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Quando o pessoal da blogagem coletiva definiu esse como o tema de dezembro, confesso que fiquei entre a empolgação e o pé atrás. Eu sempre fui uma pessoa que faz lista de metas pro ano, mas nunca fui de compartilhar elas com ninguém: se não der certo, eu me frustro sozinha e não preciso dar […]
O tema de Março do Entreblogs – antigo WOA – foi “Uma Semana Comigo” e, como alguém que já tinha votado nesse tema várias vezes antes, fiquei super feliz. Planejei mil coisas, e no fim das contas, só consegui pensar nisso na última semana do mês, tirando umas fotos aleatórias durante a semana e escrevendo no fim do dia no meu caderninho da mesa de cabeceira. O plano era usar o começo da semana seguinte pra postar, mas lógico que não consegui, então vamos com atraso mesmo.
Tem o fator que essa semana foi completamente fora da casinha – bem como boa parte do mês de março. O João tá na China (!!!! SIM!!!!) pelo mês inteiro e tô vivendo de conversar com ele um pouquinho de manhã e um pouquinho de noite – 11 horas de diferença no fuso horário. Com isso também teve uma diferença de rotina – normalmente, nos fins de semana tento tirar pelo menos um tempinho pra ficar com ele ou ir pro sítio, o que mudou bastante minha vida social esse mês.
Preciso comentar também que estou meio em choque com o projeto Entreblogs – quando eu entrei, éramos umas 10 pessoas, eu conhecia quase todo mundo e fiquei super feliz com a existência de uma blogagem coletiva em pleno 2025. De repente, a vida me engoliu e quando me dei conta o grupo tem mais de 50 pessoas, um site e eu nem consigo acompanhar o chat. Mas isso me deixa absurdamente feliz porque a ideia de ter tanta gente mantendo a blogosfera viva é tipo um sonho pra mim.
Bora viver uma semana de abriu comigo em notas do meu caderninho de cabeceira – e notas adicionais posteriores?
Passei metade do dia editando as fotos que fiz no aniversário do João Victor no último sábado (21), metade do dia pensando que preciso de mais tatuagens porque mal dá pra ver minhas tatuagens nas benditas fotos – não tô entregando a estética o quero. Difícil demais precisar de dinheiro pra tatuar.
Também fui pra natação e depois de umas semanas parada pela correria e uma crise de sinusite, voltar foi difícil – sinto que perco o fôlego muito rápido toda vez que paro por algumas semanas.

Acordei cedo – coisa que odeio – para levar o carro no mecânico – nada legal também, e o que era pra ser uma revisão anual rápida se transformou em muitos vídeos do mecânico mostrando problemas e muita ansiedade minha.
Editei fotos boa parte do dia, mas também fui no pilates de tarde. Eu e Aline passamos algum tempo conversando sobre as possibilidades de como ir pro aniversário da Bibi amanhã, já que ela mora meio “fora da cidade” e aparentemente meu carro não vai ficar pronto a tempo.
Comecei o dia resolvendo caos da vida de fotógrafa: editando fotos, enviando informações para clientes, resolvendo seguro da *SPOILER * câmera nova.
De tarde tive reunião e mais uma cliente fechou o casamento comigo – esse momento é sempre meio mágico pra mim, adoro conversar com os clientes e entender a visão de casamento dos sonhos deles. Depois já fui chamar os freelas de foto e vídeo necessários e agendar com eles. Pulei a natação para me arrumar para o aniversário da Bibi – Aline passou aqui de uber e pegamos carona com amigos da Bibi, porque realmente o carro não ficou pronto.
O aniversário foi uma delícia – é sempre bom estar com as duas, e nos últimos tempos elas têm sido um lembrete constante de como amizades femininas são importantes e me fazem bem. Passamos a noite conversando, comendo a comida deliciosa da Bibi e jogando uma rodada de Cidade Dorme temático de Santa Ceia, em homenagem aos 33 anos da aniversariante.
Eu não tinha compromissos na quinta de manhã, então dormi lá pra deixar a carona live pra quem precisava.

Acordamos tarde e vivemos uma manhã deliciosamente lenta, tomamos café, comemos o que sobrou do bolo e conversamos muito.
De tarde peguei carona com a Bibi para voltar pra casa e já cheguei entrando em uma reunião de alinhamento com a Reis para um casamento na semana que vem. Era pra durar 30 minutos, mas a gente não sabe conversar sem fofocar no meio e os 30 minutos viraram 2 horas.
Quando acabamos já era hora do pilates e eu nem tinha almoçado ainda. Resultado? Matei o pilates também. Editei fotos até de madrugada.

Acordei e fui buscar o carro. Deixei muitos mil reais lá, mas não posso negar que o carro tá outro, tô até estranhando dirigir de tão leve que ele tá. Na volta pra casa, um susto: a luz de ~problema eletrônico~ acendeu. Fiquei morrendo de nervosismo, não consegui continuar dirigindo e parei o carro onde deu – um lugar péssimo, o que resultou em muitas buzinas e pitacos não solicitados. Liguei pro mecânico de volta e ele veio até mim, já que estava há menos de 5 minutos da mecânica, e segurei o choro enquanto ele não chegava.
Foi um surto meio a toa? Sim, era só um mal contato e ele resolveu em menos de 5 minutos, conferiu tudo de novo e ficou tudo bem. Já eu, passei o resto do dia dolorida de ansiedade/ tensão. A vida de superar o medo de dirigir não é fácil – mesmo quando a gente acha que já superou.
De noite fui fotografar um evento – o primeiro com a câmera nova – e foi tranquilo – a inauguração do espaço novo de um escritório de advocacia chiquérrimo. Foi bom pela tranquilidade, eu precisava disso depois desse dia, mas não deu pra explorar a câmera nos contextos que mais gosto.

