lifestylepessoal

Junho 2026 – amor em doses estratosféricas

Eu sempre amei o mês de junho. O misto de frio, festa junina e meu aniversário faz essa canceriana aqui muito feliz. E nesse ano o mês foi agitado, mas tão cheio de amigos e amor que eu não podia deixar de registrar por aqui. Em breve venho contar um pouquinho sobre uma aventura que […]

fotografia

24 de agosto de 2026

Eu falhei semana passada com a ideia de postar 3x na semana, não queria falhar nessa semana de novo, mas tô sinceramente sem muito tempo para escrever. Hoje chegou minha câmerazinha nova – tinha um tempo que eu estava de olho em uma câmera que eu pudesse levar pra lá e pra cá, que tivesse configurações manuais e uma qualidade ok. Então resolvi passar rapidinho por aqui pra mostrar as primeiras fotos que fiz com ela.

Eu nunca gostei de fotografar com celular – a distância focal super aberta me dá uma brochada, não curto muito e o zoom só come a qualidade da foto. E pra pequenas viagens e passeios, sempre fico insegura de levar minha câmera de trabalho – com medo de sair por aí com algo tão caro, indecisa para escolher que lente levar (a 50mm sempre é a escolhida, mas vez ou outra bate um arrependimento por querer algo mais aberto pra uma foto de paisagem ou algo mais fechado pra aproveitar o zoom) e ainda o peso e tamanho dela + lente + carregador + bolsa pra levar tudo protegidinho são fatores que não ajudam.

Depois de muito pesquisar, resolvi comprar uma Kodak AZ425 – é uma câmera superzoom com modo manual, super pequenininha e com um zoom de 42x (vai mais ou menos de 24 mm a 1008 mm no zoom óptico, o digital eu só ignoro mesmo). Outra vantagem é que carrega por USB-c, que é um cabo que já carrego em viagens por causa do Kindle, fone de ouvido e outras coisas (lanterna, ventilador portátil… tudo, né?).

Ela chegou há literalmente menos de 2 horas e eu estava em casa trabalhando, então não teve muito como explorar e brincar, mas fui testar principalmente o zoom, que é a parte mais diferentona de tudo que já tive acesso. Óbvio que pra um zoom desse nível, o ideal seria colocar a câmera num tripé pra evitar tremer, mas os testes foram aleatoriamente na mão mesmo.

Fiquem agora com fotos aleatórias da vista da minha janela – moro no 7° andar, cliquei a vista, uma árvore da frente da janela e seus visitantes, e também um gatinho lá no estacionamento do prédio. Tudo no automático, pra não perder o foco do trabalho por muito tempo, porque se eu começasse a fuçar configurações, já era. E sem edição também, pelo mesmo motivo.

(Só pra referência: esses prédios ficam láaaa no horizonte, super longe, como dá pra ver nesse foto de baixo, feita com celular)
Foto do celular
***Foto do celular***

É isso. Talvez não seja o post ou as fotos mais interessantes pra todo mundo, mas foi espontâneo, e fica aqui com um desejo de que essa compra me ajude a fotografar mais fora do trabalho, sem me frustrar ou ficar ansiosa com isso. Toda vez que paro pra fotografar minha vida com a câmera me lembro de como e porque amo a fotografia em um nível diferente só do profissional – a canceriana em mim fica radiante de eternizar momentos e coisas bonitas que passam pela minha vida.

Abraços,
e até mais!

Você também vai gostar

    Passatempos: Artes visuais / pintura
    Meus passatempos preferidos #Entreblogs
    Alguns lugares nunca perdem a Magia (Topo do Mundo, 2026)

Blogagem coletiva

19 de agosto de 2026

Eu nem sei se fui eu quem sugeri esse tema lá na planilha do Entreblogs, mas certamente esse tema parece feito para mim. Foi o tema de algum mês pra trás (talvez julho?) mas nos últimos meses fui meio engolida pela vida adulta e acabei deixando passar.

