
Eu sempre amei o mês de junho. O misto de frio, festa junina e meu aniversário faz essa canceriana aqui muito feliz. E nesse ano o mês foi agitado, mas tão cheio de amigos e amor que eu não podia deixar de registrar por aqui. Em breve venho contar um pouquinho sobre uma aventura que […]

Ô mesinho traiçoeiro que foi esse outubro, hein? Pela primeira vez desde que comecei a me organizar com o bullet journal e com o planner algo conseguiu me fazer perder completamente as estribeiras e quando percebi já estava há dias sem nem mesmo abrir o planner e me culpando muito por deixar o planejamento, organização, criação, tudo o que batalhei tanto e me me orgulhei tanto por conquistar, de lado.
O creative journal foi abandonado também e só rolou uma página no mês inteiro, os projetos foram esquecidos, parei de me exercitar como tinha conseguido fazer por um mês inteirinho. Todo o esforço foi por água abaixo e tudo o que eu queria durante todo o mês era me esconder debaixo da coberta e não sair nunca mais. Até a faculdade se tornou algo difícil e que eu evitei em todos os momentos que pude.
Conversando com uma professora na aula definimos que o mês foi violento. Eu não tenho palavra melhor: a gente sentia o cheiro do ódio no ar e de repente estávamos temendo pelas nossas vidas, pela nossa liberdade, pelos nossos irmãos. A briga, que até pouco tempo tinha apenas as redes sociais como ring, de repente invadiu até mesmo nossa casa e nossas famílias. Fiquei assustadíssima ao ver gente que esteve ao meu lado durante toda minha vida defendendo o indefensável.
Minha escolha foi me afastar: ficar perto de gente sem senso de humanidade e que não abre os olhos pra se preocupar com o outro (e não estamos falando de um outro distante – o outro que está sentado ali na mesma mesa, comendo da mesma panela) nunca foi uma opção. Forçar laços com gente que não consegue se colocar no seu lugar, entender o próprio lugar na sociedade e perceber que tal posicionamento fere e mata as pessoas que diz amar… não dá.
Mas não é por isso que me afastei do blog, obviamente. Inclusive, esse momento foi incrível para ter certeza de que estou acompanhando e dando audiência para as pessoas certas, de que fiz amigos certos, de que conheço um mar de pessoas incríveis. Foi um momento de me orgulhar mais que nunca da minha família e dos amigos que fiz aqui na blogsfera(e na vida) e que acompanho lá no instagram ou no facebook. Momento de admirar ainda mais profundamente um certo moço que chamo de amor.
Me afastei do blog porque falar de qualquer outra coisa parecia futilidade, parecia sem importância, e ainda não tinha digerido tudo o suficiente para conseguir falar como faço agora. Antes tudo parecia pesado demais. E não que tudo tenha se resolvido magicamente – as consequências desse ódio ainda serão sentidas e só pensar nisso me dá calafrios, mas já tive tempo suficiente pra respirar e pra unir forças, entender melhor tudo, confiar de novo na resistência.
E, como diz o belíssimo desenho da tatuadora mineira que marcou tão fortemente esse momento tão crítico, não soltei a mão de ninguém: Agora de forças renovadas- depois de muita vela, incenso e banho de cachoeira- estou aqui de volta para continuarmos construindo nossa corrente de amor. Para continuar criando, compartilhando alegrias, mostrando os momentos leves da vida, fazendo arte, vendo a beleza das coisas… Fazendo da vida poesia. Afinal, essa é nossa força… E eles não suportam poesia.

Eu já fiz o projeto de 40 coisas em 100 dias aqui e nem acredito que isso foi em 2016… Já são mais de dois anos e eu juro que na minha cabeça isso tinha sido há uns meses atrás. Eu realmente acho que tô num ritmo alheio ao resto do mundo e vivo me assustando com a passagem do tempo. Pra quem não está aqui há tanto tempo: Esse é um projeto criado pela Clara que consiste em estabelecer 40 metas possíveis e realizáveis em 100 dias. Depois da primeira vez ainda tentei mais uma e todas foram muito boas, então resolvi começar mais uma vez. Não vou nem repetir aqui sobre o quanto metas simples/de curto prazo funcionam pra mim e botam minha vida em movimento.
