei achando legal aproveitar pra isso também, principalmente durante essa quarentena que tenho tido mais tempo e nenhum trabalho de fotografia, hahah…
A Wacom One CTL472L é uma mesa digitalizadora para iniciantes ou para um uso mais básico. Se você nunca usou uma mesa digitalizadora, é um ótimo começo (e vai demorar MUITO pra sentir necessidade de trocar). Dá pra usar super bem no Photoshop, Illustrator e Lightroom, tem um tamanho legal, e achei bem fácil de acostumar com a “textura” dela.

Falando rapidinho sobre aspectos técnicos que acho relevantes: ela tem 15×9,5cm de área ativa (que dá pra “desenhar”), 2048 níveis de pressão, a caneta não tem nenhum tipo de pilha ou bateria (só a mesinha é ligada ao computador por USB) e vem com 3 pontas substitutas da caneta pra trocar, mas dizem que cada uma dura anos!

É super fácil de instalar e configurar: tem o “programinha” dela que deixa você definir a função dos 2 botões da caneta, além de configurar a sensibilidade da mesa. Tem também opção de configurar os botões de formas diferentes pra programas específicos, mas ainda não senti essa necessidade e, por isso, nem tentei fazer.
Vou falar um pouquinho sobre as minhas impressões com casa uma das coisas que testei até agora, vamos lá?
O que mais explorei até agora foi o lettering. Quando a mesa chegou e instalei o driver dela, a primeira coisa que fiz foi abrir o Whiteboard do Windows e começar a brincar com ela, o que já rendeu umas coisas assim:



Achei legal colocar essas imagens aqui pra mostrar as primeiras coisas que fiz com ela mesmo, tipo, nos primeiros 15 minutos usando. Eu já tinha usado outra mesa digitalizadora antes: uma Wacom Bamboo lá em 2012/2013 quando fiz curso de design gráfico (que abandonei depois de 1 ano e meio, kkk).
Mas, logo de cara, já achei a Wacom One bem melhor em relação à sensibilidade e à textura da mesa: a Bamboo eu custava a controlar porque achava super lisa e escorregadia, eu encostava e já riscava tudo, CUSTEI a acostumar com ela. Já esse modelo que comprei achei bem mais fácil de lidar, porque a mesa é meio “áspera” e parece um pouco mais com papel (não é igual, óbvio, mas a diferença não é tão assustadora).
No dia seguinte, brinquei lá no meu Instagram pedindo pro pessoal mandar frases pra eu escrever, e comecei a tentar fazer lettering no Photoshop.


Sofri um pouco pra aprender a fazer o pincel reconhecer a pressão da caneta e precisei diminuir um pouquinho a sensibilidade dela pra conseguir um traço fino mais uniforme, mas depois disso achei bem tranquilo/gostosinho.
Eu tô longe de ser ilustradora, mas também tenho brincado bastante desenhando com a Wacom no Photoshop e tô curtindo muito. O que mais fiz até agora foi desenhar “por cima” de fotos minhas, só pra aprender a lidar com os pincéis, entender a sensibilidade da caneta melhor, relembrar atalhos e coisas do tipo.




Uma das minhas metas pra esse ano foi aprender a fazer desenhos mais botânicos, então fiz alguns bem simples também. Aqui senti mais dificuldade, principalmente com adaptar a proporção do tamanho da mesinha com o tamanho da tela… mas é uma questão bem de adaptação mesmo, e nada que muitos zoom pra frente e pra trás não resolvam 😅


Por fim, vamos ao meu principal interesse ao comprar a mesinha: a edição de fotos. Como eu disse, sentia muita dor pelos muitos cliques na hora de editar (alô, LER), e por isso comecei meu primeiro teste tratando cor, luz e etc no Lightroom mesmo.
Nesse momento, já senti muita diferença, já que é muito mais fácil “clicar” com a caneta (encostando ela na tela) que com o mouse e o movimento é muito mais leve. Editei várias fotos lá do sítio e senti a mão bem menos cansada (que é algo que sinto bem rápido com o mouse, já que trabalho pelo menos 5 horas por dia com ele).


Depois, peguei algumas fotos pra testar fazer tratamento de pele no Photoshop, e aí vem a maior diferença: a mesa digitalizadora deixa muito mais fácil e ajuda MUITO a fazer um trabalho mais sutil, mais preciso e “direcionado” que com o mouse.
Eu tô apaixonada e doida pra aprender mais sobre edição no Photoshop e sobre tratamentos de pele (que antes fazia bem básico mesmo). O mouse sempre me deu uma certa preguiça disso porque eu acabava não conseguindo fazer nada no nível de precisão que queria, e agora consigo!
A minha impressão final é de que vale MUITO a pena comprar essa mesinha se você trabalha com edição de fotos ou desenha e faz lettering e quer passar isso pro formato digital.

Quando estava pesquisando, cogitei outras marcas, mas pelo que vi a Wacom é a mais recomendada mesmo, e a diferença de preço pra outras que dizem ser boas não é tão grande, então vale a pena investir nela.
Vi muita gente questionando sobre o tamanho dela ser bem pequeno, mas acho bem pratico por ocupar pouco espaço na mesa, ser fácil de transportar (e super leve!) e, no uso, acho que é mais questão de adaptação/costume mesmo, não parece ser algo que interfere muito (no tipo de coisas que faço, né). Acho que aqui dá pra ter uma noção legal do tamanho dela perto de um notebook de 14 polegadas:

Agora, me contem: vocês já usaram alguma mesa digitalizadora? Tem vontade de ter uma? Ficaram com alguma dúvida?
Por hoje é isso, pessoal!
Até mais
