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Junho 2026 – amor em doses estratosféricas

Eu sempre amei o mês de junho. O misto de frio, festa junina e meu aniversário faz essa canceriana aqui muito feliz. E nesse ano o mês foi agitado, mas tão cheio de amigos e amor que eu não podia deixar de registrar por aqui. Em breve venho contar um pouquinho sobre uma aventura que […]

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14 de agosto de 2026

Na onda de resgatar rascunhos pra combater o vilão da campanha do Guardiões da Blogosfera semana passada, percebi que por muito tempo usei os rascunhos do blog como forma de salvar TAGs que eu achava interessantes e queria responder. Essa aqui achei divertida o suficiente pra responder de novo.

A Lari, do blog Loud Like Moi (inclusive entrei no blog dela e dei de cara com post desse ano, fiquei feliz!) me indicou em 2015 e por algum motivo eu só fui começar a responder em 2017 mas nem terminei. E eu já tinha respondido a mesma TAG em 2013. Então resolvi responder de novo agora em 2026 e deixar um print e comentário sobre as respostas salvas nos rascunhos – Assim a gente tem um comparativo da Laura de 15, 19 e 28 anos, que mudou tanto em alguns pontos, realizou alguns dos sonhos e ainda sonha e se encanta com algumas mesmas coisas.

Se vocês ainda não perceberam me acompanhando por todos esses anos, eu tenho um encanto por registrar e comparar as versões de mim que já fui e uma ânsia de conhecer as que ainda vou ser.

TAG 7 coisas (8 Jun, 2017)

TAG 7 Coisas

Eu queria fotografar um casamento antes de morrer e opa, já foram algumas centenas de casamentos (cerca de 30/40 por ano nos últimos 4 anos?), porque me tornei fotógrafa de casamentos. O inglês fluente veio aí (apesar de ainda tímido) com uma formação na Faculdade de Letras, e a outra língua escolhida foi o Italiano – 1 ano e meio de curso, já consigo assistir filmes e ouvir músicas sem legenda e sigo estudando.

Eu não sei de onde tirei que não gostava de construir coisas – eu não lembro de um momento da minha vida que isso não fez parte da minha personalidade, eu AMO construir coisas – inclusive falei sobre isso no post de 10 curiosidades sobre mim que escrevi em junho. Sigo não amando tênis – só All Star. Eu amo All Star e serei eterna defensora dele – agora vivendo a Lua de Mel com meu amarelinho de cano alto. E sim, eu ainda odeio futebol.

TAG 7 coisas (Agosto, 2026)

Agora, vamos à versão atualizada das respostas

❤ Sete coisas para fazer antes de morrer:

  1. Viajar muito
  2. Conhecer a Itália
  3. Aprender a falar mais uma ou duas línguas
  4. Ter filhos
  5. Fazer uma viagem internacional sozinha
  6. Aprender a costurar
  7. Preencher um sketchbook/caderninho com desenhos.

❤ Sete coisas que eu mais falo:

  1. Eita
  2. Vish
  3. Amoooor…. (geralmente seguido de:)
  4. Tô com fome
  5. Uai
  6. Bora
  7. Tipo

(Rindo do fato que essa lista aqui mudou pouquíssimo desde 2013. Sou uma mineira introvertida de hábitos.)

❤ Sete coisas que eu faço bem:

  1. Fotografar
  2. Escrever
  3. Dançar (forró, tango, dança do ventre, zouk… Bora dançar? Bora!)
  4. Crochê
  5. Artes/atividades manuais de forma geral
  6. Fazer mala (calcular a quantidade de coisas necessárias & fazer tudo caber na menor mochila possível)

❤ Sete coisas que me encantam:

  1. A Lua
  2. O Pôr-do-Sol
  3. Gatos
  4. Gente criativa
  5. Gente disposta a experimentar/tentar/aprender coisas novas
  6. Dias frios
  7. Dias vividos com amigos

❤ Sete coisas que eu não gosto:

  1. Futebol
  2. Calor quando não tô na praia/cachoeira/rio/represa/qualquer lugar que me permita virar um peixe
  3. Roupa social/alfaiataria/corporativa/ternos
  4. Cinza. Pra mim é uma cor que não faz sentido, não tem personalidade. Bota logo um preto ou branco de uma vez.
  5. Precisar falar com vendedor/atendente. Eu queria que o mundo aderisse mais ao self-checkout ou à possibilidade de resolver tudo pela internet.
  6. Gente que acha que as regras/filosofias da religião dela se aplicam aos outros.
  7. Encheção de linguiça

❤ Sete blogs para responder o mesmo:

  1. Você aí.
  2. Você mesmo, que está participando do BEDA do entreblogs e não sabe o que vai postar hoje.
  3. Você que já respondeu essa TAG há alguns anos e quer comparar as respostas.
  4. Você que nunca respondeu essa TAG e quer ter algo para comparar daqui há 7 anos.
  5. Você que chegou aqui de paraquedas pelo google em algum momento aleatório procurando por tags (ainda recebo muito esse tipo de visita aqui, segundo o analytics).
  6. Você
  7. Você, Laura de daqui há alguns anos que vai olhar pra essa lista e pensar “nossa, quanta coisa mudou! Quanta coisa permaneceu! E se eu responder tudo de novo?”

Esse post ficou mais comprido do que eu esperava e me diverti lembrando de como é o layout de listas aqui no blog. Mas enfim, é isso! Me contem com o que se identificaram e também o que é o contrário pra vocês!

Abraços,
até mais!

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12 de agosto de 2026

Eu não lembro a primeira vez que fui ao Topo do Mundo – provavelmente em algum dia aleatório que minha tia resolveu ir ver o Pôr-do-Sol. Mas desde as primeiras vezes, me lembro de amar fotografar lá. O Pôr-do-Sol, as plantas, as pessoas pulando de parapente, a cor dos parapentes contra a imensidão azul do céu.

Topo do Mundo, Novembro 2015

Quando comecei a fotografar, me lembro da primeira vez que alguém totalmente desconhecido entrou em contato comigo querendo um ensaio de casal. Eu já tinha feito alguns trabalhos pagos, mas para vizinhos, pra instrutora de pilates da minha mãe, para a irmã de uma amiga… Sempre conhecidos ou semi-conhecidos, sabe?

Mas aí meu celular tocou e era uma moça que viu minhas fotos no Instagram. A proposta? Um ensaio de casal no Topo do Mundo. Do auge dos meus recém completos 18 anos, parecia loucura entrar num carro com desconhecidos e ir para um lugar isolado, mas depois de muito pensar e conversar com minha mãe, resolvi topar. 

E assim aconteceu o ensaio da Priscila e do Alesh (que é de Praga e não falava português – as aulas de inglês foram postas à prova) e assim nasceu também a minha carreira na fotografia – agora com uma visão mais clara do que eu queria fazer.

Ensaio Priscilla e Alesh, 2017
Foto reeditada há uns anos atrás, enquanto estudava edição

Muita coisa mudou no meu estilo de fotografia e muita coisa era bem datada, eu não tinha muito controle do ensaio,  mas ao olhar para aquelas fotos, ainda tem muita coisa que amo, ainda vejo muito do que gosto de fazer e, principalmente, pensando em quanto tempo faz (11 anos!!!) e no fato de que eu ainda estava começando, ainda me orgulho delas. 

Alguns anos depois, no primeiro casamento que fotografei com o Bruno, meu professor de fotografia, voltamos lá para um ensaio pós-wedding. E foi legal ver a forma que ele usou o lugar, explorar novos espaços, agora com mais segurança e um guia.

Ensaio de casal no Topo do Mundo, Serra da Moeda, 2018 - Por Laura Nolasco Fotografia
Ensaio Kamila e Jeronimo, realizado em 2018 ~ o mexidão de estilos de edição, socorro~
Ensaio de casal no Topo do Mundo, Serra da Moeda, 2018 - Por Laura Nolasco Fotografia

Para quem é fotógrafo em BH, o Topo do Mundo é um daqueles lugares que chegam a ficar batidos: a gente tá sempre por lá, e comigo não é diferente. Já voltei algumas muitas vezes e nem é um lugar que sugiro sempre para os casais por saber o quão movimentado fica, principalmente aos fins de semana.