Eu comecei essa minha terceira versão do projeto no dia 22 de setembro pois é a data em que faltam 100 dias pro último dia do ano, assim o projeto é de coisas pra fazer ainda esse ano. O post era pra ter vindo pra cá uns dias antes, mas nas muitas revoluções da vida eu já estava surtando de ansiedade com mil coisas. Desde então – na verdade, desde o último post no blog – eu participei de um treinamento incrível na faculdade (foi o que me tirou daqui porque eu estava dedicando meu tempo e energia lá), consegui um estágio e desisti antes mesmo de começar por muitas confusões que rolaram, e o mais legal de tudo: já concluí algumas dessas metas.
Data de início: 22 de setembro de 2018 || Prazo para conclusão: 31 de dezembro de 2018
1– Usar protetor sempre que sair antes das 17:00;
2– Comprar (e usar) removedor de maquiagem;
3– Fazer o 30 dias de criatividade;
4– Continuar com 4 páginas por mês no Creative Journal;
5– Explorar novas formas de arte;
6– Continuar me exercitando 4 vezes por semana;
7– Experimentar de novo uma comida que “não gosto”;
8– Passar creme hidratante/para pele com mais frequência;
9– Manter o quarto organizado;
10– Experimentar formas diferentes de combinar minhas roupas;
11– Tecer 1 mandala;
12– Ir ao cinema no mínimo 2 vezes;
13– Hidratar o cabelo pelo menos 3 vezes;
14– Concluir o planner de guarda-roupas;
15– 1 post de look do dia pelo menos;
16– 2 receitas no blog;
17– Posts ensinando fotografia;
18– 3 vídeos no canal pelo menos;
19– Posts sobre livros;
2o– Post sobre faculdade de letras;
21– Post sobre o curso de fotografia;
22– Fazer mais posts sobre journal e criatividade;
23– Gravar um processo de página do creative journal;
24- Fazer o curso de inbound marketing da hubspot;
25- Começar e terminar (ou seguir) um projeto fotográfico;
26- Fazer ensaio no sítio;
27- Revelar fotos do ano;
28- Arrumar uma forma melhor de guardar meu equipamento fotográfico;
29- Ler 2 livros;
30- Produzir o livro do projeto de edição – Editar a viagem;
31- Aprender a promover posts no facebook;
32- Fazer um ensaio na UFMG;
33- Ver a série Arte na Fotografia;
34- Estudar mais fotografia de eventos/ com flash;
35- Manter a frequência no Instagram Profissional;
36- 10 posts no blog de fotografia;
37– Pregar quadrinhos no quarto;
38– Comprar mochila para câmera;
39– Conseguir ou comprar um pallet ou criado-mudo;
40– Arrumar e imprimir/comprar imagens pros quadrinhos;
Fiquei chateada por começar o projeto antes de postar aqui no blog, mas essas últimas duas semanas foram totalmente diferentes em termos de rotina e não consegui postar nada. Além disso, tenho estado um pouco chocada e incomodada com as questões de política que subiram tanto ultimamente – como pode a gente estar em 2018 e ter tanta gente defendendo fascismo, discriminação, preconceitos…? – e apesar de não querer falar disso nesse cantinho -não me sinto emocionalmente preparada pra lidar com a escrotice que aparece sempre que tocamos nesses assuntos- não senti que fazia sentido falar de outras coisas e fingir que isso tudo não existe. Enfim, seguimos buscando luz e tentando nos manter distantes dessa gente e desse ódio todo.
Voltando às metas: No fim do ano eu venho atualizar vocês de como foi o projeto e de tudo que consegui ou não alcançar nesses meus 100 dias. E vocês, o que querem fazer até o final do ano? Me contem! Também querem conseguir alguma das minhas 40 coisas? Vamos conversar sobre e nos juntar para conseguir!

Fiquei muito feliz quando percebi que o post sobre o meu Creative Journal deixou muita gente animada e inspirada – foram vários comentários aqui e no instagram de gente que curtiu a ideia e ficou super a fim de fazer um caderninho criativo também!
Todo mundo fez questão de deixar bem claro que queria continuar vendo o que estou aprontando no creative journal, então, aqui estou eu mais uma vez – talvez um pouco atrasada… já comentei sobre como fico desesperada com o quanto o segundo semestre passa rápido? Eu não tô dando conta de acompanhar essa velocidade e tô sendo engolida sem dó nem piedade.
