Na batalha dos Guardiões da Blogosfera dessa semana, estamos combatendo o vilão Crítico Infinito, e um dos possíveis ataques contra ele é resgatar um post dos rascunhos. Ao aceitar essa missão, me choquei um pouco com o conteúdo dos meus rascunhos – reflexões profundas demais que eu não lembrava já terem sido escritas por uma adolescente pensante demais. Embora não me identifique mais com muita coisa, esse aqui me trouxe uma sensação boa – um sinal de bons ventos pra primavera que se aproxima. Então, fiquem com uma pequena janela para a cabecinha da Laura de 2018.

Deixa o Outono ser, menina. Vinte anos de ser cíclica não foram suficientes pra aprender que é hora de deixar ir o que não serve mais? De que serve tanta admiração pela árvore que fica na janela se não consegue seguir seus passos? Vai, eu juro, vale a pena o peso de deixar as folhas velhas caírem, vale a pena viver o luto e o vazio de deixar ir. Pensa no quão conveniente será a leveza quando a primavera chegar.

Luly Lage
Não é que a Laurinha de 8 anos atrás conseguiu dar um sacode em mim, hoje?
adê
Gostei demais da reflexão! Eu ri do “deixa o outono ser, menina” porque essa semana mesmo escutei um podcast do “é nóia minha” em que elas falam sobre estações do ano e tiram sarro do outono falando que ele quer “apaziguar” diante das outras estações rs 😅
Bruna Both
A Laura de 2018 divou!!!
O chapéu serviu aqui hahaha
Abração!