Se tem algo que descobri sobre mim desde que terminei a faculdade é que adoro colecionar hobbies e preciso deles na minha vida porque viver pare trabalhar faz eu me sentir meio sem vida. Sem exceção, tiro uns 20 minutinhos pelo menos nos dias de semana pra fazer alguma dessas coisas – pra sentir que tô vivendo de coisas que gosto e não me deixar afundar em ainda mais horas e horas rolando pelo celular.

Então hoje vim contar um pouquinho do que tenho gostado de fazer para passar o tempo por aqui.

1. Artes visuais / pintura (?)

Passatempos: Artes visuais / pintura

Aquarela, tinta acrílica, giz pastel oleoso ou colorir Bobbie Goods: tanto faz. Eu adoro fazer arte e brincar com tinta, canetinha, tesoura, papel colorido. Meu favorito tem sido a aquarela, mesmo ainda não sendo tão boa quanto eu gostaria de ser, porque amo o resultado, a estética. O giz pastel vem em segundo porque considero fácil e relaxante, não preciso pensar muito.

2. Dança

Passatempos: dança

Para quem cresceu dizendo que ia ser “BAILAiRINA” (com o i extra ali mesmo) eu passei até tempo demais sem dançar, mas a dança sempre me reencontra: do balé na infância, passando pela ginástica ritmica, dança do ventre, forró, zouk, e agora tango. Eu amo como me sinto dona do meu corpo quando danço.

3. Crochê

Passatempos: crochê

Eu comecei o crochê meio do nada e não imaginava que ia amar tanto a sensação de usar uma roupa que eu fiz – ou presentear alguém com elas. Ainda me dá aquela coceirinha boa no cérebro de ver uma coisa lógico funcionar, encaixar, sabe? No frio não tem hobbie melhor. O único defeito é eu morar um lugar quente e não poder fazer 208178937902 casacos por ano kkkkkk.

4. Jogos de tabuleiro/cartas

Passatempos: jogos de cartas / tabuleiro

Quando eu era criança eu já amava jogos de tabuleiro e pentelhava minha mãe 24 horas por dia pra jogar comigo – problemas de filha única. Por sorte, encontrei um namorado e amigos incríveis que também curtem e tem sido incrível explorar esse universo com eles. Sou ótima jogadora? Definitivamente não. Quase sempre perco, mas me divirto horrores jogando (e eu sou 0 competitiva, então eu realmente não ligo de perder e fico feliz de jogar hahahah). Inclusive, ando pensando em fazer um post sobre os jogos que mais gostei de jogar até hoje.

5. Blogar / escrever

Passatempos: escrever /blogar
Passatempos: escrever /blogar

Esse blog nasceu em 2011 – 15 anos atrás – e desde então se tornou uma constante na minha vida – que muda de acordo com as minhas mudanças. Seja como uma espécie de diário ou para falar casas importantes para mim, estou sempre com esse cantinho na cabeça e amo quando consigo tirar um tempinho para passar aqui e para ler outros blogs.

Como uma boa viciada em hobbies, tem muito mas coisa. Estou sempre lendo – meu kindle é presença obrigatória na minha bolsa, assistindo filmes e séries, fotografando (não só por trabalho) e amo viajar também.

Constantemente faço bullet journal e me pergunto se a natação, esporte que descobri amar na vida adulta depois de passar a vida de achando sedentária, entra aqui também – comecei por motivos de saúde, mas se tornou algo além disso. Gosto de fazer encadernação, já me arrisquei na cerâmica fria e sou doida para testar a cerâmica tradicional também. Mas esses do post são os que tem feito mais parte da minha rotina – em frequências que variam MUITO de acordo com meu humor, com o tempo que tenho o até mesmo com o clima.

E vocês o que tem feito por aí para ocupar o tempo?

Abraços,
e até mais

Você também vai gostar

    Nova companheira – Kodak az425
    Pergaminho esquecido: TAG 7 Coisas

tags

14 de agosto de 2026

Na onda de resgatar rascunhos pra combater o vilão da campanha do Guardiões da Blogosfera semana passada, percebi que por muito tempo usei os rascunhos do blog como forma de salvar TAGs que eu achava interessantes e queria responder. Essa aqui achei divertida o suficiente pra responder de novo.

