
Eu sempre amei o mês de junho. O misto de frio, festa junina e meu aniversário faz essa canceriana aqui muito feliz. E nesse ano o mês foi agitado, mas tão cheio de amigos e amor que eu não podia deixar de registrar por aqui. Em breve venho contar um pouquinho sobre uma aventura que […]
Acordei e você não tava ali do lado. Senti saudade. Pode rir da minha cara, eu sei que é pouco tempo demais para senti saudades, mas eu senti. Ah, moço, vamos ser sinceros: tem coisa mais gostosa que começar o dia abraçadinhos? Quando acordo e a gente tem tempo pra curtir um tempinho antes de levantar parece que tudo fica melhor. “Só mais 5 minutinhos?” Eu sempre digo e você sempre ri. Você sabe que por mim ficaríamos por horas e horas- até a fome falar mais alto. O que sempre esqueço é que você, a maioria das vezes, já acorda com a fome gritando.
E quando a gente resolve aprontar algo na cozinha? Você quase enlouquece com minha bagunça, eu sei. Mas quer saber? Acho que é meio perfeito esse nosso combinado de que você faz o salgado e eu o doce. Até porquê, seria meio desastroso se eu fosse a encarregada do nosso jantar ou algo do tipo, né? Aliás, falando em jantar, não esquece que a gente tá se devendo um jantar, ok?
E ok, já que já estou sendo completamente brega e clichê por aqui, vou me render de vez. Sabe o que é? É que me apaixono ainda mais a cada vez que percebo o quão incrível é fazer até mesmo as coisas mais ordinárias ao teu lado. Sabe que eu adoro quando a gente pega ônibus junto e fica conversando sobre assuntos aleatórios e comentando sobre as pessoas que passam por nós? Então. E quando a gente tem que ir caminhando até o supermercado? É a coisa mais gostosa do mundo quando você para de andar do nada, me puxa e me dá um beijo.
Nem preciso dizer nada sobre quando a gente deita juntinhos pra ver um filme. Se estiver frio e tiver pipoca, melhor ainda, mas mesmo quando somos muito infelizes na escolha do filme. Eu sinto que o meu mundo pode estar desabando… quando a gente se enfia debaixo das cobertas abraçadinhos pra ver um filme, tudo fica bem.
E sim, tudo isso é pra dizer que tô com saudade. Que tô contando as horas pra você chegar, pra ter seu abraço de novo, pra poder te contar como foi a semana e ouvir sobre os seus dias. Tudo isso pra pra não deixar você esquecer o tanto que eu te amo e dizer, mais uma vez, que sua companhia é sempre minha melhor companhia.

Não é novidade alguma dizer que ser mulher tem suas dores e encantos. Hoje, deixo as dores pra depois. O tempo todo falamos sobre as dores. Da conversa no Whatsapp com as amigas contando da cólica ou do medo de, sozinha, ter encontrado um cara numa rua escura, aos muitos maravilhosos -e, muitas vezes, dolorosos – textos feministas que aparecem todo dia na nossa timeline. Tudo fala da dor. As mais diversas mídias esfregam na nossa cara todos os dias os muitos esteriótipos- de beleza, padrão corporal, comportamento, maternidade romantizada e tantos outros- e continuamos gritando: Eu não me resumo a isso!
Acho importante dizer: Falar da dor não é um problema. Jamais. É falando da dor que a gente a entende, é falando da dor que a gente muda, é falando da dor que a gente percebe que não está sozinha – que tem MUITA gente do nosso lado. Mas, hoje, não quero falar da dor.
Hoje, quero falar de ciclos. Quero falar de sororidade. Quero falar de empatia. Quero falar de união. Quero falar de força. São tantas belezas, tantas alegrias, tantos encantos pra falar que tive que me conter pra não fazer deste texto algo gigante.
A lua tem seus ciclos. A princípio, é Nova, escura, muitas vezes invisível. Depois, se torna Crescente, sorrindo; Dê um pouco mais de tempo para vê-la cheia. Em seguida, ela míngua e sorri para o outro lado. A natureza tem tantos outros ciclos que não posso citar todos: Primavera, verão, outono e inverno, vida e morte. Ser mulher é ter seus ciclos, como a natureza, como a lua. Nós temos nossas luas, nossa período fértil, nosso sangue. Morremos e renascemos todo mês.
Além dos ciclos, em semelhança com a natureza, temos a possibilidade de gerar. Possibilidade, perceba bem minhas palavras – mulher nenhuma tem essa obrigação- Não querer ou poder não te torna menos mulher. Acho que eu vou passar minha vida inteira me encantando com a ideia de que uma vida pode se formar no corpo de uma mulher. Me encanto ainda mais com essa nossa condição quando penso em todas as adaptações que nosso corpo faz a fim de gerar e cuidar das nossas crias. Eu poderia falar uma eternidade disso sem nem perceber, eu acho. Mas não vou encher vocês.