Em agosto consegui manter a meta de quatro páginas por mês. Eu queria ter testado outras coisas – colagens mais “ousadas”, ilustrações e outras ideias, mas acabei não dando conta porque o mês foi agitado. Acabei fazendo páginas que gostei bastante e uma página que me irrita muito – totalmente desleixada e desinteressada (vocês vão ver)… Mas no fim das contas todas me ajudaram a botar a mão na massa e soltar a criatividade, então tá valendo. Vamos às páginas?

Como contei no post do Bee Happy, em agosto me formei no curso de fotografia profissional que fiz no último um ano e um pouquinho. Junto à cerimônia de formatura inauguramos uma exposição de fotos dos alunos e o tema que nossa turma recebeu foi “sororidade”. Óbvio que amei, mas fiquei sem referência visual e precisei fazer uma grande pesquisa pra desenvolver o conceito das minhas fotos…
Pra isso usei uma página do creative journal: juntei frases que associo com o tema ou que encontrava em posts sobre o assunto e gostava, conceitos de dicionários (vocês sabiam que “soror” é irmã em latim? Sororidade seria mais ou menos uma versão feminina de fraternidade!!). No fim das contas selecionei 3 ideias e mandei uma foto de cada pra curadoria da exposição… A selecionada foi a primeira, mas minha preferida foi a segunda! hahahaha

Também rolou esse mês um Brainstorm (cof cof tempestade de ideias! cof cof) de ideias para posts aqui no blog… Fiz ela num dia e não fiquei olhando demais: só escrevi tudo o que vinha na cabeça e deixei lá. No dia seguinte voltei e fiz a página ao lado – “Concretize suas ideias!” desenvolvendo 3 ideias que achei as melhores do brainstorm. Eu fiquei TÃO FELIZ com o visual dessas duas páginas juntas!


Me surpreendeu muito que no brainstorm surgiram duas ideias para vídeos… Normalmente meu problema com o canal do youtube é a falta de ideias! Só percebi isso (e adicionei o comentário) no dia seguinte quando li de novo para selecionar as ideias pra desenvolver… Quem sabe o creative journal não me ajuda a voltar com tudo com o youtube também?
Enquanto a Laura blogueira listou 10 ideias em segundos e fez uma página super bonitinha, a Laura estudante de letras ficou ali tímida encarando a página sem saber o que fazer e no fim das contas desistiu e deixou ali bem sem graça e sem emoção mesmo… Esse semestre tenho várias matérias que preciso desenvolver projetos e tô num bloqueio total com isso. Taís, se você tá lendo isso e eu ainda não fui te falar nada: não se assuste com o nome do seu blog ali, depois eu te explico a minha ideia hahahahah…
Nem queria postar essa página aqui, mas acho interessante já que os posts sobre planner/bullet journal por aqui SEMPRE geram um “Nossa, eu não tenho talento/criatividade pra isso…” e… bem… É legal mostrar que as vezes eu não consigo fazer tudo bonitinho também, né? O eu-perfeccionista até quis arrancar a página, mas deixei ali pra me lembrar que tá tudo bem ter bloqueios, não ficar empolgada, não conseguir fazer as coisas como idealizei…
Pra concluir, fiz mais uma página de moodboard com ideias para meu trabalho como fotógrafa: dessa vez o tema foi “ensaios femininos externos”. Na hora de colar as fotos fiquei com a sensação de que eu poderia ter feito um trabalho melhor na seleção dessas fotos, então farei mais uma página com esse tema depois… Mas adorei botar todas juntas, perceber os padrões e o que me chama atenção em cada uma novamente. É definitivamente meu tipo de página favorito até agora ❤
Vou concluir esse post fazendo um pedido: O que mais sobre o Creative Journal vocês querem saber? Que tipos de conteúdos? Pensei em fazer um post com ideias de páginas, o que vocês acham? E se você é uma das pessoas que ficou com vontade de chamar um caderninho criativo pra chamar de seu, que tal botar a mão na massa? Me marca lá no instagram nas fotos que vocês postarem, vou adorar ver!
Ficou curioso sobre o caderninho que uso para fazer meu Creative Journal? Essa lindeza é um caderno pontilhado de 200 páginas do Atelie Donna Rita – uma marca incrível que já apareceu aqui quando falei do meu planner também! Vale muito à pena conhecer e se apaixonar ❤

Faz mais ou menos 5 meses que o pessoal da Lumma, uma das marcas de coletores menstruais que indiquei aqui no blog, entrou em contato comigo me convidando para testar o unique, novo modelo de coletor menstrual deles. É claro, como amante do copinho que sou aceitei e depois de 3 ciclos usando o coletor vim contar um pouquinho mais sobre a minha experiência para vocês!