A Lari, do blog Loud Like Moi (inclusive entrei no blog dela e dei de cara com post desse ano, fiquei feliz!) me indicou em 2015 e por algum motivo eu só fui começar a responder em 2017 mas nem terminei. E eu já tinha respondido a mesma TAG em 2013. Então resolvi responder de novo agora em 2026 e deixar um print e comentário sobre as respostas salvas nos rascunhos – Assim a gente tem um comparativo da Laura de 15, 19 e 28 anos, que mudou tanto em alguns pontos, realizou alguns dos sonhos e ainda sonha e se encanta com algumas mesmas coisas.

Se vocês ainda não perceberam me acompanhando por todos esses anos, eu tenho um encanto por registrar e comparar as versões de mim que já fui e uma ânsia de conhecer as que ainda vou ser.

TAG 7 coisas (8 Jun, 2017)

TAG 7 Coisas

Eu queria fotografar um casamento antes de morrer e opa, já foram algumas centenas de casamentos (cerca de 30/40 por ano nos últimos 4 anos?), porque me tornei fotógrafa de casamentos. O inglês fluente veio aí (apesar de ainda tímido) com uma formação na Faculdade de Letras, e a outra língua escolhida foi o Italiano – 1 ano e meio de curso, já consigo assistir filmes e ouvir músicas sem legenda e sigo estudando.

Eu não sei de onde tirei que não gostava de construir coisas – eu não lembro de um momento da minha vida que isso não fez parte da minha personalidade, eu AMO construir coisas – inclusive falei sobre isso no post de 10 curiosidades sobre mim que escrevi em junho. Sigo não amando tênis – só All Star. Eu amo All Star e serei eterna defensora dele – agora vivendo a Lua de Mel com meu amarelinho de cano alto. E sim, eu ainda odeio futebol.

TAG 7 coisas (Agosto, 2026)

Agora, vamos à versão atualizada das respostas

❤ Sete coisas para fazer antes de morrer:

  1. Viajar muito
  2. Conhecer a Itália
  3. Aprender a falar mais uma ou duas línguas
  4. Ter filhos
  5. Fazer uma viagem internacional sozinha
  6. Aprender a costurar
  7. Preencher um sketchbook/caderninho com desenhos.

❤ Sete coisas que eu mais falo:

  1. Eita
  2. Vish
  3. Amoooor…. (geralmente seguido de:)
  4. Tô com fome
  5. Uai
  6. Bora
  7. Tipo

(Rindo do fato que essa lista aqui mudou pouquíssimo desde 2013. Sou uma mineira introvertida de hábitos.)

❤ Sete coisas que eu faço bem:

  1. Fotografar
  2. Escrever
  3. Dançar (forró, tango, dança do ventre, zouk… Bora dançar? Bora!)
  4. Crochê
  5. Artes/atividades manuais de forma geral
  6. Fazer mala (calcular a quantidade de coisas necessárias & fazer tudo caber na menor mochila possível)

❤ Sete coisas que me encantam:

  1. A Lua
  2. O Pôr-do-Sol
  3. Gatos
  4. Gente criativa
  5. Gente disposta a experimentar/tentar/aprender coisas novas
  6. Dias frios
  7. Dias vividos com amigos

❤ Sete coisas que eu não gosto:

  1. Futebol
  2. Calor quando não tô na praia/cachoeira/rio/represa/qualquer lugar que me permita virar um peixe
  3. Roupa social/alfaiataria/corporativa/ternos
  4. Cinza. Pra mim é uma cor que não faz sentido, não tem personalidade. Bota logo um preto ou branco de uma vez.
  5. Precisar falar com vendedor/atendente. Eu queria que o mundo aderisse mais ao self-checkout ou à possibilidade de resolver tudo pela internet.
  6. Gente que acha que as regras/filosofias da religião dela se aplicam aos outros.
  7. Encheção de linguiça