Outra coisa maravilhosa é quando nós mulheres resolvemos nos unir. Seja um papo de amigas, seja uma roda de conversa, seja numa manifestação pelos nossos direitos. Quando a gente dá as mãos e se abre para ouvir e participar da história de outras mulheres, uma força maior se cria. A união das nossas forças parece não se somar, mas multiplicar. Quando mulheres se apoiam elas crescem.
E não vou dizer que é fácil: a gente vive num mundo em que inventaram que somos inimigas. Quando conseguimos olhar além disso, derrubar essa ideia absurda… Aah, que coisa maravilhosa nasce. Juntas percebemos que não somos pequenas, que não tem nada de errado conosco, que somos únicas e cheias de particularidades – como qualquer indivíduo-, mas não estamos sozinhas.
No simples ato de conversar, mulheres se descobrem. Percebem suas semelhanças e diferenças, começam a enxergar a si mesmas como seres muito mais complexos e muito além de todos os esteriótipos. Encontram amigas, irmãs de luta, irmã de dores e de alegrias. Percebem sua força, descobrem sua voz. Ainda acredito que, no dia que as mulheres se unirem de verdade, não há nada que as segure.
Aah, há tanto pra falar. É tanta força, tanta beleza, tanta delicadeza, tanta magia. É tão sagrada. Para não ficar cansativa- e, quem sabe, para ainda ter assunto para tantos outros posts- me despeço aqui desse post sobre as coisas que mais me orgulho e mais amo sobre ser mulher.
Este post faz parte do Projeto Coletivando. Quer ver mais posts com o tema “Sobre ser mulher?” Visite o blog das outras participantes:
Oi gente!
Hoje eu tô trazendo um post bem diferente pro blog, sobre um assunto que eu andei pensando bastante esses dias: Como eu aprendi a falar Inglês. Quer dizer, eu fiz cursinho durante anos, e tecnicamente aprendi tudo sobre a gramática/escrita por lá. Mas falar -e entender- a fala inglesa eu só consegui aprender mesmo sozinha (isso mesmo, sozinha!). Querem saber como aperfeiçoar sua fala ou fazer seu próprio Talk&Talk em casa -e de graça-? Então vamos lá!
1) Músicas/Filmes/Séries ou Livros.
Bom, esse de fato foi o que mais me ajudou. Desde pequena eu sempre fui muito acostumada a ouvir música estrangeira e pesquisar as traduções. Pode parecer que não, mas isso ajuda muito, assim como ouvir as músicas no modo [lyrics] no Youtube. Nossa mente já vai assimilando alguns significados, e quando a gente nota, já sabemos alguns de cabeça.
A mesma coisa acontece quando você assiste seriados (ou filmes) em inglês com a legenda também em inglês! Essa última dica é mais pra quem já tem uma certa noção da língua, mas é algo que me ajudou muito e hoje em dia só assisto séries (que não possuem um vocabulário muito rápido) desse modo. Eu recomendo Freaks and Geeks (É muito tranquilo pra quem tá começando, bem fácil.) e Sherlock (pra quem já quer treinar mais, devido as palavras consideradas ‘difíceis’.)
2) Mudar o idioma do seu telefone.
Pode parecer uma dica meio boba, mas não é. Quando você faz isso, sua mente já se adapta a tradução das palavras, tipo hora, nome de aplicativos e alguns apetrechos. Depois que eu fiz isso, eu me acostumei demais aos termos simples do inglês. O único problema pode ser o corretor, mas tem como você mudar. Tipo, o idioma ser inglês mas o corretor ser Pt-Br. Legal, não? Tentem! (Podem tentar com outra língua também, vale qualquer coisa.)
3) Conversar com nativos.
Essa é de longe a melhor coisa que você pode fazer para treinar a sua fala. Sabe aquelas palavras difíceis de pronunciar, que parecem que enrolam sua língua? Pois bem, a única maneira de concertar isso é enfrentando o problema e treinando! Conversar com pessoas nativas é muito bom, pois além de você fazer amizades, seu inglês melhora consideravelmente. Conversar por chat também é útil pra treinar a gramática, então de qualquer jeito você sai ganhando. Você pode baixar alguns aplicativos para isso, como o , ou então conversar com algum conhecido que more lá nos States por Skype (Ou até mesmo aquele seu amigo que já é formado, e fala fluente). Acaba sendo uma troca mútua de conhecimento e treinamento.
E é isso! Todas essas dicas valem para qualquer idioma, e qualquer período do cursinho que você esteja (e pra quem não faz cursinho também.) simples, rápido e sem complicações. Espero que tenham gostado do post, e até mais!