Se você tá meio perdido no assunto, não sabe o que é um copinho (nome carinhoso pro coletor menstrual) e não entende direito como funciona esse negócio, vale a pena ler meu post contando tudo sobre coletores menstruais primeiro e também o post que conto sobre porque o coletor é sobre muito mais que “só” menstruação. Corre lá pra conferir esses dois conteúdos e depois volta aqui que eu tô te esperando!
“Pensando na praticidade, segurança e conforto das mulheres, apresentamos o Lumma Unique, com sua composição de silicone medicinal, não possui odor e tem validade de 8 anos além de te permitir se relacionar sexualmente sem nenhum transtorno, afinal, tranquilidade não tem preço!” – Descrição no facebook da marca
Bom, simplificando: o Unique é um coletor maleável com um aro mais rígido que, como outros coletores, permite a prática de esportes e etc, com o extra que também permite relações sexuais durante seu uso. A Prudence também tem um coletor com essa proposta, porém o dela é descartável enquanto o unique funciona como qualquer outro coletor reutilizável – um ponto muito importante pois coletor é sobre conforto e praticidade mas também é sobre ajudar o meio-ambiente e reduzir o lixo, não é?
O unique vem em uma caixinha com o coletor, instruções de uso e uma sacolinha para guardá-lo. Para quem já conhece a lógica dos coletores não tem muita diferença: você ferve ele em panela esmaltada/copo esterilizador por 2/3 minutos (o tempo é menor, mas está descrito na embalagem) no início e final de cada ciclo e no restante do tempo lava com água.
A minha primeira impressão com o copinho novo foi engraçada: tirei ele da caixinha e achei enorme. Corri no guarda-roupas pra pegar o meu MeLuna pra comparar o tamanho.Cheguei à conclusão de que o diâmetro dele é maior mesmo, mas ele é bem baixinho (alô, meninas do colo baixo). Por ser maleável também não é possível fazer a dobra diamante, que é a que estou acostumada a fazer pra inserir o coletor, então fiquei um tempo meio “ok, como vou colocar esse troço?” hahahah… Mas segui as instruções da marca pra dobrar ele só no meio fazendo um 8 (já tinha tentado com meu outro coletor mas não me adaptei)… e deu certo!
O Unique não cria vácuo, apenas se encaixa embaixo do colo do útero e acima do osso púbico, e no início fiquei um pouco insegura com isso… Tô acostumada com o vácuo e tinha tanta certeza que ia vazar que resolvi experimentar só num dia que estivesse o dia todo em casa e ainda botei um papel higiênico na calcinha pra garantir… Mas logo na primeira vez passei horas (até esqueci que tava com um coletor novo!) e não vazou nem deu problema nenhum.

Depois disso passei vários dias com ele e testei em várias situações possíveis… aprendi a confiar no copinho sem vácuo mesmo ainda não compreendendo a lógica dele 100% hahahahah… No fim das contas, adorei! Reuni aqui alguns prós e contras sobre o unique pra te ajudar na escolha:
No fim das contas gostei bastante do Unique. Tenho fluxo forte e ele deu conta disso tranquilo apesar do preconceito inicial pela falta de vácuo. Tenho a musculatura pélvica bem forte também e só consegui deslocar ele quando realmente estava fazendo força/movimentos pra ver quanta movimentação/esforço ele aguentava sem deslocar… e foi muita, acreditem hahahah… nada que a gente faça normalmente em situações cotidianas. Só continuo preferindo o MeLuna quando vou sair de casa e passar muitas horas fora- esvaziar ele em banheiro público acabou não sendo muito prático pra mim e prefiro evitar stress e bagunça, ainda mais nessa vida de banheiro de faculdade que a gente já fica desconfortável até pra fazer xixi.
O fato de o copinho ser transparente me incomodou um pouco também – sentia que ele iria ficar manchado muito rápido… mas por enquanto ele está normal e conseguir ver a cor natural do sangue é uma coisa bem legal pra mim – depois de 3 anos usando coletor a gente percebe cada mudancinha e isso facilita bastante.
É isso que tenho pra contar sobre o unique! E você, já usou esse novo modelo ou ficou com vontade de testar? E sobre o coletor menstrual: você conhece? usa? gosta? Conta pra mim! Sintam-se à vontade pra perguntar qualquer coisa também, pedir posts sobre o assunto… É sempre legal trazer conteúdo novo sobre algo que gosto e defendo tanto! Vale também me acompanhar no instagram, onde falo mais sobre isso na minha rotina e mostro tudo o que rola por aqui primeiro!