Ensaio Mariana e Josué, 2022

Mas nesse sábado voltei lá – dessa vez, para fotografar o Thiago e a Stephanie – e, ao chegar em casa, ri de como sinto que aquele lugar nunca perde a magia pra mim. Fui pela primeira vez dirigindo meu próprio carro. Dessa vez, o Sol foi o espetáculo – em outras vezes, o frio, o vento e até as nuvens de chuva já roubaram a cena. Foi a primeira vez do casal por ali também, e a empolgação deles com a beleza do lugar certamente também me afetou. 

Cheguei em casa querendo rever as fotos que já fiz por lá e assim nasceu esse post, meio nostalgia, meio homenagem a esse lugar que fez parte de histórias tão legais na minha vida.

Ensaio Thiago e Stephanie, 2026

A paisagem nunca cansa – sim, a mineira apaixonada aqui idolatra os mares de morros – e a sensação de ver o mundo ser redondo, tão rara por aqui, com tanto prédio e/ou morro, ainda é uma das minhas preferidas.

Ensaio de casal no Topo do Mundo, Serra da Moeda, 2026 - Por Laura Nolasco Fotografia

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10 de agosto de 2026

Eu não costumo ser das pessoas mais pessimistas, acho que vivo uma vida legal, trago com frequência as coisas e pessoas que amo pra minha rotina, tenho um trabalho que gosto e, nesse mundo louco, tenho alguns muitos privilégios. Mas vez ou outra, ainda vem aquele pensamento de “Tá, é isso mesmo? Será que tô vivendo errado?”

Vez ou outra vem uma crise por ainda morar com minha mãe. Eu sou muito grata por ter uma relação boa com ela e não ter pressa pra sair de casa como aconteceu com muitos amigos. Mas uma parte de mim sente que só vou ser adulta depois que tiver minha própria casa (no sentido figurado de morar sozinha, porque no mundo atual, a ideia do Sonho da Casa Própria parece uma piada mal contada que só os herdeiros conseguem entender.). Aí converso com amigos que já estão vivendo essa fase e eles riem e me contam que eles também tem a mesma sensação – seja por estarem sempre correndo atrás das contas atrasadas, seja por não saberem trocar o chuveiro que queimou. Tá todo mundo sempre aprendendo a ser adulto – tá ok, é a nossa primeira vez fazendo isso mesmo. Acho que as vezes o problema é que minha mãe sempre foi muito boa em fingir que sabia o que tava fazendo – e meu mundo ainda colapsa de vez em quando quando percebo que ela segue sem saber todas as respostas do mundo.

Estou escrevendo isso aqui enquanto adio de pegar o telefone para marcar um exame – porque preciso de mais informações do que aquelas que o aplicativo me dá – e aí me sinto um pouco menos adulta de novo – lidar com médico sempre vai fazer em me sentir um pouquinho a criança que quer olhar pro lado e esperar a mãe responder qual é o problema.

Esse post talvez fuja um pouco do padrão por aqui, mas foi o que consegui em uma corrida contra o relógio – proposta pelo BEDA. Bem-vindos à minha mente não filtrada pela falta de tempo.

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8 de agosto de 2026

Na batalha dos Guardiões da Blogosfera dessa semana, estamos combatendo o vilão Crítico Infinito, e um dos possíveis ataques contra ele é resgatar um post dos rascunhos. Ao aceitar essa missão, me choquei um pouco com o conteúdo dos meus rascunhos – reflexões profundas demais que eu não lembrava já terem sido escritas por uma adolescente pensante demais. Embora não me identifique mais com muita coisa, esse aqui me trouxe uma sensação boa – um sinal de bons ventos pra primavera que se aproxima. Então, fiquem com uma pequena janela para a cabecinha da Laura de 2018.