🙂
Este artigo foi criado pela equipe SaveMe para uso exclusivo do blog A menina da Janela.
Você gosta de registrar momentos especiais da sua vida? Ou mesmo situações cotidianas, que ganham um brilho diferenciado quando vistas através das lentes de uma câmera fotográfica? Se sua resposta é sim, você provavelmente é um daqueles que vê a fotografia como uma arte, e sabe que como tal, ela pode ser estudada e aperfeiçoada!
Pensando nisso, criamos uma lista com dicas para fotógrafos iniciantes, confira.
1 – Não se Preocupe (Tanto) com o Equipamento
Sua jornada na fotografia pode começar aos poucos, com uma câmera simples mesmo. Aproveite esse período para treinar seu olhar e praticar bastante. Aos poucos você saberá quais são suas necessidades, e assim poderá comprar a câmera e as lentes mais adequadas ao seu estilo.
2 – Dedique Tempo a Cada Imagem
Pode ser que você consiga a foto perfeita em apenas um click, mas também pode ser que a imagem ideal exija algumas dezenas de tentativas. Nesse momento é importante persistir: busque ângulos diferentes, use a criatividade e se possível faça alterações – como iluminação, composição e etc. – para melhorar o resultado final.
3 – Explore os Recursos da sua Câmera
Mesmo as câmeras mais simples contam com diferentes recursos, e para usá-los é importante conhecê-los bem. Por isso, explore as funções de sua câmera e não deixe de comparar os resultados de cada uma delas.
4 – Busque Inspiração para Fotografar
Seja no começo da caminhada ou durante ela, buscar inspiração é sempre muito importante. Conheça o trabalho de fotógrafos consagrados, mas também veja o que os amadores estão fazendo; busque os detalhes de cada imagem e explore as técnicas usadas. Essa é uma forma de estudar fotografia, reconhecendo o talento de cada colega.
5 – Esteja Sempre Pronto para Fotografar
Diferentes situações do dia a dia podem dar origem a belas fotografias, sejam momentos espontâneos ou posados, com pessoas, animais ou mesmo objetos inanimados. Então, esteja sempre pronto para fotografar! Como não é fácil andar com um equipamento de fotografia para todos os lados, uma sugestão é comprar um smartphone com uma boa câmera.
Lembre-se que com dedicação e estudo você poderá se tornar um excelente fotógrafo.
Você tem mais alguma dica para fotógrafos iniciantes? Não deixe de compartilhar nos comentários!
Se você ama fotografia ou trabalha com ela, sabe o quão importante é se manter inspirado. Separei hoje 5 fotógrafas incríveis que me inspiram muito- arrisco dizer que são minhas favoritas- pra inspirar vocês também! Todas elas são brasileiras e o que mais me chama atenção na fotografia delas é como retratam a mulher em contato com a natureza, de forma “selvagem”, natural e belíssima.
Faz muito tempo que esse post está nos rascunhos. A lista originalmente tinha 4 fotógrafas apenas, e eu sempre enrolando pra postar. Quando salvei nos rascunhos, nem pensava ainda em trabalhar como fotógrafa… Agora, dando meus primeiros passinhos nesse mundo lindo, achei que era a hora de deixar de lado a enrolação e terminar de escrever esse post. Afinal, foram estas- e algumas outras- mulheres e fotógrafas que me ajudaram a perceber e entender que caminho quero seguir na fotografia. Sem mais delongas, vamos à lista? (Para conhecer o Instagram das fotógrafas, clique no nome OU nas fotos delas).
A Camilla tem o trabalho mais sensacional que eu já vi na vida. Chego até a ser meio tiete e já falei sobre ela aqui. Eu me emociono muito vendo suas fotos “na natureza”, como ela define. 3 séries fotográficas dela me encantam muito: O Mulheres da Lua, com fotos de um Círculo de Mulheres do Sagrado Feminino, o Florescência, projeto em que a tatuadora Amanda Roosevelt (outra mulher que me inspira!) pinta flores em corpos nus e a Camilla fotografa, e o Afeto, que retrata mulheres amamentando. A Camilla Albano passa uma força e uma delicadeza nas fotos que eu não consigo descrever… Sou apaixonada e é isso. Aah, claro, já ia me esquecendo: Ela é de Fortaleza- Ceará!
A Melissa é uma fotógrafa de Alto Paraíso de Goiás que também retrata mulheres na natureza de forma incrível. Ela tem costume de ainda postar, junto com suas fotos, trechos, frases, parágrafos super delicados e que me tocam muito, sempre. A série “Moviment.art“, que retrata a dança, o corpo em movimento em meio à natureza, e a série Cerrado Feminino me tiram o fôlego sempre que paro pra ver.