❤ Sete blogs para responder o mesmo:

  1. Você aí.
  2. Você mesmo, que está participando do BEDA do entreblogs e não sabe o que vai postar hoje.
  3. Você que já respondeu essa TAG há alguns anos e quer comparar as respostas.
  4. Você que nunca respondeu essa TAG e quer ter algo para comparar daqui há 7 anos.
  5. Você que chegou aqui de paraquedas pelo google em algum momento aleatório procurando por tags (ainda recebo muito esse tipo de visita aqui, segundo o analytics).
  6. Você
  7. Você, Laura de daqui há alguns anos que vai olhar pra essa lista e pensar “nossa, quanta coisa mudou! Quanta coisa permaneceu! E se eu responder tudo de novo?”

Esse post ficou mais comprido do que eu esperava e me diverti lembrando de como é o layout de listas aqui no blog. Mas enfim, é isso! Me contem com o que se identificaram e também o que é o contrário pra vocês!

Abraços,
até mais!

Você também vai gostar

    Passatempos: Artes visuais / pintura
    Meus passatempos preferidos #Entreblogs
    10 curiosidades sobre mim – Entreblogs, junho

fotografia

12 de agosto de 2026

Eu não lembro a primeira vez que fui ao Topo do Mundo – provavelmente em algum dia aleatório que minha tia resolveu ir ver o Pôr-do-Sol. Mas desde as primeiras vezes, me lembro de amar fotografar lá. O Pôr-do-Sol, as plantas, as pessoas pulando de parapente, a cor dos parapentes contra a imensidão azul do céu.

Topo do Mundo, Novembro 2015

Quando comecei a fotografar, me lembro da primeira vez que alguém totalmente desconhecido entrou em contato comigo querendo um ensaio de casal. Eu já tinha feito alguns trabalhos pagos, mas para vizinhos, pra instrutora de pilates da minha mãe, para a irmã de uma amiga… Sempre conhecidos ou semi-conhecidos, sabe?

Mas aí meu celular tocou e era uma moça que viu minhas fotos no Instagram. A proposta? Um ensaio de casal no Topo do Mundo. Do auge dos meus recém completos 18 anos, parecia loucura entrar num carro com desconhecidos e ir para um lugar isolado, mas depois de muito pensar e conversar com minha mãe, resolvi topar. 

E assim aconteceu o ensaio da Priscila e do Alesh (que é de Praga e não falava português – as aulas de inglês foram postas à prova) e assim nasceu também a minha carreira na fotografia – agora com uma visão mais clara do que eu queria fazer.

Ensaio Priscilla e Alesh, 2017
Foto reeditada há uns anos atrás, enquanto estudava edição

Muita coisa mudou no meu estilo de fotografia e muita coisa era bem datada, eu não tinha muito controle do ensaio,  mas ao olhar para aquelas fotos, ainda tem muita coisa que amo, ainda vejo muito do que gosto de fazer e, principalmente, pensando em quanto tempo faz (11 anos!!!) e no fato de que eu ainda estava começando, ainda me orgulho delas. 

Alguns anos depois, no primeiro casamento que fotografei com o Bruno, meu professor de fotografia, voltamos lá para um ensaio pós-wedding. E foi legal ver a forma que ele usou o lugar, explorar novos espaços, agora com mais segurança e um guia.

Ensaio de casal no Topo do Mundo, Serra da Moeda, 2018 - Por Laura Nolasco Fotografia
Ensaio Kamila e Jeronimo, realizado em 2018 ~ o mexidão de estilos de edição, socorro~
Ensaio de casal no Topo do Mundo, Serra da Moeda, 2018 - Por Laura Nolasco Fotografia

Para quem é fotógrafo em BH, o Topo do Mundo é um daqueles lugares que chegam a ficar batidos: a gente tá sempre por lá, e comigo não é diferente. Já voltei algumas muitas vezes e nem é um lugar que sugiro sempre para os casais por saber o quão movimentado fica, principalmente aos fins de semana.