Nesse dia eu só existi. Deixei o cansaço da semana e as ansiedades do mês tomarem conta de mim e passei o dia na cama entre ler, rolar o feed e tentar cochilar.
Dia de fotografar casamento – dessa vez como freela para outra fotógrafa. Saí de casa às 13:00, voltei às 23:00.
Fez um calor insuportável o dia inteiro e, apesar do alerta da defesa civil fazendo todos os celulares gritarem no meio da cerimônia, não choveu. O casamento foi animadíssimo, mas precisei beber uns 4L de água pra sobreviver e cheguei em casa com dor de cabeça pelo calor e agitação. Tomei um banho, um ibuprofeno e apaguei.

E essa foi a minha última semana do mês de março – um tanto agitada, mas foi uma semana interessante de registrar, pelo menos. Minha ideia era fazer algo mais “rotineiro”, mostrando como é uma semana normal por aqui, mas últimamente tenho sido péssima em seguir planos e manter rotina.
Abraços,
e até mais!
Depois do caos que foi dezembro – um caos muito bom, mas ainda assim, cansativo – eu defini que janeiro seria meu mês de férias. Isso é algo que como autônoma preciso aprender – desde 2022, quando saí da faculdade e do estágio, eu não tirava um mês inteiro de férias, e basicamente eu sou a pessoa que precisa se organizar pra que isso aconteça. É a coisa mais fácil do mundo? Não. Mas eu nem consigo colocar me palavras o tanto que eu precisava disso.
Comecei o mês em Nova Viçosa, naquele ritmo que já me é comum há alguns anos quando estamos por lá: acordar cedo, ir pra praia, voltar pra casa, almoçar, cochilar na varanda de tarde, voltar pra praia quando o Sol deixa, ver o pôr-do-Sol, voltar pra casa, tomar banho e arrumar pra passear na cidade a noite. Eu acho que esse ritmo pré-definido e repetitivo é uma das coisas que mais me ajuda a relaxar por lá.
Logo no começo do ano a Lua ficou cheia, e ficamos até mais tarde na praia nesses dias vendo a lua subir de um lado enquanto o sol descia do outro – outra coisa que eu AMO ver em Nova Viçosa. Como a praia lá é virada pro Sul, o Sol se põe na lateral mar e eu sempre tenho menos fotos disso do que gostaria porque não tem experiência melhor do que ver esse momento de dentro da água – que parece ficar toda prateada.

Nesses dias o pessoal da casa também aproveitou a maré pra ficar jogando futebol na praia, e apesar de ODIAR futebol e qualquer esporte com bola, eu adoro ficar observando e curtindo a praia por mais tempo. Eu sou uma pessoa que AMA mar, e esse ano, depois de fazer natação o ano passado inteiro, sinto que consegui curtir até um pouquinho mais. Todos os dias, eu e Bibi íamos nadando entre dois pontos específicos da praia, como um exercício diário, porém gostoso que foi muito bem vindo também.

Outro evento anual da casa é o passeio de barco. Esse ano nos dividimos e o pessoal com criança fez um passeio mais curto, enquanto nós fomos passar o dia inteiro na Reserva Extrativista de Cassurubá – uma ilha no meio do mar e do mangue, quase deserta. É a segunda vez que vamos pra lá e é sempre uma experiência muito legal.


Nós sempre jogamos muito em Nova Viçosa, e não seria diferente na vez que Ian e Bibi – nossos companheiros de jogos de tabuleiro – foram com a gente pra viagem, né? Pra completar a alegria, abriu um bar de jogos lá na cidade, então juntamos com alguns outros amigos e primos do João e passamos algumas horas lá jogando. Teve também muitas horas jogadas de bozó, presidente e outros jogos de baralho, general, adedanha, África, e os meninos se arriscaram até a jogar mahjong – a turminha do João e amigos do primo dele que estão estudando mandarim, porque nesse eu não me arrisquei.


Eu e Bibi curtimos muito também nossos rolês sozinhas – que variaram de sair pra tomar uma caipirinha de tarde juntas, a nadar, ir numa loja esotérica fazer leitura de mão e passar algumas horas nas lojinhas de acessórios da cidade – e vivemos muito uma viagem de amigas, com direito a tererê combinando e tudo. Eles foram embora alguns dias antes da gente, mas antes saímos de noite pra comer uma moqueca que estava deliciosa também. Depois disso foram alguns dias mais quietinha com o João, curtindo os últimos dias de praia.