“Fotógrafa e atriz. Deusa empoderada e curandeira da alma. Facilitadora de rodas de mulheres. Loba. Mulher selvagem!”é a descrição dela no Instagram. Só aí já deu pra perceber porque eu amo, né? Ela é mais uma que me faz arrepiar só de ver suas fotos… Quando resolvo parar e reparar na legenda também, mais um encanto. Os ensaios Alcatéia – Deusas Negras e o Amor Líquido (que ela fez junto com o Afeto da Camilla Albano) são meus favoritos ❤ Não encontrei de que cidade ela é, mas pelo DDD acredito que seja no Ceará.
“Fotógrafa da alma feminina” é como a Bruna se descreve, e consigo enxergar isso em suas fotos. São todas muito expressivas e cheias de sentimento. Minhas favoritas, é claro, são as fotos ~no meio do mato~ em contato com a natureza, mas a Bruna também arraso no meio das cidades e em ambientes fechados.
O que falar da Karina? Ela é blogueira lindíssima do My Life as Karina e já acompanho as fotos pelo blog desde antes dela ter uma página e insta de fotografia. Ela é do Rio de Janeiro e recentemente me encantou MUITO com seu projeto Alma. É a pessoa da lista de quem me sinto mais próxima -pelo blog e trocas de comentários e por ser alguém que vi começando, mais ou menos na mesma época que eu.Vale muito a pena conferir e acompanhar o trabalho da Kah!
Essas são as fotógrafas que selecionei! Conheço muitas outras incríveis e, se quiserem, posso trazer mais algumas em outro post! Pra você que está estudando fotografia, tente observar como eles usam a luz, como compõem as fotos, que elementos costumam usar… Tudo isso é muito legal e ajuda MUITO, confiem em mim.
E pra não dizer que não falei de mim também… Que tal acompanhar meu Instagram e página de fotografia?Pra quem é de Belo Horizonte, está rolando um sorteio de mini-ensaio em comemoração ao Dia Internacional da Mulher! Espero vocês lá ❤
Uma das principais dúvidas que chegam a mim através de e-mails, comentários, mensagens no Facebook/Instagram e conversas com amigas é sobre as marcas de coletor menstrual.
Com tantas opções no mercado e tão pouca informação sobre a maioria delas, é normal ficar um pouco perdida na hora de escolher que marca comprar. Pra te ajudar, escrevi esse post recheado de dicas, relatos e informações sobre as principais marcas de coletor disponíveis.

E mais: nesse post, vou te contar porque você não deve comprar um coletor Chinês!
Se você caiu de paraquedas nesse post e quer saber o que é um coletor menstrual, pra que serve, como usar e muitas outras informações, basta ler meus posts tudo sobre coletores menstruais e Porque o coletor não é só sobre sangue. Abra eles em uma nova aba e depois volte aqui pra ler sobre as marcas, ok? Eu te espero!
É sempre complicado falar sobre marcas de coletor menstrual. Digo isso pois cada corpo é um corpo, cada mulher é única e muitas vezes o que funciona bem para Maria não irá funcionar tão bem para Ana.
Vale sempre lembrar que o coletor não deve ser escolhido apenas pela marca, mas sim pelas características do seu corpo e do seu ciclo – dentre elas, altura do colo do útero, força pélvica e intensidade do ciclo.
Mesmo depois de descobrir as características citadas acima, muitas mulheres continuam perdidas – afinal, são tantas marcas e tamanhos diferentes que com certeza mais de um modelo se encaixa nas características.
Pra ajudar nessa escolha, reuni relatos de mulheres reais do grupo Coletores Brasil e informações técnicas sobre algumas marcas mais citadas nesse grupo. Abaixo, a lista de perguntas que mandei pra cada uma das meninas sobre a marca que elas usam:
1- Qual é a marca e o modelo/tamanho de coletor que você usa?
2- Onde você comprou o seu coletor?
3-Você demorou a se adaptar ao coletor? Experimentou outra marca antes dessa?
4- Qual a sua opinião sobre a marca? Gosta? Trocaria por alguma outra marca ou modelo? Porque?
5- você pratica /já praticou algum tipo de esporte com o coletor? Nadou? Teve algum problema?
6- O que você diria pra alguém que quisesse comprar um coletor da mesma marca que o seu?
A Inciclo é uma das marcas de coletor menstrual mais famosas aqui no Brasil justamente por ser uma marca nacional. Conta com 3 tamanhos diferentes: O A, recomendado para mulheres com mais de 30 anos e/ou com filhos, e o B, para mulheres com menos de 30 anos e sem filhos, e o Mini.
Ele é transparente e feito de silicone medicinal. Não é muito recomendado para quem tem o colo do útero baixo, por ser mais “compridinho” que outras marcas. Vamos ver o que as meninas que usam falaram sobre ele?