Deixa o Outono ser, menina. Vinte anos de ser cíclica não foram suficientes pra aprender que é hora de deixar ir o que não serve mais? De que serve tanta admiração pela árvore que fica na janela se não consegue seguir seus passos? Vai, eu juro, vale a pena o peso de deixar as folhas velhas caírem, vale a pena viver o luto e o vazio de deixar ir. Pensa no quão conveniente será a leveza quando a primavera chegar.

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6 de agosto de 2026
Laura Nolasco, guardiã da Blogosfera

Já faz alguns anos que me considero um pouquinho guardiã da blogosfera. A verdade é que desde que esse blog surgiu, lá em 2011, nunca passei mais de 6 meses sem postar por aqui. E por mais que não seja na frequência que eu gostaria, por muito tempo segui por aqui mesmo sem muita companhia.

Quando o pessoal lá no Entreblogs começou a falar em BEDA, dei uma risadinha nervosa. Quando eu era uma adolescente com infinitas tardes livres, a ideia de postar todos os dias por um mês já parecia demais para mim, e a ideia de começar e falhar parecia ainda pior – sim, eu tenho um problema muito grande com não conseguir algo, principalmente se já contei para outras pessoas que estou tentando. Por isso, nunca nem cheguei perto de cogitar a possibilidade de tentar algo assim.

Mas aí o pessoal lá no grupo começou a se empolgar com a ideia, criar possibilidades, histórias e até um sistema de gamificação super lindo e bem elaborado – por favor, visitem a página do BEDA do Entreblogs para conseguir entender toda a magia que certamente não caberá aqui. E eu, apaixonada por magia, fantasia, jogos de tabuleiro e toda essa estética fui aos poucos sendo seduzida. Seria tão ruim assim falhar? Por fim, veio a cartada final, com possibilidades de participação diferentes, que mudou tudo pra mim, e compartilho com vocês:

A ideia de ser uma andarilha virou festa na mente dessa que vos fala – eu diria que até o nome mexeu com meu ascendente em aquário. Essa liberdade de ser meio que um Mestre dos Magos do BEDA era tudo que eu precisava – e o motivo de eu não chamar exatamente de BEDA por aqui.

Não vou dizer que não me perdi já algumas vezes nessa jornada: tive duas semanas meio caóticas por motivos médicos, e quando voltei para o grupo do projeto todo mundo tinha avatar, nome e histórias fantásticas para seus personagens. E eu lá no meio, sendo só Laura Nolasco, sem rosto e sem história. Criar um avatar não foi difícil, o resto resolvi deixar como está – apesar de AMAR ler fantasia, a ideia de criar algo assim me paralisou, e a ideia por aqui é facilitar. Apesar amar jogos e achar um universo incrível, eu tenho medo da ideia de jogar RPG por precisar criar um personagem e até cheguei a conversar sobre isso outro dia com amigos que jogam.

Então sigo assim: Laura Nolasco, uma fadinha anciã da blogosfera que aparece nas janelas pelo caminho, em momentos oportunos. O plano é aparecer mais de uma vez por semana, se o universo conspirar, três – olha eu sendo ousada e contando pra vocês os planos. Se falhar, finjam que não viram essa parte, por favor.

Mas a aventura de manter a blogosfera viva já faz parte da minha rotina há tantos anos que se torna doce ver tanta gente se juntando. Vamos com a gente?

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4 de agosto de 2026

Eu sempre amei o mês de junho. O misto de frio, festa junina e meu aniversário faz essa canceriana aqui muito feliz. E nesse ano o mês foi agitado, mas tão cheio de amigos e amor que eu não podia deixar de registrar por aqui. Em breve venho contar um pouquinho sobre uma aventura que vamos viver por aqui esse mês, mas, por hoje, vamos tirar o atraso desse resuminho de junho. 

Junho 2026

O mês começou com foco total em uma missão: terminar o gorro e o cachecol de crochê que resolvi fazer de presente de aniversário para o João. Fazer crochê no frio é um dos meus hobbies favoritos e eu amei esses dois projetos.