No dia 11 fomos embora, e eu sempre odeio me despedir do mar – eu realmente amo ficar dentro da água por horas e horas, brincando, nadando ou só existindo enquanto sinto o movimento das ondas, e odeio ter que voltar e ficar sem saber quando vou viver isso de novo. Mas pra honrar o título de “povo que gosta de viajar”, a gente não voltou direto pra casa: demos uma paradinha em Viçosa, na casa dos tios do João (que estavam lá na praia com a gente também), e passamos uns dias lá.

Por fim, chegou a hora de voltar pra casa de verdade, e retomar a rotina (ainda sem trabalho). Natação, pilates, e tempo pra hobbies. Consegui me manter quase 100% sem trabalhar – com exceção de algumas reuniões com clientes que eram necessárias. Essa foi a parte mais difícil: estar em BH e me controlar pra não trabalhar, mas consegui passar o mês bem tranquilo.


Pra fechar o mês, fiz uma aula do Medita & Aquarela, da Águas da Karla, e adorei a aula e o resultado da pintura. Voltando da natação num dia qualquer, encontrei esses gatinhos em um lote vago e quase derreti de amor – queria muito ter como trazer pra casa, mas não podia. Pouco tempo depois, vi no grupo do bairro que eles foram resgatados. E no último dia do mês foi dia de voltar ao trabalho – fui fotografar o casamento do Arthur e da Cecília, amigos da época do ensino médio. Foi lindíssimo o casamento e ainda voltei com esse buquê pra casa – todas as flores da decoração foram transformadas em buquês e distribuídas pros convidados <3.
Bom, esse foi o meu mês – com só um pouquinho de atraso, né?
Me contem como foi o começo do ano por aí!
Abraços,
e até mais!
Tava bom demais pra ser verdade eu conseguindo atualizar vocês por aqui com frequência, né? Óbvio que a vida adulta e a bola de neve de trabalhos ia me atropelar assim que eu voltasse de viagem.
Eu pensei em só ignorar os meses que não fiz posts, mas eles foram meses legais demais pra não contar por aqui, então vamos com uma atualização mensal pra lá de atrasada. Março já acabou e eu nem quero falar sobre o tanto que esse mês me atropelou, mas desse post aqui vai ser sobre dezembro porque é o que tem pra hoje.
Quando dezembro começou, a minha agenda de trabalho já estava lotada e eu sabia que o mês seria caótico. Pra completar, a chuva não deu trégua em BH e precisei remarcar vários dos ensaios por causa dela, criando uma bola de neve. Apesar disso, o mês começou na calmaria – no sítio, comemorando o aniversário da minha sogra, jogando jogos de tabuleiro (foi bonitinho porque o sobrinho do João sempre vê a gente jogando com nossos amigos, então ele levou Detetive pra jogar com a gente).
Também aproveitei o início do mês – e os dias presa em casa por causa da chuva – pra estudar tarot e organizar minhas metas pra 2026 com o João Victor, meu melhor amigo, em um date de planejamento que já comentei por aqui como foi incrível.

No dia 12, começou a primeira viagem e aventura do mês: eu e a Reis entramos em um avião e fomos parar em Brasília. Confesso que a ansiedade estava grande, porque a ideia de ir pra tão longe fotografar um casamento me fez até sonhar que eu chegava lá e minha mochila de equipamentos tava vazia, ou que dava um problema no aeroporto e a gente não poderia levar nosso equipamento. Mas deu tudo certo e lá fotografamos o casamento da Kell e do Lucas.


Eu ainda não conhecia Brasília, mas a Reis já, e apesar de termos ido em um bate-e-volta de fim de semana conseguimos curtir bastante coisa: no sábado a noite fomos pra um samba, no domingo de manhã fotografamos o casamento e depois disso fomos encontrar um casal amigos da Reis e almoçamos com eles no Sunugal Bistrô, um restaurante muito bom de comida senegalesa. Depois disso ainda acompanhamos eles pra uma feira de vinis, onde ficamos curtindo e enrolando um pouquinho até a hora de voltar pra BH.

Por incrível que pareça, esse foi um fim de semana em que a chuva colaborou com a gente – tanto em BH quanto em Brasília. O casamento foi ao ar livre, num espaço lindo, e a chuva começou cerca de 15 minutos depois do fim da cerimônia e fotos protocolares – foi perfeito, porque a recepção era num local fechado. Além disso, assim que acabou a cobertura da festa e pegamos o uber para o almoço, a chuva parou de novo e nos deixou curtir o resto do dia.


Alguns dias depois, mais uma aventura pra mim: pela primeira vez, peguei o carro sozinha e fui pra uma cidade “longe” e desconhecida pra fotografar: foram mais ou menos 70km até Itatiaiuçu, onde fiz o ensaio da Cássia e do Léo. Mais uma vez, a ansiedade quase me engoliu, mas no dia peguei o carro bem tranquila e fui e voltei dirigindo (somando, cerca de 150km) em paz. Eu acho que foi a maior prova de que eu tô mais tranquila pra dirigir, e confesso que terminei o dia bem orgulhosa – foi um ótimo preparo pras aventuras que eu já sabia que 2026 estava reservando pra mim.