“Uso o Inciclo tamanho A. Comprei no próprio site deles. Fui uma sortuda que me adaptei desde o primeiro uso, ele foi meu primeiro. Gosto muito dele, não trocaria. Já nadei com ele e não tive problemas, mas não pratiquei outros esportes. Eu recomendo a marca, nunca tive nenhum problema com ele, apesar do meu colo ser super baixo e ele ter um formato mais alongado. Até pra mim deu certo, a única coisa que tive que fazer foi cortar toda a haste que, essa sim, me incomodava.” Melissa Cortez
” Eu uso Inciclo tipo A. Comprei de uma amiga revendedora que mora na minha cidade e que eu incentivei a ser revendedora. Demorei 3 meses para me adaptar, acho um período normal. Nem longo nem curto. Não experimentei outra marca. Eu uso esse coletor há quase 2 anos (faz em abril deste ano) e gosto muito. Acho que ele é bem adequado ao meu corpo e o de muitas mulheres brasileiras. Não pretendo trocá-lo porque acredito que um dos princípios do uso dos coletores é exatamente a diminuição do consumo, mas se um dia o meu coletor não se adequar mais ao meu corpo eu compraria o Lumma, porque acho que ele é o mais parecido com o Inciclo e ainda tem algumas vantagens (do meu ponto de vista), como ser mais rígido e ter uma parte mais maleável no fundo que facilita a retirada do vácuo. Eu pratico natação e ando de bicicleta, nunca tive problema algum. Indico o Inciclo para quem tem características físicas adequadas para o seu uso. Cada corpo pode se adaptar a vários coletores, mas sempre vai ter um que é mais adequado.” Petra Ramalho
A Fleurity é uma marca que cresceu muito também recentemente, e com certeza você já viu pelo facebook uma propaganda dela com a foto da Flávia Alessandra. Também oferece apenas dois tamanhos: o 1, recomendado para mulheres com mais de 30 anos e com filhos, e o 2, recomendado para mulheres com menos de 30 anos e sem filhos.
No site da marca há informações sobre diâmetro, capacidade e tamanho de cada opção, facilitando a escolha pensada nas suas características e não na recomendação dada por eles. Possuem 3 opções de cores (rosa, roxo e natural) e são feitos de silicone hipoalergênico. Vi muitas pessoas reclamando de não se adaptarem à marca, mas observando pude perceber que na maioria das vezes o problema era que, por ter se tornado muito famoso com as propagandas, muitas mulheres compraram sem avaliar suas características/sem ter conhecimento sobre coletores e por isso acabaram escolhendo o tamanho errado. Vamos aos relatos?
“Eu uso o fleurity tamanho 2 para mulheres com menos de 30 anos , comprei meu coletor em uma grande farmácia. Nunca tive problemas com meu copinho me adaptei mt rápido, o fleurity foi meu primeiro e único copinho foi paixão a primeira vista! Os coletores da fleurity são uns dos mais moles deste mercado, o que torna o uso deles um pouco mais complicados, principalmente para mulheres com os músculos da vagina mais fortes. Eu ainda n penso em trocar o meu copinho, ele atende bem as minhas necessidades e me adaptei muito bem a ele. A fleurity é uma marca boa porem de difícil adaptação para muitas mulheres, se seu colo do útero for baixo vai ser bem complicado já que ele é mais comprido que os outros do mercado, além disso se vc n conhece bem seu corpo e n estiver familiarizada com ele vai ser difícil fazer o copinho abrir dentro de você. Faço exercícios moderados com ele, nado e pulo carnaval sem nenhum problema, comigo nunca vazou!” Maria Fernanda Amorim Fossaluza
“Eu uso o fleurity roxo ( recomendado para quem já teve filhos), quarto ciclo com ele. Vi o anúncio patrocinado e comprei pelo Facebook, em seguida entrei no grupo dos coletores e descobri que existiam várias marcas ( acreditava que essa era a única).Mas aí fui para batalha, a dobra básica não abria, foi bem difícil , no grupo descobri outras dobras relaxei e consegui com a dobra invertida. Passo 1 concluído, ufa. Aí me veio o cabo, nossa, enorme e parecia q algo estava saindo de mim, peguei a tesoura e cortei, ufaa 70℅ resolvido. Mas ainda havia um incomodo, no meu terceiro ciclo resolvi usar pelo avesso e aí sim, problemas resolvidos. Para sair? Sim, pensei nisso, mas fiquei de cócoras fiz pressão , tirei o vácuo e ele saiu perfeitamente. Pretendo experimentar outras marcas ainda, mas estou completamente apaixonada pelo coletor e índico a todas as pessoas, nada como você se sentir livre, vou para academia, corro, faço funcional e me sinto no dia como qualquer outro. Meu maior problema com absorvente interno, além do tempo que tinha q trocar, quando fazia xixi encharcava
Já indiquei o fleurity para duas amigas, mas sempre aconselho a cortar o cabinho.” Nathy Ramos
Assim como as duas marcas anteriores, a Lumma tem apenas dois tamanhos e a mesma lógica de recomendação de tamanhos: Tipo A para mulheres com mais de 30 anos/com filhos e tipo B para quem tem menos de 30 anos/não tem filhos. Só tem coletores transparentes e são feitos de silicone medicinal.