Links – Unique e Lumma
Site da Lumma || Link do Unique || Facebook || Instagram

Eu devia ter um pingo de vergonha na cara e não liberar só 1 post entre o bee happy de dois meses, mas é o que tem dado pra fazer e eu tenho tentado me lembrar sempre da frase “antes feito do que perfeito“. Já expliquei o sumiço no post de sexta, que saiu um pouco do calendário tradicional daqui mas que era necessário pela comemoração do blog day. Hoje vim trazer o bee happy com as fotos e novidades de agosto!
Esse ano foi esquisito: normalmente eu sou a pessoa que tem a sensação de que agosto demora 365 dias, mas dessa vez o mês me engoliu e quando pisquei já estava aqui escrevendo o post nas últimas horinhas do mês. Não vou falar muito aqui pra deixar espaço pras fotos, hahahah…






1- Fotografei um jogo de rugby: O mês começou 100% fora da zona de conforto: ainda tava me recuperando do joelho deslocado e a primeira saída foi logo pra fotografar um esporte. Hahahah… É, nem um joelho doendo e inseguro me para não. Eu não entendo nada de esportes e só fiquei o tempo todo desesperada pensando que os jogadores iam machucar, queria fechar os olhos a cada trombada mas não podia porque né, tava ali pra fotografar. Isso foi uma das últimas aulas práticas do curso e foi incrível… Acho muito legal como esse curso me levou a experimentar coisas que eu nunca faria por mim mesma.
2- Pós-wedding A última aula prática do curso foi um pós-wedding… Foi simplesmente a aula mais incrível de todas para mim. Primeiro que a gente teve que se virar pra conseguir tudo: vestido, noivos, cabelo, maquiagem, buquê… É tanto detalhe que é até difícil lembrar de tudo. A aula foi adiada mil vezes porque a gente nunca conseguia tudo que precisava, mas o stress valeu à pena quando chegamos no dia e tava tudo lindo, tudo em sintonia, tudo combinando maravilhosamente. A turma nunca esteve tão unida e com aquela sensaçãozinha de despedida… Pra completar, estávamos num dos lugares com vista e com o pôr-do-Sol mais bonitos de BH… Foi incrível! Não posso deixar de agradecer à Sofia e à mãe dela, Glaucy, pela maquiagem e cabelo maravilhosos que fizeram pra gente e por ainda acolherem a gente no salão pra trocar de roupa e ajeitar tudo.
3- Ok, eu não seria capaz de colocar só uma foto desse pós wedding aqui… Se quiser ver mais fotos dele é só me acompanhar lá no meu instagram profissional!
4 e 5- Formatura no curso de fotografia profissional – Depois de pouco mais de um ano de curso, agora oficialmente tenho formação como fotógrafa profissional! Foi simplesmente incrível o curso e pretendo falar mais sobre ele aqui – já que muita gente me pergunta se vale a pena, se é essencial, o que eu achei.. Mas isso fica pra um post específico. Por aqui só vim mostrar a foto da formatura que foi incrível também. A primeira foto é do momento que peguei o meu “canudo” (hahaha) com um professor de outra turma, a diretora do curso e o Bruno, meu professor. A segunda é do brinde pós-cerimônia com o João, meu pai e a namorada dele, meus irmãos e o namorado da minha irmã! Depois disso ainda fomos pra um barzinho tomar umas caipirinhas e comer pizza! Hahahah
6- Conhecendo uma hamburgueria nova – No último fim de semana eu e João fomos conhecer uma hamburgueria nova que abriu aqui perto de casa – e já fotografei tudo pra virar post também! – e aproveitar um pouquinho do último fim de semana totalmente livre do João, que começou a trabalhar em um novo restaurante. Adoramos o lugar, o hambúrguer e foi bom sair “de casal” assim… tinha um tempinho que não fazíamos isso!
Bom, bem por alto, esse foi o mês de agosto! Ainda teve muito mais coisa, é claro… mês de aniversário da minha mãe, eu apaixonada por aulas desse semestre, eu odiando outras aulas desse semestre e pensando seriamente em desistir delas… hahahah. Foi um mês muito focado na Laura fotógrafa por aqui: aproveitei o gás que a formatura deu para atualizar meu site, aumentar a divulgação do meu trabalho e planejar muito alguns outros projetos. Além das aulas práticas, ainda fotografei um casamento e um ensaio de gestante e marquei muitos outros trabalhos… Fiquei muito feliz com isso. Espero que tenham gostado!