Pra fechar dezembro, fomos comemorar o Natal no sítio. Já faz uns bons anos que eu e o João que “organizamos” o Natal por aqui e, como não somos cristãos, isso significa definir o cardápio, fazer comida gostosa e juntar gente que tá na mesma vibe. Dessa vez fomos nós, os pais dele, minha mãe e o João Victor – eu e ele fizemos uma sobremesa meio inventada (uma mistura de torta com pannacotta) que ficou perfeita. Passamos o dia na cachoeira, num clima totalmente diferente do meu imaginário de Natal (que consiste em correria, mulheres na cozinha se matando o dia inteiro pra cozinhar, casa cheia e caos) e de noite foi todo mundo junto pra cozinha preparar a comida, comer e beber, na maior paz. No dia seguinte, já trouxe de volta minha mãe e o João Victor porque eu, o João e os pais dele viajariamos no dia 26.

No dia 26 pegamos estrada rumo à Bahia – cumprindo a tradição da família extendida do João de passar os fins de ano em Nova Viçosa, na casa que meu sogro comprou com os amigos há mais de 40 anos atrás e na qual se reunem mais de 60 pessoas todos os anos desde então. Podem me chamar de estranha, mas eu AMO viajar de carro. Pra essa viagem, sempre dormimos no meio do caminho – são mais ou menos 13 horas de viagem, mas a gente prefere fazer com calma e chegar lá ainda com luz pra montar barraca e aproveitar o mar no primeiro dia. Lógico que tem todo o stress de pegar estrada, mas como tem outros 3 motoristas no carro eu não preciso dirigir, então vou daqui até lá com a cabeça levinha, observando a paisagem e avisando todo mundo toda vez que vejo alguma vaquinha na paisagem – uma função super importante, diga-se de passagem.

Fomos os primeiros a chegar na casa esse ano, o que eu gosto bastante – dá tempo de ir me adaptando aos poucos com a chegada do mundaréu de gente. Esse ano, nossos amigos Ian e Bibi foram com a gente também, o que tornou a viagem muito mais legal pra mim. E os últimos dias do ano foram assim: curtindo o pôr-do-Sol lindíssimo todos os dias, passando muitas horas na praia, cantoria toda noite (pensa numa família musical!). Até mesmo o reveillon foi assim, e eu não poderia pedir por nada melhor. Quando penso na quantidade de gente sempre fico ansiosa (alô, introvertida falando!!), mas quando estou lá sinto que as coisas fluem e consigo ter meus momentos de calmaria e de caos de forma equilibrada – principalmente tendo amigos por perto pra poder sair e deixar o caos um pouquinho pra trás.


E foi assim que acabou meu ano de 2025. Quando comecei esse post, o plano era juntar dezembro, janeiro e fevereiro, mas percebi que não ia conseguir deixar tanta coisa de fora pra conseguir fazer um post de tamanho aceitável, então pretendo voltar em breve com o início do meu ano.
E o fim de ano de vocês, como foi?
Abraços,
e até mais!
Quando o pessoal da blogagem coletiva definiu esse como o tema de dezembro, confesso que fiquei entre a empolgação e o pé atrás. Eu sempre fui uma pessoa que faz lista de metas pro ano, mas nunca fui de compartilhar elas com ninguém: se não der certo, eu me frustro sozinha e não preciso dar explicação pra ninguém. Se der, fico feliz sozinha também.
Mas esse movimento esse ano já começou diferente: meu melhor amigo propôs um date pra comer coisas gostosas e planejar 2026, e assim fizemos. Cada um do seu jeito, mas pegamos nossos caderninhos, olhamos pra 2025, pensamos em 2026, estabelecemos e compartilhamos metas, dando ideias e pitacos.

Foi super gostoso fazer isso e recomendo demais, viu? E, sendo assim, já comecei os planos pra 2026 compartilhando minhas metas, trazê-las pra cá é um passo a mais. Não garanto que vai estar tudo aqui, mas uma boa parte com certeza. Vamos lá?
Além da minha lista de metas, também comecei uma lista – ainda BEEEM incompleta – de 30 coisas para fazer antes dos 30. Contando que tenho 2 anos e meio, tenho itens bem variados: de sair do Brasil pela 1ª e ir morar sozinha a coisas mais simples como pular de parapente ou ir no Festival Ostara, passando por aprender uma nova língua (a 4a/5a se contar meu espanhol enferrujado!), pular de parapente e viajar sozinha de novo. Ainda não cheguei nem na metade dos 30 itens e estou aceitando sugestões: o que vocês acham legal ou essencial de se fazer antes dos 30 anos? Pode ser algo simples ou algo mais mirabolante!
Sempre defino também uma palavra e uma frase para me ajudar a definir o mood do ano, e elas ganham sempre um espaço especial no meu bullet journal. Para 2026, essas foram as minhas escolhas:

E é isso! Além das ideias pra lista de 30 antes dos 30, me contem como andam os planos e metas de vocês para 2026! Já deixo por aqui meus desejos de que eles se realizem e de que 2026 seja ainda mais incrível do que você pode planejar ou até mesmo sonhar, que o ano te surpreenda de maneira positiva.
Feliz 2026!
Abraços,
e até mais!
Este post faz parte da Blogagem Coletiva Work of Art. Se você também quiser fazer parte, tem mais infos aqui.

