Eu falhei semana passada com a ideia de postar 3x na semana, não queria falhar nessa semana de novo, mas tô sinceramente sem muito tempo para escrever. Hoje chegou minha câmerazinha nova – tinha um tempo que eu estava de olho em uma câmera que eu pudesse levar pra lá e pra cá, que tivesse configurações manuais e uma qualidade ok. Então resolvi passar rapidinho por aqui pra mostrar as primeiras fotos que fiz com ela.

Eu nunca gostei de fotografar com celular – a distância focal super aberta me dá uma brochada, não curto muito e o zoom só come a qualidade da foto. E pra pequenas viagens e passeios, sempre fico insegura de levar minha câmera de trabalho – com medo de sair por aí com algo tão caro, indecisa para escolher que lente levar (a 50mm sempre é a escolhida, mas vez ou outra bate um arrependimento por querer algo mais aberto pra uma foto de paisagem ou algo mais fechado pra aproveitar o zoom) e ainda o peso e tamanho dela + lente + carregador + bolsa pra levar tudo protegidinho são fatores que não ajudam.
Depois de muito pesquisar, resolvi comprar uma Kodak AZ425 – é uma câmera superzoom com modo manual, super pequenininha e com um zoom de 42x (vai mais ou menos de 24 mm a 1008 mm no zoom óptico, o digital eu só ignoro mesmo). Outra vantagem é que carrega por USB-c, que é um cabo que já carrego em viagens por causa do Kindle, fone de ouvido e outras coisas (lanterna, ventilador portátil… tudo, né?).

Ela chegou há literalmente menos de 2 horas e eu estava em casa trabalhando, então não teve muito como explorar e brincar, mas fui testar principalmente o zoom, que é a parte mais diferentona de tudo que já tive acesso. Óbvio que pra um zoom desse nível, o ideal seria colocar a câmera num tripé pra evitar tremer, mas os testes foram aleatoriamente na mão mesmo.
Fiquem agora com fotos aleatórias da vista da minha janela – moro no 7° andar, cliquei a vista, uma árvore da frente da janela e seus visitantes, e também um gatinho lá no estacionamento do prédio. Tudo no automático, pra não perder o foco do trabalho por muito tempo, porque se eu começasse a fuçar configurações, já era. E sem edição também, pelo mesmo motivo.





É isso. Talvez não seja o post ou as fotos mais interessantes pra todo mundo, mas foi espontâneo, e fica aqui com um desejo de que essa compra me ajude a fotografar mais fora do trabalho, sem me frustrar ou ficar ansiosa com isso. Toda vez que paro pra fotografar minha vida com a câmera me lembro de como e porque amo a fotografia em um nível diferente só do profissional – a canceriana em mim fica radiante de eternizar momentos e coisas bonitas que passam pela minha vida.
Abraços,
e até mais!