Ensaio Mariana e Josué, 2022

Mas nesse sábado voltei lá – dessa vez, para fotografar o Thiago e a Stephanie – e, ao chegar em casa, ri de como sinto que aquele lugar nunca perde a magia pra mim. Fui pela primeira vez dirigindo meu próprio carro. Dessa vez, o Sol foi o espetáculo – em outras vezes, o frio, o vento e até as nuvens de chuva já roubaram a cena. Foi a primeira vez do casal por ali também, e a empolgação deles com a beleza do lugar certamente também me afetou. 

Cheguei em casa querendo rever as fotos que já fiz por lá e assim nasceu esse post, meio nostalgia, meio homenagem a esse lugar que fez parte de histórias tão legais na minha vida.

Ensaio Thiago e Stephanie, 2026

A paisagem nunca cansa – sim, a mineira apaixonada aqui idolatra os mares de morros – e a sensação de ver o mundo ser redondo, tão rara por aqui, com tanto prédio e/ou morro, ainda é uma das minhas preferidas.

Ensaio de casal no Topo do Mundo, Serra da Moeda, 2026 - Por Laura Nolasco Fotografia

Você também vai gostar

    Nova companheira – Kodak az425
    Meus passatempos preferidos #Entreblogs

Blogagem coletiva

10 de agosto de 2026

Eu não costumo ser das pessoas mais pessimistas, acho que vivo uma vida legal, trago com frequência as coisas e pessoas que amo pra minha rotina, tenho um trabalho que gosto e, nesse mundo louco, tenho alguns muitos privilégios. Mas vez ou outra, ainda vem aquele pensamento de “Tá, é isso mesmo? Será que tô vivendo errado?”

Vez ou outra vem uma crise por ainda morar com minha mãe. Eu sou muito grata por ter uma relação boa com ela e não ter pressa pra sair de casa como aconteceu com muitos amigos. Mas uma parte de mim sente que só vou ser adulta depois que tiver minha própria casa (no sentido figurado de morar sozinha, porque no mundo atual, a ideia do Sonho da Casa Própria parece uma piada mal contada que só os herdeiros conseguem entender.). Aí converso com amigos que já estão vivendo essa fase e eles riem e me contam que eles também tem a mesma sensação – seja por estarem sempre correndo atrás das contas atrasadas, seja por não saberem trocar o chuveiro que queimou. Tá todo mundo sempre aprendendo a ser adulto – tá ok, é a nossa primeira vez fazendo isso mesmo. Acho que as vezes o problema é que minha mãe sempre foi muito boa em fingir que sabia o que tava fazendo – e meu mundo ainda colapsa de vez em quando quando percebo que ela segue sem saber todas as respostas do mundo.

Estou escrevendo isso aqui enquanto adio de pegar o telefone para marcar um exame – porque preciso de mais informações do que aquelas que o aplicativo me dá – e aí me sinto um pouco menos adulta de novo – lidar com médico sempre vai fazer em me sentir um pouquinho a criança que quer olhar pro lado e esperar a mãe responder qual é o problema.

Esse post talvez fuja um pouco do padrão por aqui, mas foi o que consegui em uma corrida contra o relógio – proposta pelo BEDA. Bem-vindos à minha mente não filtrada pela falta de tempo.

Você também vai gostar

    Nova companheira – Kodak az425
    Meus passatempos preferidos #Entreblogs

Blogagem coletivapessoal

8 de agosto de 2026

Na batalha dos Guardiões da Blogosfera dessa semana, estamos combatendo o vilão Crítico Infinito, e um dos possíveis ataques contra ele é resgatar um post dos rascunhos. Ao aceitar essa missão, me choquei um pouco com o conteúdo dos meus rascunhos – reflexões profundas demais que eu não lembrava já terem sido escritas por uma adolescente pensante demais. Embora não me identifique mais com muita coisa, esse aqui me trouxe uma sensação boa – um sinal de bons ventos pra primavera que se aproxima. Então, fiquem com uma pequena janela para a cabecinha da Laura de 2018.