Se você é novo por aqui, eu explico: há mais de 10 anos, a cada 6 meses apareço por aqui com esse projeto. É uma forma super legal de observar como as coisas mudam na minha vida e, com o passar do tempo, se tornou um registro super legal de tudo que acontece por aqui.
Dessa vez sinto que o tempo voou e nem tanta coisa assim mudou nos últimos 6 meses, mas vamos ver se minha opinião muda ao ir preenchendo isso aqui. Vamos ao Taking Stock #19
#Ouvindo: Eu sigo no vício de Hozier. O Spotify Wrapped e o YT Music Recap são provas vivas disso – o que achei engraçado foi que, apesar dele ter dominado as 2 retrospectivas, nenhuma música se repetiu.
Eu uso o YT Music bem mais, quando estou no celular – ou seja: andando pela casa, me arrumando, dirigindo… Já o Spotify fica só pra quando tô trabalhando no computador. Achei legal ver a diferença de músicas mais ouvidas.


#Lendo: Eu confesso que esses últimos meses dei uma desacelerada na leitura – e tá tudo bem, foquei em outros hobbies e trabalhei MUUUUUUITO, acho essas variações saudáveis também. Um destaque é que bateu uma nostalgia e reli a série Amores Sertanejos, da Sineia Rangel – inclusive, tô com um lançamento dela pronto pra ler, mas na correria desses dias de me organizar pra tirar férias e viajar, não tô conseguindo pegar. A parte boa é que vai ser meu livro pra viagem.
#Agradecendo: à Laura do começo do ano que decidiu fazer aulas de pilates do outro lado da cidade em horário de pico pra se forçar a dirigir. Todo mundo me achou meio doida quando decidi isso e foi bem estressante passar 6 meses dirigindo por mais de 1 hora pra ir e outra pra voltar do pilates. Mas tenho visto demais como essa prática de dirigir no caos e essa semana eu peguei o carro e dirigi pra outra cidade, 220Km somando ida e volta, e não sofri de ter que dirigir esse tanto – meu tratamento de choque auto imposto ajudou demais.
#Pinning: Tenho usado bem pouco o pinterest, mas na última semana salvei algumas inspirações pro bullet journal de 2026 (que acabei de terminar o set up inicial e estou apaixonada). Também fiz um rolê com o João Victor para fazer um vision board para 2026 e foi tudo por lá, então também teve isso.

#Pensando: O último mês ou um pouco mais foi pensando em planos pra 2026. Nada grande demais, mas várias coisinhas pequenas que quero fazer e/ou mudar.
#Necessitando: Comprar um óculos de Sol de grau. Não me adapto a usar lente de contato com tanta frequência e dirigindo nos últimos dias percebi que eu realmente preciso fazer esse investimento.
#Planejando: O próximo ano, alguns estudos… E a minha viagem, que apesar de ser algo simples e rotineiro, já faz mais de 1 mês que eu e meus amigos estamos falando sobre e pensando e comprando coisas pra nos preparar…
#Assistindo: Filmes de Natal. Gostei de Champagne Problems, da Netflix – tem muito de tudo o que gosto: gente bonita e com química, cenários aconchegantes e história fofinha e previsível, além de personagens secundários divertidos; não comecei nenhuma série nova e sinceramente tem tempos que nenhuma me chama muita atenção – aceito indicações!
#Estudando: Tarot e aquarela. Na minha onda de querer estudar algo, me veio um siricutico de voltar a estudar tarot, desenterrei os livros da minha mãe, comprei outros – o mais bonito e apaixonante é o Bruxaria e Tarô – e comprei um deck novo pra mim… tô curtindo voltar a ler sobre o assunto. Aquarela está sempre presente por aqui, eu de tempos em tempos retomo os estudos com o curso da Águas da Karla.
#Desejando: Botar meus pezinhos na água salgada e esquecer que computador existe. Pela primeira vez em 4 anos vou viajar 100% sem nada de trabalho pra fazer e tô vivendo por esse momento (mas me matando de trabalhar antes pra dar conta).
#Amando: as minhas últimas compras de papelaria. Passei um bom tempo sem comprar muita coisa, mas de setembro pra cá comecei a planejar o bujo 2026 e comecei o caderninho de estudo de tarot e tô apaixonada por tudo.
#Vestindo: nesse exato momento? As roupas mais velhas e acabadas do meu guarda-roupas porque amanhã preciso fazer mala e minhas roupas boas precisam estar limpas hahahahhah. Dilemas de viagem à parte, estamos de volta à onda de roupas frescas. Minha peça preferida tem sido o short-saia marrom da C&A que é saia na frente e atrás.