No dia dos namorados, nunca temos muitos planos, até por ser muito perto do aniversário do João, mas fomos para a casa de amigos dos meus sogros, o João fez lamem e passamos a noite curtindo o frio, comendo e conversando. No mesmo fim de semana, fizemos torta de maçã, outra coisa que amo fazer no frio, e ainda comemos pastel da festa de Santo Antônio, tradicional de Rio Acima.

Não consegui terminar o cachecol a tempo do dia do aniversário do João, mas como ele resolveu comemorar no fim de semana seguinte eu aproveitei da desculpa para ganhar uma semana extra. 

Em um dia aleatório, eu estava tomando banho e quando olhei pela janela dei de cara com um tucano me encarando. Quando tirei a foto ele já tinha se afastado um pouco, mas ficou ali até eu terminar o banho. Sempre vemos tucanos por aqui, mas tava engraçado demais ele olhando meu banho todo curioso.

No fim de semana seguinte foi a comemoração do aniversário do João (e dessa vez o presente ficou pronto!), aquela bagunça deliciosa de sempre: família, amigos, muita música, comida, jogos e farra de sexta a domingo. Ainda assistimos o jogo do Brasil na copa na sexta com direito a projetor e muita gente amontoada pelo frio. Como fez frio lá no sítio esse ano, viu? Por aqui também, mas lá bateu recordes: meio dia a gente ainda estava procurando sol e o frio era tanto que ainda estava saindo fumacinha da boca. 

Na quinta-feira seguinte chegou minha vez de ficar mais velha. Confesso que passei a semana num humor péssimo e acordei com muita cólica no dia. Fui almoçar com meu pai, como já tinha combinado com ele, e depois ia passar o dia debaixo das cobertas, mas aos poucos meu humor foi melhorando e, no fim de tarde, quando Bibi me chamou pra casa dela para fazermos coisinhas para a festa julina que estávamos organizando, me animei. 

Chegando lá, ela tinha decorado a sala e pendurado balões pro meu aniversário <3 Aline também foi pra lá e passamos a noite fazendo arte, comendo coisinhas gostosas e conversando. De noite o Ian chegou também e pedimos pizza. Foi a forma mais deliciosa possível de passar meu aniversário. Acabamos ficando por lá até a sexta e fizemos muita coisa pra festa. 

No sábado fui com João Victor pro sítio e de noite fomos com João, meus sogros e outros amigos para a festa junina do tangará, uma festa que sempre amei. Passamos a noite curtindo a fogueira, caldos, canjica, brincadeiras, dançando quadrilha e MUUUUUUUITO forró. No fim da noite João foi chamar a gente porque se dependesse de mim e do João Victor a gente ainda estaria lá na pista dançando, mas o frio estava começando a apertar com a fogueira abaixando. Também fiz um bolo e cantamos parabéns só pra constar.

No domingo o João descobriu que teria show da Academia da Berlinda, uma banda pernambucana que adoramos, de graça na Festa da Luz em BH, então voltamos, encontramos Tomás e Bolusca, primos do João, e fomos. Aproveitamos para ver um pouco da festa da luz que estava muito legal também – mas, infelizmente, achei menos política que em anos anteriores (exceto pela projeção lindíssima do Raoni no Parque Municipal). Fechamos a noite com o show e foi incrível ver eles de pertinho, principalmente de surpresa assim, encerrando o fim de semana de aniversário com chave de ouro.

E esse foi meu mês de junho, que se já não fosse o meu mês preferido teria virado depois de tanto amor e momentos delicinha com as pessoas que amo.

Logo logo volto…
Abraços,
e até mais!

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10 de julho de 2026

Um pouquinho atrasada, mas a intenção é o que conta, certo? Achei que em junho eu ia arrasar nos temas do Entreblogs, que ia conseguir participar das conversas no grupo, do clube do livro e não sei mais o quê – afinal, depois de 2 meses seguidos trabalhando todos os fins de semana sem descanso, em junho me dei ~férias de casamentos. Continuei editando mil fotos e fazendo todas as outras partes do trabalho, mas reservei os fins de semana pra mim, pro aniversário do João e pro meu, principalmente.