Um diferencial interessante é que é a única marca que tem “pétalas” na parte de baixo que ajudam a retirá-lo. É também conhecido por ser um pouco mais rígido que as marcas similares – consequentemente, mais indicado para quem tem mais força pélvica. É também uma marca relativamente barata. No site, há indicação da lista de revendedoras em várias cidades diferentes. Relato:
“Uso o Lumma tamanho B (menos de 30 anos/sem filhos). Comprei com uma revendedora da minha cidade, o que foi bem melhor pois economizei com o frete e pude usar logo. Me adaptei rapidamente, na primeira vez que usei já foi bem fácil, não tive problemas com vazamento, cólicas, nem nada, me surpreendi. Nunca tinha usado nenhum outro coletor. Não trocaria por nenhuma outra marca, acho que o Lumma tem uma rigidez ótima, sempre insiro com a dobra mais fácil que tem (em C) e ele abre sozinho, parece que tem vida própria. Além disso também tem as “pétalas” na bundinha dele que acho que ajudam bastante a ter firmeza pra retirá-lo. Ele me passa muita segurança pois faço atividades físicas e ele nunca perdeu o vácuo ou vazou. Me locomovo apenas de bicicleta, e também nunca rolou de vazar. Nado também, mas nunca coincidiu de eu nadar e estar menstruada, mas se rolasse eu nadaria sem inseguranças. Além disso, a qualidade do material é ótima (o silicone é bem liso, o que facilita a inserção) e o preço super em conta. Se alguém me dissesse que quer comprar um, eu indicaria, vale muito a pena. Pelo que vejo nos relatos de outras mulheres, é um dos coletores mais fáceis de se adaptar, nunca vi ninguém com problemas com ele, pelo contrário, só elogios.” Alina Martins
A Korui é mais uma das marcas de coletor menstrual mais queridinhas e divulgadas por aí. Ela já entra numa lógica de tamanhos que eu gosto mais: Tem 3 opções de tamanho: leve, normal e intenso. Na hora de comprar, você pode ver todas as informações de tamanho: diâmetro, comprimento com e sem a haste (que, como em todas as marcas, pode ser cortada!) e volume.
Assim, você tem mais opções para escolher o mais específico possível pra você. Como podem ver na imagem, eles tem várias cores disponíveis e também são feitos de silicone medicinal. Ele também é produzido no Brasil, tem toque aveludado e ranhuras na parte de baixo pra facilitar a remoção! A Melissa Cortez, que falou sobre o Inciclo, foi quem também falou sobre ele pra gente!
“Sobre o korui, tamanho leve: Também comprei direto no site deles. Também me adaptei de primeira, só tive que cortar a haste. Amo ele, também não trocaria. Eu quis ter um sobressalente como reserva e escolhi korui por causa dos depoimentos positivos, e não me arrependi. Ele tem um formato mais compacto, o que é ótimo pro meu colo baixo. Também já nadei com ele e não tive problemas! Super recomendo a Korui também!” Melissa Cortez
Aqui pode parecer que eu estou roubando, mas já explico: A Me Luna e a Holy Cup são marcas de coletor menstrual diferentes, mas da mesma fábrica. Achei válido citar as duas porque pode ser que você ache mais fácil encontrar uma ou outra na sua cidade, o frete fique mais barato ou qualquer coisa assim.
Me Luna é a marca que eu uso, e por isso o relato aqui é meu – seguindo as mesmas perguntas que fiz pras meninas, obviamente!
A Holy Cup possui 3 tamanhos: P, M e G e ainda 3 opções de rigidez: Mature, mais maleável, Classic e Extreme, mais rígido. Já a Me Luna possui os tamanhos P, M, G e GG, e também as 3 opções de rigidez: soft, classic e sport.
Além disso, você pode escolher se o cabo será a haste (como no meu, da foto), uma bolinha ou um anel (que podem facilitar a remoção/evitar de cortar o cabinho). As duas marcas tem várias opções de cores e são feitas de TPE, um material de uso médico usado em cateteres, implantes e outras coisas.