Deixa o Outono ser, menina. Vinte anos de ser cíclica não foram suficientes pra aprender que é hora de deixar ir o que não serve mais? De que serve tanta admiração pela árvore que fica na janela se não consegue seguir seus passos? Vai, eu juro, vale a pena o peso de deixar as folhas velhas caírem, vale a pena viver o luto e o vazio de deixar ir. Pensa no quão conveniente será a leveza quando a primavera chegar.

Você também vai gostar

    Nova companheira – Kodak az425
    Meus passatempos preferidos #Entreblogs

Blogagem coletiva

6 de agosto de 2026
Laura Nolasco, guardiã da Blogosfera

Já faz alguns anos que me considero um pouquinho guardiã da blogosfera. A verdade é que desde que esse blog surgiu, lá em 2011, nunca passei mais de 6 meses sem postar por aqui. E por mais que não seja na frequência que eu gostaria, por muito tempo segui por aqui mesmo sem muita companhia.

Quando o pessoal lá no Entreblogs começou a falar em BEDA, dei uma risadinha nervosa. Quando eu era uma adolescente com infinitas tardes livres, a ideia de postar todos os dias por um mês já parecia demais para mim, e a ideia de começar e falhar parecia ainda pior – sim, eu tenho um problema muito grande com não conseguir algo, principalmente se já contei para outras pessoas que estou tentando. Por isso, nunca nem cheguei perto de cogitar a possibilidade de tentar algo assim.

Mas aí o pessoal lá no grupo começou a se empolgar com a ideia, criar possibilidades, histórias e até um sistema de gamificação super lindo e bem elaborado – por favor, visitem a página do BEDA do Entreblogs para conseguir entender toda a magia que certamente não caberá aqui. E eu, apaixonada por magia, fantasia, jogos de tabuleiro e toda essa estética fui aos poucos sendo seduzida. Seria tão ruim assim falhar? Por fim, veio a cartada final, com possibilidades de participação diferentes, que mudou tudo pra mim, e compartilho com vocês:

A ideia de ser uma andarilha virou festa na mente dessa que vos fala – eu diria que até o nome mexeu com meu ascendente em aquário. Essa liberdade de ser meio que um Mestre dos Magos do BEDA era tudo que eu precisava – e o motivo de eu não chamar exatamente de BEDA por aqui.

Não vou dizer que não me perdi já algumas vezes nessa jornada: tive duas semanas meio caóticas por motivos médicos, e quando voltei para o grupo do projeto todo mundo tinha avatar, nome e histórias fantásticas para seus personagens. E eu lá no meio, sendo só Laura Nolasco, sem rosto e sem história. Criar um avatar não foi difícil, o resto resolvi deixar como está – apesar de AMAR ler fantasia, a ideia de criar algo assim me paralisou, e a ideia por aqui é facilitar. Apesar amar jogos e achar um universo incrível, eu tenho medo da ideia de jogar RPG por precisar criar um personagem e até cheguei a conversar sobre isso outro dia com amigos que jogam.

Então sigo assim: Laura Nolasco, uma fadinha anciã da blogosfera que aparece nas janelas pelo caminho, em momentos oportunos. O plano é aparecer mais de uma vez por semana, se o universo conspirar, três – olha eu sendo ousada e contando pra vocês os planos. Se falhar, finjam que não viram essa parte, por favor.

Mas a aventura de manter a blogosfera viva já faz parte da minha rotina há tantos anos que se torna doce ver tanta gente se juntando. Vamos com a gente?

Você também vai gostar

lifestylepessoal

4 de agosto de 2026

Eu sempre amei o mês de junho. O misto de frio, festa junina e meu aniversário faz essa canceriana aqui muito feliz. E nesse ano o mês foi agitado, mas tão cheio de amigos e amor que eu não podia deixar de registrar por aqui. Em breve venho contar um pouquinho sobre uma aventura que vamos viver por aqui esse mês, mas, por hoje, vamos tirar o atraso desse resuminho de junho. 