Eu já estava desesperada acreditando que esse post não ia acontecer – muita gente percebeu que essa semana o blog fiou fora do ar e veio me perguntar o que aconteceu, mas hoje acordei com e-mail do serviço de hospedagem falando que tinham resolvido tudo e teremos comemoração do blog day o/
Eu acho que sou a pessoa mais azarada do mundo com boletos do serviço de hospedagem. Ano passado tive um problemão com isso a ponto de achar que ia perder o blog e ter que mudar de empresa, mas esse ano foi só um boleto que mandaram com data errada, impossibilitou o pagamento, eu tava numa semana bem corrida e acabou saindo do ar o blog. Já tá tudo resolvido!
Bom, pra quem não conhece a tradição e/ou não sabe da história: Dia 31/08 é comemorado o Blog Day, ou pra gente aqui no Brasil o Dia do Blog. Dizem que é porque a data 3108 se assemelha à palavra blog, e dependendo da fonte/forma de escrever isso é bem verdade (adoro essas coisas…). Nesse dia há muitos anos nos blogs a gente vê posts indicando outros blogs – tem gente que faz indicando blogs do mesmo nicho, tem gente que indica coisa totalmente diferente… Mas basicamente, é uma forma de divulgar outros produtores de conteúdo que a gente gosta. Eu já participei disso em anos anteriores e não queria deixar passar esse ano também! Sem mais enrolações, vamos pras indicações?
Coffe & Flowers – Alguns blogs são presença obrigatória aqui nesses posts de indicação, e esse é um deles. Indico ele por aqui desde que se chamava Coffee, Rock and Beer. A Karine estava sem escrever desde o ano passado e eu tava sentindo falta, aí ela chegou chegando esse ano e mergulhou no BEDA… Fiquei feliz demais de poder ler um post dela por dia. Os textos, as fotos, a forma de ver o mundo… tudo dela me inspira muito. Ela falou em outro post sobre começar um novo blog e já estou doida pra ver isso acontecer. Pra quem gosta de fotografia, gatos, viagens e cotidiano vale a pena acompanhar ela! O post que vou indicar aqui para ser o primeiro pra quem não conhece é um que me deu algumas ideias de coisas que quero fazer:
•Post recomendado: Projetos Fotográficos que ainda quero fazer
Nýr Dagur – Mais um desses blogs “obrigatórios” de serem indicados por aqui, o Nýr Dagur (significa “Novo dia” em islandês ❤) é o blog da Taís, que fala principalmente sobre viagens. Pra mim a Taís tem as fotos de viagens/paisagens mais lindas que já vi e é impossível entrar nesse blog sem sair desejando conhecer mais uns 3 ou 4 países. Vou indicar aqui um post que iniciou uma série de posts que fez meu coração até acelerar e eu nem sabia que queria conhecer alguns países como Bósnia e Herzegovina e Croácia antes dessa série.
•Post recomendado: Minha EuroTrip no verão
Palombina – Essa é uma indicação nova por aqui, apesar de já estar no meu blogroll há algum tempo. O Palombina é um blog que pra mim é daqueles que deixa a vida mais leve e mais gostosa de levar, sabe? A Aninha também é fotógrafa (opa, temos aqui um padrão?) e fala sobre fotografia, mostra seus ensaios, fala sobre consumo consciente e um pouco de várias coisas que eu classificaria como “slow living”. Adoro os posts de comportamento dela e ela tem um projeto chamado DesafioPBN no instagram que eu comecei mas ainda não consegui continuar, porém tá nas metas pra até o final do ano. Vou indicar um post que li num momento muito importante e caiu como uma luva:
•Post recomendado: Tá tudo bem
Laís Schulz – Ok, talvez esse seja o blog day mais fotográfico da blogesfera. A Laís é fotógrafa e nômade digital – tem uma parte de mim que até coça de vontade de sair pelo mundo trabalhando remotamente e etc assim. Ela posta muito sobre fotografia, sobre as viagens, o instagram dela é a coisa mais linda do mundo e eu adoro a forma dela de escrever. Os posts mais lifestyle/sobre comportamento dela são simplesmente incríveis e me inspiram muito, e é por isso que vou indicar um deles que acho que todo mundo no mundo inteirinho precisa ler.