Corta pra mim editando milhares de fotos e nem querendo olhar pra cara do computador quando conseguia uma pausa – fosse das edições, fosse dos mil eventos sociais que, apesar de terem sido incríveis, deram uma esgotada na minha bateria. Mas, sigo apaixonada pelo projeto e pela ideia de que a gente é um tantão de gente com blogs ativos em pleno 2026 – e não queria deixar o tema de mais um mês passar batido, então vamos lá descobrir algumas curiosidades sobre essa que vos fala?

10 curiosidades sobre mim

1. Sou formada em Letras, bacharel em edição e, apesar de adorar vários aspectos da ~arte de transformar texto em livro~, não me vejo trabalhando na área – nem em nada que exija viver num escritório.

2. Adoro ler e estudar sobre assuntos aleatórios (que podem ir do marketing e design à moda, educação, filosofia, sociologia…), mas ODIEI com todas as minhas forças estudar em um contexto acadêmico – o que foi um choque, porque minha família é toda muito acadêmica e pra mim sempre foi “normal”, parte do pacote pré-definido da vida, sabe? A gente nasce, cresce, passa muitos anos na universidade, reproduz e morre.

3. Depois de descobrir minha coloração pessoal comecei a experimentar roupas coloridas e descobri que eu só vivia de azul marinho e preto por considerar que eram cores seguras, que não chamariam atenção. Hoje adoro ser um pontinho de cor pelo mundo.

4. Eu gosto muito da sensação de fazer coisas com minhas próprias mãos: pode ser um casaco de crochê, instalar uma prateleira ou trocar uma resistência de chuveiro – eu me sinto CAPAZ de um jeito muito bom.

5. Sou completamente apaixonada por Minas Gerais. Amo as paisagens, as comidas as pessoas, as tradições, os sotaques… Para mim, dos Estados que conheço, só a Bahia chega perto de competir! (Mas ela ganha muitos pontos por ter praia, outra coisa que amo – como boa mineira.)

6. Eu escrevo a grande maioria dos posts do blog à mão, e a invenção da função do celular que “copia” os textos em fotos é minha melhor amiga desde que surgiu. Escrevo no caderno, fotografo, copio e colo o texto, faço pequenos ajustes – flui muito melhor pra mim assim.

7. Eu sou meio obcecada por uma estética meio fantasiosa e idílica, meio Senhor dos Anéis e fadas, sabe? Nunca soube nomear, mas amo. Queria poder viver com roupas e decorações e tudo nessa estética.

8. Sou uma romântica incurável. Amo o amor- em todas as suas formas. Meus livros e filmes favoritos são romances, amo músicas românticas, torço por casais em todas as séries, mesmo as que não são românticas. Trabalhar com casamento é um reflexo disso – apesar disso, nunca sonhei em me casar e a ideia de ser o centro das atenções por um dia inteiro me parece um filme de terror.

9. Sou bissexual – ou pansexual, chame como preferir. Acho a palavra “bi” mais bonitinha e gosto mais da bandeira pan, mas no fim das contas da na mesma pra mim. Descobri no ensino médio e foi engraçado perceber que varias garotas que antes eu “queria MUITO ser amiga mas tinha MUITA vergonha de falar com elas” na verdade eram crushes hahahahha.

Esse adesivo da @_transbordados

10. Faz uns anos que eu me olho no espelho e sorrio por pensar que a eu de 14/15 anos teria orgulho de quem estou me tornando. Muita coisa saiu completamente diferente do que eu esperava ou imaginava, ainda tem muita coisa que quero realizar e o ritmo é umas 10x mais lento do que a Laurinha adolescente imaginava, mas a essência segue aqui.

Que sofrimento foi fazer esse post, viu? Eu pensei em umas trocentas mil curiosidades mas depois tive uma crise de que não queria me definir por doenças e trabalhos e sei lá mais o quê – e acabei deixando de fora muita coisa, falando mais do que eu esperava sobre outras e no fim só aceitei escrever o que viesse na telha mesmo. Espero que tenham gostado!