#Comendo: Eu estava me alimentando super bem, até a rotina e a correria apertarem e eu voltar pra hábitos não tão bons – de comer pouca variedade de coisas, pedir muito delivery… A meta é voltar pra minha rotina bonitinha depois de voltar das férias (porque nada no mundo vai me impedir de ser feliz comendo na Bahia).
#Sentindo: Uma certa ansiedade com mudanças na rotina de trabalho, mas também animação com projetos e coisas que tem acontecido. Esse ano foi o primeiro em que eu pude dizer com todas as letras “sou fotógrafa que faz uns bicos de revisão” ao invés de o contrário e isso me deixou muito feliz, mas ainda estou sentindo o terreno e entendendo como vai ser no futuro.
#Desfrutando: da companhia dos meus amigos. Esse ano também foi um ano em que consegui me reconectar bem com amigos e ter uma rotina de vê-los – e perceber que, mesmo sendo uma pessoa introvertida, ter tempo de qualidade com as pessoas que amo faz muita diferença na minha vida e na minha saúde mental.
Bom, por hoje é isso. Eu viajo no dia 26 (amanhã, pra quem está lendo no dia da postagem?) mas ainda quero deixar um post preparado para antes do fim do ano, da blogagem coletiva, então talvez a gente ainda se fale mais uma vez… Caso não, já deixo aqui: Boas festas e que 2026 seja incrível pra todos nós!
Abraços,
e até mais!
O mês de novembro voou. Depois de um outubro agitado, o objetivo era um mês pra editar as fotos, entregar os trabalhos e descansar. Óbvio que eu falhei na etapa descansar, surgiram alguns trabalhos de última hora e eu só peguei mesmo. Ainda assim, foi um mês menos agitado profissionalmente e consegui recuperar as forças pra dezembro.
O mês começou com uma festa de Halloween de última hora. Iamos encontrar Bibi e Ian para nossos jogos de tabuleiro e eles chamaram a gente pro Halloween do BarDo Folk, um bar temático medieval que eles sempre vão e fazia tempos que eu queria conhecer. Como foi do nada, tivemos que improvisar uma fantasia – saí só pra comprar um tecido vermelho pra usar de faixa e todo o resto da minha “fantasia” de pirata eu já tinha no meu guarda-roupas. O João também foi de pirata – não era intencionalmente uma fantasia de casal, mas o que dava pra montar juntando as roupas da mochila dele, o meu guarda-roupas e uma bota do Ian hahahah.




A festa foi uma delícia, o pessoal realmente se empenhou muito nas fantasias e foi meio mágico estar lá no meio. Depois ainda teve a parte divertida de sair em um grupo de 7 ou 8 pessoas altamente fantasiadas pra comer no Burger King/em uma outra hamburgueria no meio da madrugada; Preciso descobrir no celular de quem ficaram as nossas fotos em grupo, mas pra contar história tenho pelo menos uma do Henrique no Burger King lembrando que demônios também gostam de batata frita.



De lá já fomos direto pra casa do Ian e da Bibi, onde passamos o domingo jogando – dessa vez, fomos com a temática de Halloween (já era novembro? Sim, mas a sexta foi dia 31/10, então ainda estávamos no clima). Os jogos da vez foram Black Stories e Mysterium, que é uma mistura de Detetive com Dix It que eu gostei bastante.





O mês também foi pra aproveitar as promoções de Black Friday pra me preparar pra viagens de dezembro e, com isso, acabei comprando outras coisinhas. Uma delas foi um kit maior de giz pastel que usei bastante, realmente é uma das minhas coisas de arte preferidas pelo tanto que é despretensioso e simples – dá pra fazer coisas incríveis, mas é super usável de forma mais divertida também.


No dia 20, eu e Aline fomos pra o Roostock – um festival de forró que aconteceu aqui em BH. No começo confesso que eu estava com certa preguicinha, a programação começava super tarde e tinha atração que COMEÇAVA às 4:00. Além disso, eu não sabia se ia sentir muita confiança pra dançar depois de ter deslocado o joelho em outubro. Mas que bom que eu deixei o desanimo de lado: foi uma delícia passar a noite dançando com gente de tudo que é canto do país, as bandas e DJs que vimos foram incríveis e o festival tava muito bem organizado também, apesar de muita gente, não tava difícil comprar comida, bebida, ir no banheiro… Fiquei feliz demais. Dançamos e conversamos muito até por volta das 03:00, quando decidimos que já tava bom pra gente e voltamos pra casa.



Também teve um dia aleatório que o João veio pra BH resolver as coisas dele e aproveitamos pra almoçar juntos no La Traviata, um restaurante bem tradicional de BH que já virou nosso ponto quando encontramos naquela região. Aproveitei também pra ir conhecer a loja “nova” do FFV (eu conhecia a loja antiga deles, depois que mudaram eu ainda não tinha ido, mesmo já tendo um tempinho) e foi gostoso conhecer esse cantinho, babar nas câmeras e filmes, querer gastar muito dinheiro comprando tudo. Como tinhamos acabado de almoçar, acabamos não experimentando nada do café, mas tomamos um picolé só pra não passar batido – ainda quero voltar lá pra comer no café!






O mês acabou com dias tranquilos no sítio, curtindo banhos de cachoeira, dormir com barulho de chuva e muitas visitas na horta pra catar acerola.



E esse foi meu novembro <3
Me contem o que vocês fizeram por aí!
Até mais <3
Outubro começou com uma grande frustração, como cheguei a comentar no resuminho de setembro: no dia 2, eu estava fazendo uma aula de pilates quando, no meio de um exercício, minha patela saiu do lugar. Se você está aqui há bastante tempo, talvez se lembre que isso não é totalmente incomum pra mim: já aconteceu mais de 20 vezes, sempre gera muito medo, dor e frustração, mas é algo que preciso lidar.