•Post recomendado: Não saber quem você é talvez seja a melhor coisa que pode te acontecer
O Pequeno Lírio – O blog da Cláudia, dentre essas indicações, é o que tem mais carinha de diário virtual, e eu também amo isso. Ela fala sobre fotografia, sobre viagens, sobre o cotidiano dela. Conheci o blog durante o projeto 100 lugares em 1 ano, que foi um projeto que eu simplesmente AMEI acompanhar e fiquei com aquela vontadezinha de fazer. Tudo nesse blog tem uma sensaçãozinha boa de estar sentada no sofá da sala batendo papo, sabem? Ela é incrívelmente carinhosa e mesmo nunca tendo conversado muito com ela diretamente eu me sinto amiga intima já, ahhahaha… O post indicado é mais um desses que deu uma balançada nas estruturas por aqui:
•Post recomendado: Inspire-se em si mesmo!
Essas são as minhas indicações para o blog day! Quando terminei a lista e fui dar uma olhada eu fiquei muito feliz olhando e pensando em como só tem uns mulherão da p*rra nesse post, sabe? Eu adoro perceber o quanto me cerco de mulheres inspiradoras. É claro, tem muito mais gente que caberia nesse post e é impossível indicar todo mundo, mas pra quem começou o post aos 45 do segundo tempo 5 blogs é um número bem legal, hahahaha
Agora é a sua vez de me contar: Quais são os blogs que mais te inspiram? Quais são aqueles que você fica feliz e corre pra ler quando tem post novo? Vou adorar visitar e conhecer as indicações de vocês também!

Julho foi mês de férias por aqui e teve muita coisa legal! Atrasei esse post mais do que queria, mas eu tenho a sensação de que a cada piscar de olhos por aqui se passaram 3 dias e eu não dei conta nem de perceber. Aulas começaram já num ritmo louco, curso de fotografia chegando ao fim e eu girando igual barata tonta sem saber o que faço primeiro.
No fim de julho eu desloquei o joelho de novo (se você é novo por aqui não se assuste… coisa genética, acontece de vez em quando) e dessa vez foi um pouquinho pior já que ele não voltou no mesmo minuto como normalmente, então fiquei uns minutos jogada no chão morrendo de dor. Já estou melhor, apesar de ainda um pouco insegura pra andar/sentindo dor quando ando muito, e começando a ir em médicos pra ver se consigo resolver isso de vez. Mas hoje não vim falar disso, e sim de coisa boa: Minha seleção de fotos pro Bee Happy do mês de julho!



01 – No começo de julho e ainda no ritmo de festa junina (desculpa, não acostumo com o termo “julina”) fotografei o Arraiá da Lona: um espaço artístico e cultural muito legal que umas amigas tem aqui em BH. Foi lindo, teve muita música, comida gostosa e frio!
02 – No dia seguinte – bem assim, num ritmo insano de chegar em casa às 02:00 e sair às 08:00 de novo- fotografei dois espetáculos infantis do Centro de Pesquisas Teatrais. Foi minha segunda vez fotografando peças de teatro e foi ótimo porque dessa vez pudemos fotografar o ensaio geral também, circulando dentro do palco… rendeu fotos incríveis! Fiquei impressionada com o tanto que os meninos eram bons mesmo tão pequenininhos!
03 – A primeira viagem de julho foi com o curso de fotografia para Lavras Novas, uma cidadezinha aqui perto (na verdade, perto de Ouro Preto). Fomos fazer fotografia de estrelas, longa exposição e tals… então precisávamos de um lugar alto, afastado da cidade e escuro. Resultado? Em pleno inverno nós ficamos no alto de uma serra de madrugada fotografando o céu. Teve gente que quase morreu de frio – 22:00 enquanto íamos já marcava 9ºc – mas eu descobri que meu guarda-roupas é super compatível com frio mesmo. Viva às mil camadas!
Essa primeira foto é de uma colega no dia seguinte – ainda estava frio, mas nem tanto… E resolvemos ir pelo menos ver uma cachoeira lá perto!
04 – Acho que virar a madrugada passando frio valeu a pena, né? Ainda não me acertei com a edição das fotos dessa viagem, mas precisava trazer pelo menos uma. Vocês não tem noção de quanto o céu tava lindo! Foi uma experiência incrível e uma viagem divertidíssima.