E me contem uma curiosidade sobre vocês também ou com o que vocês se identificaram – ou não!

Abraços,
até mais!

Este post faz parte da Blogagem Coletiva Entreblogs. Se você também quiser fazer parte, tem mais infos aqui. Outros blogs que participaram do tema:
BMRTT || Meu Museu Particular || O (EU) Não Obstante || Moon Hexe || Inventando Assunto || Blog do TH || TechDemo || EsKAYvendo || Ondeando || Histórico Infame || Kakumei || Doses de Mika à gosto || Manifestação Literária || Adeline Daniele

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7 de julho de 2026

2026 está voando e eu, sendo engolida pela vida e trabalho, mal consegui passar por aqui. Mas os ultimos meses tiveram seu muitas coisas legais e que eu queria registrar, então vamos de um resumão?

Março

No começo de março o João viajou para a China e passamos o mês vivendo em uma diferença de fuso de 11 horas ou mais, o que rendeu muitas conversas engraçadas.

Também encontrei uma promoção muito boa da Canon R6 Mark II e comprei – eu queria muita fazer essa troca mas não achava que ia sair esse ano, como disse no post de metas para 2026, no qual eu disse que era uma meta absurda que eu tava colocando só porque “vai que”. E foi! Ter uma câmera com 2 slots de cartão é uma segurança a mais pra trabalhar com casamentos e como tenho trabalhado 90% do tempo com casamentos, isso foi importante demais até mesmo pra eu me sentir mais tranquila.

O mês também teve aniversario de grandes amigos: João Victor e Bibi. Contei um pouquinho mais sobre no post de 1 semana comigo. O João Victor fez uma “noite de gala” em um restaurante delicioso aqui em BH, e adorei a desculpa pra vestir algo diferente. A Bibi fez um jantar com noite de jogos em casa e foi delicioso demais também.

Também foi em Março que dirigi pela primeira vez para Bom Despacho, pra fazer um ensaio. Eu estava bastante ansiosa por precisar dirigir mais ou menos 320 km em um dia, até pensei em dormir lá pra não precisar voltar no mesmo dia, mas no fim das contas foi tranquilo e fiz um ensaio lindíssimo lá.

Abril

No começo de Abril, numa terça aleatória, a Bibi me mandou uma mensagem com “bora fazer uma aula de tango hoje??” e assim comecei aulas de tango em um centro cultural pertinho de casa – e tem sido incrivel.

Nesse mês também saí para dançar forró com a Aline, terminei meu poncho de crochê e fotografei 2 casamentos com a Reis – um deles do casal lá de Bom Despacho! Dessa vez a Reis foi comigo de carro e dormimos por lá pra voltar no dia seguinte, e também fiz o ensaio de gestante de uma amiga da época da faculdade.

No fim do mês o João voltou da China e curti muito dengo para matar a saudade.

Maio

Em maio eu TRABALHEI. Abril também teve agenda cheia, mas nada se compara ao mês das noivas para a fotógrafa.

Mas também consegui curtir muita coisa durante as semanas: eu e João fomos conhecer o Fuga e saí apaixonada pela comida de lá, principalmente a costeleta de porco a milanesa. Encontramos Bibi e Ian para jogar MunchKin, comecei novos projetos de crochê, e também joguei Paralives, um jogo de simulação de vida que acabou de estrear e já AMEI.

Também fui com Bibi e Aline em uma cafeteria chamada Bolo e Flor e foi uma delicia, além do espaço lindinho tudo que experimentamos foi muito gostoso, o bolo de chocolate me dá saudade só de olhar a foto.

No fim do mês, foi aniversário do meu pai e minha família se reuniu lá na casa dele pra comemorar, com direito a bolo e comidas deliciosas feitos pela Sandra, esposa dele.

E esse foi o resumão desse trimeste corridinho e cheio de acontecimentos.

Me contem o que vocês tem feito por aí e como foi o primeiro semestre do ano pra vocês!

Abraços,
até mais!

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