O que eu faço é continuar fazendo pilates para fortalecer a musculatura e evitar novos deslocamentos – sim, sintam a ironia de ter acontecido durante o pilates. Mas, de forma geral, funciona e nos últimos 6 anos, desde que comecei com o pilates, a frequência das luxações diminuiu muito. Então comecei o mês com uma semana de molho em casa, sentindo dor e muita insegurança pra andar. A minha agenda para outubro estava lotada e quase surtei pensando em tudo que precisaria fazer e como seria difícil. Aproveitei, claro, pra matar o tempo pintando, colorindo, desenhando, tudo que tinha direito.

Por sorte, a semana de molho acabou 1 dia antes do meu primeiro trabalho de outubro, um evento corporativo super tranquilo e que me deu a segurança de que tudo ia ficar bem e eu ia conseguir voltar tranquila.
No dia 10, saí com Aline e Bibi pra conhecer a Casa Gabo, comer e conversar. No dia que meu joelho deslocou nós íamos pra um forró a noite e precisamos desmarcar, então remarcamos um rolê mais tranquilo e foi ótimo passar a noite com elas – a comida de lá é incrível, e pedimos bebidas da Cachaçaria Lamparina, também de BH, que eu já conhecia e amava.





No dia 11, peguei estrada para Argirita – MG, para comemorar o aniversário de 80 anos do Jefinho, primo do meu sogro. A família do João inteira foi e passamos os dias passeando pela cidade, curtindo a piscina no clube, comendo e jogando. Foi divertido porque grande parte da família viveu as férias da infância lá, então fomos revisitando lugares e todos tinham muitas histórias pra contar. Eu ainda não conhecia o Jefinho apesar de estar há 10 anos com o João, mas já tinha ouvido muitas histórias do meu sogro sobre ele e foi incrível presenciar esse reencontro da família.







A casa do Jefinho também funciona como um museu e eu fiquei alucinada com as câmeras, fotos antigas e tudo mais que tem por lá. Também fomos conhecer a casinha dele na roça, um cantinho delicioso.




No dia 14, minha tia chamou eu e minha mãe no meio da tarde convidando a gente pra ir no Circo Teatro Marcos Frota, que estava aqui perto de casa. Topamos e foi muito legal, as apresentações são incríveis e fazia muitos anos que eu não me lembrava de como gosto da magia do circo.






Fotografei um casamento civil no dia 16, um casamento em Rio Acima no dia 18, outro civil no dia 24, um casamento em Ibirité no dia 25, um ensaio no dia 26 em Caeté e, o casamento da Isabela e da Jenny (com quem trabalho em muitos casamentos) no dia 28. Foi uma correria e no fim eu estava em uma bola de neve de fotos pra editar (e foi assim que novembro voou e só consegui fazer esse post agora), mas no fim consegui olhar pra trás e ficar orgulhosa do meu trabalho, então valeu muito a pena. Foi engraçado que eu e Reis custamos a nos encontrar esse ano, mas de repente pegamos essa correria juntas.



No dia 19, João foi convidado para o soft opening do Bar Coreto, uma coquetelaria da mesma chefe do restaurante Trintaeum. Ele está fornecendo shoyu e saquê para eles e antes da inauguração fizeram uma noite para que os fornecedores conhecessem o cardápio e o local. Foi incrível, a comida e os drinks são perfeitos e o espaço é lindíssimo – começamos lá fora, com uma vista linda, mas depois começou uma ventania absurda e acabamos conhecendo o ambiente interno também, que não deixa a desejar. Foi muito legal ver e experimentar os produtos do João sendo usados de forma tão legal – o shoyu no prato com angus e batata frita e o saquê na conserva de abacaxi do prato de curados/charcutaria.









No fim, o mês que começou no caos e frustração terminou com um gostinho bom de movimento, orgulho e animação. E eu não poderia imaginar nada melhor 🥰
E outubro por aí, como foi? Já podem me contar sobre novembro também, que já está quase acabando né?
Beijos,
e até mais!
Nessa onda de atualizar o Blogroll, percebi que tinha anos que eu nem mesmo abria a página “sobre” aqui do blog. Uma percepção engraçada, visto que por uma grande parte da vida desse blog eu fui obcecada por essa página, atualizava de poucos em poucos meses, nunca deixava nenhuma informação desatualizada.
Abrir a página depois de tanto tempo e ver como eu me descrevi lá em janeiro de 2016 (a página já foi atualizada depois disso, mas a “base” continuou a mesma) me deu um misto de nostalgia e vergonha engraçado, mas mais engraçado ainda foi encontrar um link para a página “sobre” mais antiga (de quando eu tinha 16 anos) e me identificar mais com aquela versão. Por fim, como a canceriana apegada que sou, resolvi juntá-las todas em uma espécie de post-arquivo que vai salvar essas antigas versões de mim e abrir espaço pro que quer que seja que eu escolha escrever sobre a Laura-mulher-adulta-de-27-anos.
Ter um blog há quase 15 anos (em fevereiro do ano que vem teremos a quinceanera, estão todos convidados) me dá uma oportunidade muito louca de coexistir com registros autobiográficos das versões antigas de mim, e acho isso lindo.

Oi, me chamo Laura e tenho 17 anos completados no dia 25/06. Sim, sou canceriana dessas bem carentes e acolhedoras mesmo. Por falar em acolher, sou também Mineirinha das típicas que fala “uai” e “trem” toda hora e não abre mão de um pão de queijo. Me encaixo no talvez-não-tão-pequeno grupo de pessoas que se encanta pelos detalhes, gosta de observar o céu, ama a lua e assistiria o pôr-do-Sol mil vezes sem enjoar.

Entre as minhas paixões estão a escrita e a leitura- minhas formas de tirar férias desse mundo- e a fotografia- que faz com que eu me encante até mesmo com o que é rotineiro. Sou também cheia de sonhos, e o maior deles é conhecer o mundo. Viajar é mágico para mim e já me alegro toda com a grande lista de pequenas cidades de Minas que já visitei- sem contar com alguns outros Estados- mas sempre quero mais.

Além de um passaporte todo carimbado e uma câmera cheia de fotos de lugares de todo o mundo, ainda quero morar numa casa com varanda e cor de pôr-do-Sol, aprender a tocar violão e publicar um livro- ou muitos livros. Tenho uma tatuagem que diz “Voar com as próprias asas”, uma câmera e um bracelete de folhinhas, mas já planejo fazer mais algumas ao longo da vida.

Adoro as sensações de vento no rosto e tomar banho de chuva. Misturar sabores e ter algo gostoso no final também é mágico pra mim – principalmente se esse algo for doce.
Batom vermelho, saia longa, pé no chão, pipoca, vestido soltinho, álbum de fotos, brigadeiro, cachecol, cadernos, blusa de tricô, filme com amigos, lápis creon, tardes de chuva e gifs de gatinho.




Desde que me entendo por gente, escrevo. Há 6 anos atrás resolvi que precisava de um cantinho para publicar meus textos- na época, pensamentos de uma garota de 12 anos apaixonada- e então nasceu esse blog com o nome “I Just Believe” porque não consegui pensar em nada melhor. Desde então muita coisa mudou, mas este continua sendo meu lugar para falar das coisas que amo, dos meus sonhos, do que me move.

Encontrei na blogesfera uma quantidade linda de amigas, de gente que me entende e até me arrisco dizer que encontrei aqui meu lugar no mundo – ou a minha forma de me colocar nesse nosso mundo.
“Mas Laura… Porque ‘A Menina da Janela’?” – Já escrevi sobre isso aqui, mas de forma bem resumida é assim: Eu sempre gostei de sentar em janelas e por isso pessoas muito queridas começaram a me chamar assim(boatos que também é porque sou namoradeira…. zoa)… Gostei tanto do apelido que virou nome pro blog!

Sejam Bem-vindos ao meu cantinho e sintam-se à vontade para perguntar o que quiserem! ❤
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Você já deve ter visto ali do lado que eu chamo Laura Nolasco, mas vou adorar se me chamar de Laurinha. 17 invernos vividos na capital de Minas. Sei tantos detalhes sobre mim que acho difícil me descrever, e existem grandes chances de você só encontrar coisas bobas aqui, mas é que pra mim a vida é feita de detalhes e eu gosto muito mais deles.
Aquela história de ter fases como a lua se encaixa tão bem em mim que até parece clichê. Tem dia que sou completamente doce e feminina, que vejo flores e sonhos em todos os cantos. Tem dias que nem eu mesma dou conta de mim, de todas as minhas raivas e medos. E tem os dias que acordo decidida e tiro os sonhos da cachola pra realizá-los.
Sou movida a sonhos. Ainda vou conhecer a Itália, escrever um livro, aprender a tocar violão e morar numa casa com varanda. Ainda vou conhecer muitos países, escrever muitos livros, aprender a cantar também.
Na minha lista de sonhos realizados está estudar no CEFET MG, onde atualmente faço o Ensino Médio e um curso técnico de Redes de Computadores. Na minha lista de sonhos a realizar está fazer faculdade de jornalismo. Ou de algo em TI. Ou de web design. Ou de alguma coisa que ainda não sei exatamente qual é.
Adoro as sensações de vento no rosto, das gotas de chuva caindo em mim e de abraços. Adoro dançar e acho mágico quando misturo alguns sabores e no final tenho algo gostoso pra comer. Livros e músicas me levam pra outro mundo e são meus passatempos preferidos.
Batom vermelho, dias de chuva, pipoca, saia rodada, filme com amigos, brigadeiro, sapatilha, cobertas, all star, cadernos, fones de ouvido, canetas coloridas, sentimentalismo, moletom grande, adesivos, lápis creon, bagunça, drama.

O A Menina da Janela nasceu a mais de 4 anos atrás, lá em 2011. Queria apenas um lugar pra esvaziar minha mente pensante, mas acabei encontrando aqui tanta gente igual a mim que me senti mais em casa que em qualquer outro lugar do mundo. O nome do blog já foi “I Just Believe”, mas no final das contas acho que não era muito minha cara. Porquê “A Menina da Janela”? Porque amo me sentar em janelas e observar tudo, e algumas pessoas muito queridas começaram a me chamar de menina da janela por isso. Não deu outra: o apelido virou nome do blog.
Seja bem vindo e sinta-se livre pra perguntar o que quiser ♥