Junho 2026

O mês começou com foco total em uma missão: terminar o gorro e o cachecol de crochê que resolvi fazer de presente de aniversário para o João. Fazer crochê no frio é um dos meus hobbies favoritos e eu amei esses dois projetos.

No dia dos namorados, nunca temos muitos planos, até por ser muito perto do aniversário do João, mas fomos para a casa de amigos dos meus sogros, o João fez lamem e passamos a noite curtindo o frio, comendo e conversando. No mesmo fim de semana, fizemos torta de maçã, outra coisa que amo fazer no frio, e ainda comemos pastel da festa de Santo Antônio, tradicional de Rio Acima.

Não consegui terminar o cachecol a tempo do dia do aniversário do João, mas como ele resolveu comemorar no fim de semana seguinte eu aproveitei da desculpa para ganhar uma semana extra. 

Em um dia aleatório, eu estava tomando banho e quando olhei pela janela dei de cara com um tucano me encarando. Quando tirei a foto ele já tinha se afastado um pouco, mas ficou ali até eu terminar o banho. Sempre vemos tucanos por aqui, mas tava engraçado demais ele olhando meu banho todo curioso.

No fim de semana seguinte foi a comemoração do aniversário do João (e dessa vez o presente ficou pronto!), aquela bagunça deliciosa de sempre: família, amigos, muita música, comida, jogos e farra de sexta a domingo. Ainda assistimos o jogo do Brasil na copa na sexta com direito a projetor e muita gente amontoada pelo frio. Como fez frio lá no sítio esse ano, viu? Por aqui também, mas lá bateu recordes: meio dia a gente ainda estava procurando sol e o frio era tanto que ainda estava saindo fumacinha da boca. 

Na quinta-feira seguinte chegou minha vez de ficar mais velha. Confesso que passei a semana num humor péssimo e acordei com muita cólica no dia. Fui almoçar com meu pai, como já tinha combinado com ele, e depois ia passar o dia debaixo das cobertas, mas aos poucos meu humor foi melhorando e, no fim de tarde, quando Bibi me chamou pra casa dela para fazermos coisinhas para a festa julina que estávamos organizando, me animei. 

Chegando lá, ela tinha decorado a sala e pendurado balões pro meu aniversário <3 Aline também foi pra lá e passamos a noite fazendo arte, comendo coisinhas gostosas e conversando. De noite o Ian chegou também e pedimos pizza. Foi a forma mais deliciosa possível de passar meu aniversário. Acabamos ficando por lá até a sexta e fizemos muita coisa pra festa. 

No sábado fui com João Victor pro sítio e de noite fomos com João, meus sogros e outros amigos para a festa junina do tangará, uma festa que sempre amei. Passamos a noite curtindo a fogueira, caldos, canjica, brincadeiras, dançando quadrilha e MUUUUUUUITO forró. No fim da noite João foi chamar a gente porque se dependesse de mim e do João Victor a gente ainda estaria lá na pista dançando, mas o frio estava começando a apertar com a fogueira abaixando. Também fiz um bolo e cantamos parabéns só pra constar.

No domingo o João descobriu que teria show da Academia da Berlinda, uma banda pernambucana que adoramos, de graça na Festa da Luz em BH, então voltamos, encontramos Tomás e Bolusca, primos do João, e fomos. Aproveitamos para ver um pouco da festa da luz que estava muito legal também – mas, infelizmente, achei menos política que em anos anteriores (exceto pela projeção lindíssima do Raoni no Parque Municipal). Fechamos a noite com o show e foi incrível ver eles de pertinho, principalmente de surpresa assim, encerrando o fim de semana de aniversário com chave de ouro.

E esse foi meu mês de junho, que se já não fosse o meu mês preferido teria virado depois de tanto amor e momentos delicinha com as pessoas que amo.

Logo logo volto…
Abraços,
e até mais!

Você também vai gostar

    Nova companheira – Kodak az425
    Meus passatempos preferidos #Entreblogs