Vi essa tag lá no Fala, Catarina e adorei as perguntas, eu adoro responder TAGs e acho que essa me levou a pensar sobre coisas que geralmente não falo aqui no blog, então quis responder.

Nos dias que não tô com João, espero minha alma voltar pro corpo, pego o celular e mando bom dia pra ele. Levanto, tomo meu café e passo algumas horas falando o mínimo de palavras possível.
Quando tô com João e ele ainda tá na cama, acordo já enfiando a cara no pescoço dele. Ele normalmente acorda mais cedo, então se não tá na cama, vou procurar ele pela casa pra aí então enfiar a cara no pescoço dele. Começar o dia com cheiro de chamego diminui meu mau-humor matinal.
Café com leite pela manhã, chocolate quente à noite. Chá, nunca.
Eu gosto muito do inverno e de todas as atividades de inverno, mas tenho aprendido a apreciar a primavera também.
AMO praia, sou obcecada por campo. Acho que pra viver sempre, campo, mas dando uma passadinha na praia duas vezes por ano. Cidade o que tenho a ver?
A Dança Cósmica das Feiticeiras veio à cabeça, porque em diversos momentos da vida me lembro e ressignifico algo que li nele aos 17 anos. Comecei a reler ano passado e ri de como o livro já foi outro, e fiz as pazes com muitas partes dele. A Menina que Roubava Livros segue no posto de livro favorito.
Acho que de novo e assistir ~completo~ foi a segunda temporada de Ransom Canyon, tô gostando bastante. Fora isso, tô em constante estado de ~reassistindo Gilmore Girls~ por motivos de: série conforto. Eu preciso de MUITO conforto.
Gosto mais de séries porque, como canceriana, sou apegada em personagens e gosto de acompanhá-los por muito tempo. Em filmes muitas vezes mal consigo me emocionar com o personagem porque “quem é você eu mal te conheço”. Mas ando meio frustrada com essa vibe das séries de 8, no máximo 10 episódios. Adorava as séries com 10 temporadas de 24 episódios.
Sou bem formiguinha, então tem muitas opções, mas sou bem obcecada com sorvete. Pode ser de sorveteria de bairro ou de sorveteria chique, gosto do mesmo jeito. Mas se for aqueles de pote/de supermercado, aí prefiro um brigadeiro.
MUITAS. Seletividade alimentar reina por aqui e são raríssimos os legumes que tolero. Mas DE JEITO NENHUM eu diria abóbora, mamão, banana e quiabo. Tenho problemas só de pensar na imagem deles. Banana não suporto nem o cheiro, se alguém come perto de mim eu me afasto. Outras coisas eu ouso experimentar de novo de vez em quando – e sempre me arrependo? Sim, mas não causam asco.
Sempre sonhei em conhecer a Itália, então acho que iria pra algum cantinho lá. Mas podia ser Irlanda também.
O WhatsApp, provavelmente? Tanto pra conversar com amigos, quanto por trabalho, tô sempre com ele aberto numa aba separada.
Depende. Em questões profissionais, sim. Tenho mil planilhas, backups, uma agenda bem detalhada, tudo muito bem cuidado e mantido. Em outros quesitos, nem um pouco – meu quarto é um caos, minhas bolsas são um caos maior ainda. Quando arrumo, arrumo direito, mas sou péssima em manter e não sinto necessidade também, vivo bem no meu caos.
Difícil. Quando eu penso em viagens incríveis, me vem duas possibilidades: praia ou amigos. Nos últimos anos fiz algumas viagens que envolveram os dois e foram incríveis. Mas não consigo ranquear, de verdade, sempre me sinto muito bem viajando.
Copiando a resposta da Bru, bordado livre. Esse mês até comprei mais algodão cru pra fazer umas coisas que tava querendo, mas é um dos hobbies que deixo mais abandonados – de tempos em tempos lembro, vou lá, faço 1 coisinha e abandono de novo.
Eu sou uma criatura da noite. É mais fresquinho, não tem sol e tem menos movimento. Também amo o pôr-do-sol pela luz, então diria que daí pra frente tudo é lindo.
Dos outros? Espontâneas. Minhas? Posadas. É RARÍSSIMO eu gostar de mim em alguma foto espontânea, simplesmente não saio bem – e me faz perceber que eu posso estar completamente feliz e maravilhada com o momento, eu normalmente tenho cara de tédio. Também me faz entender porque tanta gente diz que, antes de me conhecer, achava que eu era chata ou muito séria.
O algoritmo do Instagram tem me feito feliz ali naquela abinha de explorar, mas odeio o tanto que mostra pouco coisa de gente que eu sigo, o rolê de ter deixado de ser cronológico. O Tiktok competiria, mas sinceramente me irrita como tem vez que o algoritmo lá fica obcecado com algo e só entrega vídeos de algo nada a ver comigo, sem contar nos malditos videos da sacolinha laranja.
Orgulho e Preconceito, Mamma Mia!, Cartas Para Julieta. Eu reassisto todos pelo menos uma vez por ano.
Comida e música boa.
Isotônico, por mais triste que seja a resposta – já tô quase comemorando aniversário semanal de uma intoxicação alimentar :/
Numa resposta menos literal e trágica, teve a Kodak az425.
Vou copiar a Bru de novo e dizer que falar em público. Nem precisa ser um grande público. Minha passagem pela faculdade foi marcada por infinitas crises de ansiedade.
Planejar o que envolve dinheiro, improvisar todo o resto.
Na frente da casa que morávamos quando eu nasci, eu estava no colo – da minha mãe ou da minha tia, não sei – e ela me apresentou um cachorro GIGANTE e preto da vizinha que estava passeando na coleira. Lembro da pessoa me explicando que era ele latindo que me assustava muito de noite, mas que não precisava ter medo porque ele era bonzinho. Mudamos de lá quando eu tinha 2 anos, então deve ter sido mais ou menos nessa idade.
Momentos da vida. Eu vejo o blog como uma espécie de diário pessoal, mas de forma que aproveito também pra contar um pouco da vida para amigos. Também é o que mais gosto de ler em outros blogs.
Morando sozinha ou com João. Talvez começando a pensar na possibilidade de um baby? SOCORRO.
É isso, adorei responder essa TAG e sintam-se à vontade para responder também!
Abraços,
e até mais ♥