“Uso o Me Luna Classic M, comprado na loja Lua Artemísia. Não demorei nada pra me adaptar: no primeiro ciclo com ele descobri que a dobra em C não abria… testei outra (a “meio diamante”) e prontinho! Já nem sentia mais ele e não tive problemas. Nunca experimentei outra marca e amei a Me Luna… Talvez daqui há uns anos troque por um mais rígido pois percebi um aumento recente na minha força pélvica, mas continuaria com a marca Me Luna. Já dancei forró, corri, pulei, fiquei no agacha e levanta sem fim que é quando vou fazer ensaios fotográficos… Nunca vazou. Também já nadei no mar, piscina, cachoeira, represa… Nenhum problema! Super indico o Me Luna/Holy Cup pra todo mundo que me pergunta sobre marcas de coletor menstrual!” Laura Nolasco (eu)
Como você pode perceber no texto, há várias marcas confiáveis, com uma variedade imensa de tamanhos, cores, rigidez e até preços. Qualquer uma delas é super segura e recomendada por quem usa.
Porém, ainda assim, algumas pessoas acham que é muito caro comprar de uma marca confiável e procuram saber sobre coletores genéricos/chineses vendidos em lojas como Aliexpress e Ebay por poucos dólares. Vamos agora conversar um pouco mais sobre os problemas e riscos dessa atitude desses coletores chineses?
Em todas as marcas de coletor confiáveis, fiz questão de citar de que material o coletor é fabricado. Comprando coletores chineses, você não tem garantia nenhuma do material. Muitas pessoas fizeram testes de laboratório e encontraram nesses coletores problemas como: uso de silicone não medicinal/látex ou plástico comum, que pode causar alergias e problemas com esterilização, presença de metais pesados e corantes tóxicos, textura/rachaduras que dificultam a esterilização… Dentre muitos outros problemas que prejudicam a saúde a curto ou longo prazo.
Dessa forma, acho que fica claro que é melhor pensar na sua saúde e higiene e não comprar coletores chineses. O copinho por si só já é uma economia a longo prazo: as marcas citadas no post custam entre R$60,00 e R$120,00 e podem durar até 10 anos!
Pense em quanto dinheiro você gastaria com absorventes nesse tempo? Um coletor menstrual custa muito menos! Invista em marcas de coletor menstrual confiáveis e economize dinheiro sem descuidar da sua saúde!
Oi gente! Demorei mas cheguei né? O post de hoje vai revelar uma das minhas diversas versões: A Lívia literária e culta que você respeita. vamos parar de zoar o post se não a Laura me demite
Enfim, brincadeiras a parte, eu gosto muito de ler e de escrever desde os 11 anos (vocês podem ler algumas das minhas obras aqui https://www.wattpad.com/user/robberstyles ), e um dos principais posts aqui no Blog vão ser sobre livros e reviews, e eu tô bem ansiosa, porque eu sou dessas que ama dar minha opinião sobre as coisas, então vamos lá:
Hoje eu vou comentar sobre o livro que eu li há um tempinho atrás, e que estava precisando falar sobre ele com alguém se não senti que ia explodir. Eu comprei Antes de partir dessa para uma melhor (One last thing before I go) na promoção nas Lojas Americanas por 10 reais gente, sério. Não vou mentir que comprei ele mais pela capa do que por outra coisa. As clássicas palavras “Essa capa tá bonita demais pra ser esse preço” saíram da minha boca e lá estava eu na fila da loja, levando um livro (que eu não sabia nada sobre) pra casa.
Mas falar uma coisa pra vocês: Quando terminei de ler o segundo capítulo já sabia que tinha feito um ótimo negócio.
O livro conta a história de Drew Silver, um homem de meia-idade que se encontra numa situação complexa. Ele está envelhecendo, sozinho e percebendo todas as besteiras que fez na vida (e que se arrepende) num apart-hotel que é cheio de outros pais solteiros. Sem manter uma relação saudável com sua filha ou com sua ex-mulher, Silver se dá conta de tudo o que perdeu.
Com duas notícias abaladoras, ele descobre que 1) sua filha de 18 anos, que estava prestes a ir pra faculdade está grávida e 2) Ele tem um derrame e uma doença de coração que pode matá-lo a qualquer momento.
Aí vocês me falam, “Nossa, mas esse livro só tem tragédia” e a minha resposta é um gigantesco “Não”. O legal do livro é exatamente esse, ele é muito engraçado. Muito. Eu tava lendo ele na minha época de pré-vestibular (época que meus nervos estavam a flor da pele) e ele conseguiu me acalmar por inteiro. A leitura é simples, gostosa. Jonathan Tropper consegue transformar um cenário que tinha tudo para ser um desastre de melancolia em algo divertido, e às vezes, isso é exatamente do que precisamos: Transformar algo ruim na nossa vida numa coisa positiva e saber aceitar a hora de desistir.
Sem falar na facilidade e na visão incrível que o autor tem para descrever o mundo masculino. É refinado, mas, ao mesmo tempo, realista, sem censurar as partes chulas e ruins de ser alguém que está prestes a morrer.