05 – Uma semana depois, lá fui eu explorar mais um pedacinho de Minas: dessa vez o destino foi Passa Quatro, uma cidade do Sul, já bem pertinho do Rio de Janeiro. Fui com o João e meus sogros pra festa de 70 anos da irmã do meu sogro e a família inteira – que é gigante e super festeira, hahahah- se reuniu lá. Foi ótimo!
Sempre que viajo com meus sogros rola uma foto deles andando de mãos dadas – eles fazem isso o tempo inteiro e eu acho bonitinho demais. E o que falar dessa estação com a maria-fumaça na frente? Só morrer de amores!
06 – Eu em Passa Quatro! Apaixonei pela cidade, que é cheia de praças e lugares bonitinhos. A foto foi tirada pelo João… E isso foi umas horas antes de deslocar o joelho e a cidade se tornar bastante difícil porque é muito morro! hahahah… Mas de qualquer forma, foi ótimo!
Esse foi o meu mês de julho! E o de vocês, como foi? Também tiveram férias? Curtiram muito? Me contem!
Bee Happy é um projeto fotográfico postado todos os meses, no qual 6 fotografias (ou mais) ilustram um resumo deles; atualmente é composto por Laís(criadora), Laryssa e Laura. Se você desejar fazer parte, será bem-vindo com alegria por nós, basta apenas entrar em contato sobre seu interesse.

Se você está na faculdade, cedo ou tarde terá que passar por um grande desafio: preparar e apresentar seu Trabalho de conclusão de curso, o temível TCC.
Os alunos costumam levar de um até dois anos elaborando o trabalho, que deve provar aos professores e examinadores da banca que você adquiriu conhecimento necessário sobre uma das matérias estudadas.
A maioria dos estudantes costumam ter medo do TCC e passam o curso todo aflitos, a espera de chegar o temido momento de expor o trabalho. Os principais motivos que tiram o sono dos alunos são: a apresentação, a dificuldade em encontrar conteúdo para o trabalho, fazer o TCC sozinho e também as temidas normas da ABNT.
A ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) define as formas “corretas” de formatar um trabalho acadêmico. São as chamadas “normas da ABNT”. Elas servem para padronizar os trabalhos, tornar a leitura mais agradável e criar um modelo a ser seguido para ajudar os estudantes.
As normas para TCC são muitas, mas abaixo apresentamos as principais que não podem faltar em seu trabalho.
O uso das fontes Arial ou Times New Roman é obrigatório nos trabalhos acadêmicos. Essas são duas fontes padrões, encontradas em qualquer editor de texto, que tornam a leitura do documento mais agradável, principalmente a Times, que contém serifas. Usar qualquer fonte que não seja essas duas citadas, irá tirar o seu TCC do padrão da ABNT.
Ainda sobre as fontes, para manter seu trabalho formatado de acordo com as fontes da ABNT, existem outras duas regras para seguir. O tamanho da fonte é sempre 12 (exceto em alguns casos de citações). Além disso em um trabalho acadêmico, não há uso de outras cores além do preto, mesmo em subtítulos ou frases em destaque, você pode usar o negrito ou sublinhado, mas nunca utilizar outra cor em seu texto.
Dentro do seu TCC, será necessário usar diversos trechos de outros trabalhos para que você possa apresentar o seu ponto de vista, tendo como base a opinião de outro pesquisador. Nessa hora são usadas as referências e citações diretas e indiretas (saiba mais). Porém, inserir esses itens no seu trabalho exige cuidado, pois cada um deles possui dezenas de regras específicas, cabe a você procurar as orientações da ABNT sobre isso e utilizar da forma correta.
O grande objetivo das normas da ABNT é manter seu trabalho organizado e padronizado. Por isso é fundamental o uso de sumários, indíces de imagens, gráficos, tabelas, seguir a ordem dos elementos como capa, folha de rosto, resumo, abstract entre outros pontos.
É importante que você estruture seu trabalho dentro das regras. Um trabalho de TCC é dipicamente dividido, segundo as normas ABNT, em três partes.
Pode parecer um pouco assustador para alguns, tantas regras e normas pré-estabelecidas que precisamos seguir, além de dar conta do conteúdo em si, que é o mais importante. Mas mantenha a tranquilidade. Se você fazer o trabalho com antecedência, terá tempo de sobra para perceber o quão simples tudo isso é. Afinal, o importante é ter o diploma em mãos! Certo?