Quando terminei de ler eu nem acreditei que eu comprei esse livro por 10 reais, fiquei surpresa. Já quero procurar outros livros do Jonathan para ler e pôr na minha listinha (ou se a Americanas quiser me patrocinar também, fica a dica, hehe.) Enfim, se eu tenho alguma coisa pra reclamar só um pouquinho seria do final, mas eu consegui entender completamente o autor e a sua estratégia. Não vou comentar sobre porque eu não quero dar spoilers, e quero que realmente vocês leiam e deem uma chance.
Como quero trabalhar com isso futuramente, meu senso crítico pra livros é muito firme e requintado, mas juro que daria uma nota 8,5 fácil pra essa leitura leve e simplista.
Vale a pena.
Enfim, é isso gente. Deixem nos comentários se vocês gostam de posts assim ou se já leram esse livro. Me sigam no twitter também (que é a rede social que eu mais uso) @_livialimis pra gente se conhecer melhor. Espero que tenham gostado, e até breve.
🙂
Não é de hoje que vocês sabem que eu amo a ideia de comprar de quem faz, não é mesmo? Sempre que posso falo sobre, divulgo o movimento, dou preferencia na hora de comprar. Hoje resolvi trazer um post listando alguns motivos pelos quais você deve comprar de quem faz! Para ilustrar o post e fazer você se apaixonar um pouquinho mais pela ideia, trouxe fotos de vários produtinhos que comprei de pequenos produtores e sou apaixonada!
1. Fortalece pequenos produtores
Quando você compra de quem faz, está comprando algo feito por gente como a gente. Gente que faz algo porque ama e, na maioria das vezes, gente pra quem aquele dinheirinho realmente vai fazer toda a diferença no final do mês. Você mostra que valoriza o trabalho daquela pessoa. Você está apoiando o sonho daquela pessoa.
Comprando de quem faz, quem realmente trabalhou na produção é beneficiado. Comprando de grandes empresas e multinacionais, na maioria das vezes, quem realmente trabalhou na produção tem um salário baixíssimo e você ainda corre o risco de estar colaborando com uma empresa que utiliza trabalho escravo.
Vamos pensar: quando você compra de grandes empresas, na maioria das vezes o retorno financeiro nem no país vai ficar. Quando você compra de quem faz, o dinheiro vai diretamente pra essa pessoa e vai fazer girar a economia do seu bairro, da sua cidade, do seu estado, do país…
Como eu já disse no tópico anterior, quando compra de quem faz você está colaborando com alguém que realmente precisa daquele dinheiro no final do mês. Comprando de grandes indústrias, você está colaborando ainda mais para a concentração de renda.
3. Incentiva estimula a produção artesanal e cultura
Em um mundo que cada vez mais substitui o homem pela máquina, comprar de quem faz é estimular a produção manual e não deixar que técnicas como o bordado, o macramê e tantas outras coisas incríveis se percam. É mostrar que você valoriza a cultura local!
Aqui, vale também pensar na lógica do patrimônio histórico imaterial: a forma como aquele produto é feito culturalmente importa!
4. Oportunidade de se aproximar do produtor
Quando você compra de quem faz, você tem a oportunidade de entender como aquilo é feito, porque é feito, de onde veio a ideia, desde quando é feito. Entender toda a história por trás do produto. Além de trazer muito conhecimento bacana, te faz ter um carinho especial por aquele produto: você sabe todas as dificuldades, inspirações, histórias que o produtor passou pra que aquele produto chegasse até você. É incrível!
P.s.: Pensei em uma série de posts “pertinho do produtor”, conversando com produtores artesanais sobre suas histórias, produtos e muito mais! O que acham?
5. Produtos feitos com MUITO carinho – e, muitas vezes, sob encomenda!
Acho que todo mundo que já comprou um produto artesanal entende a diferença, não é? Você sente que aquele produto realmente foi feito com muito carinho e cuidado, se encanta pelo trabalho de uma pessoa, percebe que é algo muito mais humano. Além disso, você tem a oportunidade de conversar com o produtor e, quem sabe, ter um produto do jeitinho que você imaginou ou que serve perfeitamente em você! Não tem nada melhor que poder escolher cada detalhezinho do produto que está comprando ou vestir pela primeira vez uma roupa feita sob medida, com o caimento perfeito pro seu corpo!
É isso! Esses são alguns dos meus motivos pra Comprar de quem Faz, quais são os seus? Me diga nos comentários! E se você apoia essa ideia, que tal compartilhar o post para nos ajudar a fazer ela chegar em todo o mundo? Contamos com a sua colaboração!
Pra quem tiver interesse, aqui vai a listinha de produtos fotografados (e não, esse post não é patrocinado!) com o site ou local de compra:
