19 04 2018

Como uso: páginas pontilhadas do Planner Realize?

Como uso: páginas pontilhadas do Planner Realize?Quem nunca passou raiva tentando fazer uma linha reta em uma página sem linhas que atire a primeira pedra! Sou do tipo de pessoa que passa meia hora medindo tudo milimetricamente com a régua e no final ainda tem a sensação péssima de “isso aqui tá tudo torto!“. Até então eu nunca tinha usado as tão amadas páginas pontilhadas e confesso que quando recebi o meu Planner da Donna Rita fiquei super ansiosa pra testar e ver se realmente seria tão  mais prático. Um mês depois, já tendo aprontado muita arte nessas páginas (e estando em um caso de amor com elas), vim contar pra vocês sobre a experiência.

Eu já fiz um post contando tudo sobre o Planner Realize que recebi da Donna Rita e aproveitei pra contar um pouquinho sobre como estou usando o que aprendi no método bullet journal e adaptando algumas coisas pra essa plataforma diferente que é o planner. Se você não conferiu, corre lá no post que aqui eu vou considerar que você já sabe o quão completinho o Realize é!Planner Realize - páginas pontilhadasA divisão dessas páginas ao longo do planner é mais ou menos assim: quebras de semanas no início/final do mês têm páginas pontilhadas ou apenas pedaços de páginas e no final do planner tem também 13 páginas – é muito espaço pra soltar a criatividade e ter a mão tudo o que você precisa!

Resolvi que sempre que tiver alguma página inteira no início do mês vou usar pra fazer uma página do mês – do jeitinho que fazia no bullet journal mesmo! Eu sempre gostei muito de pensar no layout, desenhar, colorir e fotografar essas páginas… ter a oportunidade de continuar tendo esse momento é incrível!Planner realize - Páginas pontilhadasOs trechos de páginas pontilhadas- que aparecem quando o mês começa no domingo, por exemplo… ou quando ele termina na segunda-feira- estou usando pra escrever quotes e frases inspiradoras bonitinhas! Eu sou uma pessoa que ama essas frases, realmente me motivam muito… e brincar com lettering, escritas diferentes e desenhozinhos para acompanhar as frases nesses espaços é uma forma de me manter produtiva e criativa!Planner Realize - páginas pontilhadas
Planner realize - páginas pontilhadasPor fim, nas páginas finais estou fazendo as coisas mais práticas e úteis: um checklist do meu projeto de 20 antes dos 20, um calendário menstrual – que o planner na versão completa tem, mas na versão leve não!-, um tracker de economias (não colori ainda porque não queria postar aqui! hahah) e o controle de notas da faculdade por enquanto. Tudo isso fiz de um jeito bem prático, clean e intuitivo – pensado pra funcionar bem pra mim, na minha rotina!

Planner realize - páginas pontilhadas
Planner realize - páginas pontilhadas
Ainda quero fazer algumas coisas, como por exemplo aproveitar o resto da página de calendário menstrual pra fazer um calendário lunar e poder ver os dois juntinhos e relacionados! Sempre que fizer algo novo tentarei postar no meu instagram, então me acompanhe por lá!

Enquanto isso, me contem: já usaram as páginas pontilhadas? Gostam? Tô super aceitando sugestões do que mais posso fazer também, viu? O que você faria se fosse eu ou o que você fez no seu planner/bullet journal que te ajudou muito? Estou curiosíssima pra saber!

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12 04 2018

Sobre ser fotografada – do outro lado da câmera

Sobre ser fotografada - por Joy Freitas

Talvez você queira ver uma versão resumida desse post lá no meu twitter – é por lá que muitas das minhas ideias de posts surgem e acabo usando como uma forma de ficar mais pertinho de todo mundo que acompanho e que me acompanha.

Por coincidência, fui fotografada duas vezes nos 3 meses que já se foram esse ano. Tinha tempos que eu não ficava na frente das câmeras de um outro fotógrafo sendo dirigida pra um ensaio, e fazer isso duas vezes em um intervalo tão pequeno de tempo me trouxe um tanto de reflexões sobre isso.

Como fotógrafa eu conheço muitos fotógrafos. A grande maioria deles preferem ficar atrás das câmeras e fogem de qualquer um que tentar apontar uma câmera pra eles… Nunca me identifiquei muito com isso: eu adoro trocar de papéis, ser dirigida, deixar que me registrem também. Eu adoro perceber como as pessoas trabalham de formas diferentes. Adoro ter a oportunidade de perceber como meus clientes se sentem enquanto aponto minha câmera pra eles.

É uma oportunidade incrível de realmente sentir o que funciona ou não, o que é mais legal, como podemos melhorar: a gente vive na pele a história de se colocar no lugar do outro e pensar em como se sente com isso. Não estou dizendo que sou a chata analisando quem tá lá dando seu melhor pra me fotografar: no fim do dia é sempre muito claro o que tornou aquele momento tão incrível, o que me deixou mais confortável, o que posso absorver. É uma oportunidade incrível.

Sobre ser fotografada - por Luanna Lima

Uma segunda coisa que acho incrível:  Minha última vez na frente das câmeras tinha sido pela Luanna em 2015: eu era uma pessoa completamente diferente. Tinha mil inseguranças a mais e estava dando meus primeiros passinhos na fotografia de gente – já sabia muito de ISO, velocidade, obturador… mas nada sobre direção de pessoas, posicionamento e tudo isso que é uma das minhas coisas favoritas atualmente. Eu tinha acabado de conhecer a Luanna, que também é super tímida e também estava começando a fotografar pessoas.

Aí veio o ensaio com a Reis: faz 3 anos que eu fotografo pessoas, 8 meses no curso de fotografia tendo dicas, aulas práticas e tudo o mais. Eu conheço a Reis há 3 anos e somos amigas, estávamos uma fotografando à outra em um lugar totalmente novo pra mim. Claro, a intimidade ajuda MUITO – o que deixou mais claro pra mim o quão importante é criar uma conexão com os clientes e modelos- mas a experiência foi totalmente diferente porque eu já tinha uma noção muito grande sobre como me posicionar, o que fica legal, o que não fica… Em coisas simples como não travar o maxilar eu conseguia contribuir pra fotos mais legais.

Sobre ser fotografada - Por Letícia Reis

Por fim, mas de forma alguma menos importante, algo que o contraste entre ser fotografada duas vezes em tão pouco tempo me fez perceber muito claramente: Sebastião Salgado não tava brincando quando ele falou que “você não fotografa com sua máquina, você fotografa com toda sua cultura”. Ver duas fotógrafas incríveis – e totalmente diferentes – fotografarem o mesmo objeto (e aquele que eu conheço melhor: eu mesma!) foi uma das partes mais incríveis disso tudo.

O ensaio com a Reis rolou no final de janeiro, no início de março a Joy me chamou e falou que estaria aqui em BH, perguntou se eu animava sair pra fotografar com ela… E assim nasceu o segundo ensaio desse ano. Fomos pro Mercado Central, andamos lá, Joy conheceu um pouco… almoçamos no palácio das artes, vimos uma exposição de fotografia e fomos pro Parque Municipal (o mesmo lugar do ensaio com a Luanna!) e foi lá que ela me fotografou.

Sobre ser fotografada

Não são nem 2 meses de diferença, não mudei nada em mim – acho que nem a sobrancelha eu fiz nesse tempo!!!- mas o “filtro” do olhar de cada uma mostra duas pessoas bastante diferentes. O estilo de fotografar, de tratar as fotos, a escolha de lugar, a direção... tudo isso colabora  muito pra que eu me veja tão diferente.

Quando olho pras fotos da Reis eu me vejo uma menina, descobrindo a vida, brincando com sensualidade, com seriedade, com a sensação de poder… fazendo caras e bocas e rindo de tudo isso. Tem muita cor, tem muita luz, tem até Fora Temer e uma sensação de tomar posse da cidade que é nossa. Eu me vejo, mas vejo também a menina super engajada socialmente, feminista, do movimento negro, apaixonada por cultura, por teatro. Eu vejo a minha fotografa nas fotos.

Sobre ser fotografada
Nas fotos da Joy, uma sensação totalmente diferente: não é como se me sentisse mais velha, mas me vejo mais mulher, adulta. Mais séria, mais serena…um ar maior de mistério. As cores são mais sóbrias, tem mais sombra… Eu tô no lugar mais confortável do mundo pra mim que é no meio do mato. Tem brincadeira, tem sensualidade, tem carão, tem gargalhada, tem tudo que me torna eu… mas visto por um olhar diferente, de uma mulher mais velha, de outro estado, com uma vivência totalmente diferente. Eu não a conheço tão bem, mas os 3 dias que passei convivendo com ela em Tiradentes foram suficientes pra identificá-la em cada uma das fotos também.

Sobre ser fotografada

Se eu pudesse dar uma dica pra todo mundo nessa vida é a de viver essa experiência de ser fotografada – o que pode parecer conveniente vindo de uma fotógrafa- mas principalmente pra quem fotografa outras pessoas. Vale muito a pena sair da zona de conforto, trocar de lado da câmera, se deixar ser visto e dirigido por outro alguém: É um momento que só pode trazer coisas boas!

Você já foi fotografada ou fotografado? Como foi? E o que achou do post? Me contem tudo!

Só um comentário porque muita gente perguntou nos comentários do último post: o pé tá melhor, já até viajei sem a botinha… Ainda tomando cuidado e não andando muito, mas já tô melhor, obrigada pelo carinho!

Dicas para fotografos: sobre ser fotografada

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02 04 2018

Bee Happy – Março

Bee Happy - Março

Eu não consigo definir se março voou ou se demorou séculos pra passar por aqui: Eu me lembro como se fosse ontem da ansiedade pra decidir se iria viajar mesmo ou não, mas ao mesmo tempo parece que tem anos que não consigo me locomover direito por causa do pé. Essa coisa de andar com dificuldade e de não conseguir ir onde eu quero na hora que eu quero fez o mês se arrastar e me deixou bem mais impaciente que o normal.

Me perguntei muito se faria esse  post: Já postei um milhão de fotos da viagem nos 2 posts que fiz sobre ela e não tenho outras fotos: Como vocês podem imaginar, se até andar tá difícil imaginem fotografar! A última vez que peguei na câmera pra fotografar foi pra trazer o post sobre meu planner novo… Fora isso, meu flash chegou e ainda não sei usá-lo, mas fiz várias fotos da cadeira de casa enquanto tentava entender como ele funciona… Nada muito empolgante.

Resolvi trazer o post de qualquer forma: pra não abandonar o projeto que tanto gosto e pra lembrar um pouquinho de um momento bom do mês e tentar deixar esse desanimo de lado. Aproveitei pra trazer fotos na vertical: raramente faço fotos assim, talvez pelo costume de fotografar sempre pensando no blog. Nessa viagem resolvi me forçar a lembrar desse outro jeito de fotografar e acho que consegui coisas muito poéticas no fim das contas… É legal essa coisa de experimentar novas formas de ver o mundo.

As fotos não devem estar mega agradáveis de olhar no layout, mas vez ou outra não faz mal né? Espero que gostem.
Bee Happy - Março
Bee HappyBee Happy - Março
Bee Happy - Março
Bee Happy
Bee Happy
Bee Happy
Bee Happy

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dessa vez não consigo falar muito de cada foto: É tudo um pouquinho da  poesia que encontrei em Tiradentes no início do mês de março: Uma lojinha minúscula perto da matriz que se preocupou em florir a mesa, a porta de doceria mais fofa do mundo com direito a sempre-vivas e latão de leite combinando com a paleta de cores, um cachorro curtindo a paz da porta da igreja, a bicicleta que fica em frente a uma confeitaria, o bequinho mais lindo do mundo que me levava do local das palestras pro hostel, o desalinhamento alinhado e combinadinho entre poste, portão e montanhas e por fim uma placa fofíssima.

Sinto não ter mais pra contar sobre esse mês pra contar, mas foi tudo meio parado por aqui mesmo. Não esqueçam de me contar como foi março pra vocês: O que teve de mais legal? Fotografaram muito?
Fico por aqui – preciso me arrumar pra ir no médico ver se já fico livre dessa bota ortopédica… em breve dou notícias, torçam por mim!

Bee Happy é um projeto fotográfico postado todos os meses, no qual 6 fotografias (ou mais) ilustram um resumo deles; atualmente é composto por Laís (criadora), Laryssa e Laura. Se você desejar fazer parte, será bem-vindo com alegria por nós, basta apenas entrar em contato sobre seu interesse. ❤

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29 03 2018

Foto em Pauta Tiradentes, dia 2- Quebrei meu pé!

Foto em Pauta Tiradentes - Dia 2

Contei no primeiro post sobre a viagem para Tiradentes sobre como decidi ir sozinha pro festival e mostrei um pouquinho do primeiro dia, e dessa vez vim mostrar como foi o resto da viagem – os dias 2 e 3 e sobre alguns imprevistos que rolaram durante a viagem! Preparem-se pra um post gigante! Hahahah

Foto em Pauta Tiradentes, dia 2No sábado acordei cedo pra não perder tempo: No dia anterior eu e Joy já tinhamos planejado quais palestras assistiríamos e combinamos de sair juntas pra fotografar pela cidade de manhã. Acordei no hostel e enquanto tomava café conversei bastante com o pessoal de lá – a maioria estava lá pro festival, então assunto não faltou! Fiquei um tempinho conversando, tomei um banho – já estava bem quente!- e saí com a câmera pra fotografar.

Foto em Pauta Tiradentes, dia 2
Foto em Pauta Tiradentes, dia 2Ao contrário da sexta, dessa vez tinha bastante sol e apesar de ser mais complicado andar no sol foi bem bom para fotografar: encontrei a Joy na praça principal e fomos nos perdendo pelas ruelinhas… Íamos fotografando a cidade, uma à outra, entravamos nas exposições fotográficas espalhadas pela cidade… E fomos nesse ritmo até chegar na Igreja matriz: lá paramos um pouco, fotografamos a igreja e eu principalmente a vista de lá: só depois percebi que tirei pouquíssimas fotos da igreja em si. Realmente não sou a maior fã de igrejas.
Foto em Pauta Tiradentes, dia 2
Foto em Pauta Tiradentes, dia 2Foto em Pauta Tiradentes, dia 2Quando percebemos já faltava pouco tempo pra distribuição de senhas da primeira palestra que queríamos pegar e ainda tínhamos que almoçar… corremos pra achar um restaurante e acabamos escolhendo um meio na pressa: decepcionante porque não era barato e a comida não era lá essas coisas, sabe? Mas foi rápido e comemos também rápido pra pegar a senha. Pegamos a senha e como ainda tínhamos uma hora até a palestra começar fomos atrás de uma sobremesa: escolhemos uma torta holandesa na lojinha mais fofa do mundo. Comemos e na hora que fui levantar pra ir embora… Meu joelho deslocou e caí no meio da loja. O joelho voltou pro lugar na mesma hora e se você me acompanha aqui há muito tempo sabe que isso não é nada anormal pra mim, então segui a vida normalmente hahahha.
Foto em Pauta Tiradentes, dia 2A primeira palestra era sobre processos históricos artesanais de impressão de imagem usados por fotógrafos atuais: Foi legal, mas acho que poderia ter aprofundado mais, explicado algumas coisas ao invés de só mostrar uma quantidade muito grande de processos diferentes.

Logo em seguida fomos para a segunda palestra, que foi a última que assisti e foi minha favorita: sobre os projetos Sob o nervo da noite de Lucas Gibson, que retrata a libertação pessoal em locais fechados – casas noturnas, festas fetichistas e coisas do tipo, e o Desnuda Alma, projeto da Cynthia Barros que virou livro e foi lançado lá no festival. O primeiro é incrível, com fotos muito fortes, expressivas, algumas chegam a incomodar, assustar… É um projeto incrível, sem sombra de duvidas… Mas foi o segundo que me ganhou: sinto que conhecer esse projeto e participar dessa conversa com a Cynthia valeu toda a ida pro festival.Foto em Pauta Tiradentes, dia 2

O Desnuda Alma é um livro que reúne fotografias de gente de todo tipo pelada – diz a Cynthia que não é nu porque nu a gente associa com sensual. Tem homem, tem mulher, tem idosas – a avó da autora é uma delas!-, tem criança, tem bebê, tem gay, tem lésbica, tem casal, tem de tudo. Tem foto em ambiente fechado, aberto, tem fotos do cotidiano das pessoas, tem foto em estúdio… E é uma foto mais linda que a outra. Minhas preferidas foram as mais de cotidiano mesmo: uma mãe e sua filhinha rindo no sofá da sala da casa delas, por exemplo. A delicadeza, sutileza, leveza de cada foto me fez ficar completamente apaixonada… Eu realmente amo essa coisa do nu sem o sensual (apesar de admirar muito também o sensual).Foto em Pauta Tiradentes, dia 2Depois da palestra fui pro hostel, tomei um banho e dormi um pouco porque tava muito cansada. Mais tarde saí pra jantar, fiquei presa em uma exposição por causa da chuva, jantei com Joy e voltei pro hostel: o plano inicial era ficarmos até tarde de novo, mas a chuva nos desanimou muito.Foto em Pauta Tiradentes, dia 2No domingo fui descer do beliche no hostel e como ainda não tava 100% confiante no joelho desci usando a outra perna… resultado? Virei o pé e fiquei com uma dorzinha chata que não me deixou fazer muita coisa, mas ainda saí, encontrei a Joy pra despedir, andamos mais um pouco, passamos em umas lojinhas – dessa de doces eu trouxe um doce de leite incrível!, tomamos um milk shake num lugar fofíssimo e aí fui pra rodoviária começar a saga de voltar pra casa. No dia seguinte o pé não tinha melhorado e fui pro médico descobrir que eu tinha quebrado o quinto metatarso! Fiquei quase duas semanas em casa e agora ainda estou usando a bota ortopédica pra sair até hoje.. Segunda que vem volto no médico e dou mais notícias!

Apesar dessa loucura toda de deslocar o joelho e quebrar o pé, a viagem foi incrível! E conseguir passar por tudo isso numa boa durante a minha primeira viagem sozinha deixou muito claro pra mim que eu consigo passar por qualquer coisa, foi pra perder o medo de viajar sozinha mesmo, sabe? Acabou sendo tudo incrível no fim das contas, e já tô ansiosa pro foto em pauta de 2019!

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26 03 2018

Planner Realize, Donna Rita – adaptando meu Bullet Journal

Planner Realize - Donna Rita

Vocês já viram por aqui que faço parte do Time Criativo de parceiras da lojinha de papelaria mais linda do mundo também conhecida como Donna Rita, não é? Demorou – foi difícil conciliar a rotinas, teve e-mail que não chegou, greve de correios e tudo que vocês puderem imaginar nesse meio, mas semana passada finalmente recebi meu Planner Realize versão leve pra usar, organizar meu ano, realizar e concretizar muitos dos meus planos e claro, mostrar tudinho aqui pra vocês!

Quando o planner chegou e abri a caixinha eu já quase morri de amores – um cheirinho gostoso, muito plástico bolha pra proteger tudo (e ser bem feliz estourando depois) e aquela certeza de que tudo foi feito com muito carinho, sabe? Meu planner tem a cor mais linda do mundo, estampa de gatinhos, meu nome e o nome do blog – aquelas coisinhas simples que por serem personalizadas fazem a gente se sentir especial! Além dele eu recebi um caderninho de presente e vários marca-páginas, adesivos e cada coisa mais fofinha que a outra. Amei!
Planner Realize 2018-2Quando contei pra amigos que receberia o planner, logo me perguntaram: “mas e o bullet journal?”… Rolou super uma preocupação por eu largar meu caderninho porque sou daquelas que fez uma super propaganda já que o método funcionou muito bem pra mim…

A palavra chave tá exatamente aí: método! Nesse post explicarei um pouquinho de como estou fazendo essa mudança e adaptação. O planner realize versão leve, que é essa minha, é todo cinza e bem simples, então eu tenho muita liberdade pra usar, colorir, decorar da forma que funcionar melhor pra mim.

Sobre o Planner Realize 2018, Versão Leve:

 

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Muitas das coleções que eu fazia no bullet journal estão presentes no planner: controle financeiro mensal, log mensal, calendário anual, página pra planos e metas… E além disso ele tem muitas coisas que eu não usava no bullet journal mas já queria começar a usar há tempos: Mood tracker (ou controle/acompanhamento de hábitos), avaliação mensal, controle de livros e filmes lidos/vistos ou para ver/ler, controle de compras pela internet, datas importantes divididas por mês… Tem muita coisa legal!

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Algumas das minhas coisas favoritas desse planner são: O log semanal – agendas nunca funcionaram bem pra mim porque não gasto uma folha inteira/meia folha por dia e ficava com dó de tanto espaço em branco; além disso, ter uma visão de como será a semana é super útil!.

Também amei as páginas “sonhe, planeje, realize!” que são como guias para dividir grandes metas em pequenos passos – assim fica mais fácil! – e ajudam muito na hora de realizar e visualizar tudo o que você já conseguiu e tudo o que ainda precisa pra realizar aquela meta. E algo muito importante pra mim: No final do planner e nas quebras de semana tem várias páginas pontilhadas! Assim consigo trazer tudo que tinha no meu bullet journal e ter tudo que preciso no meu planner! Já comecei a usar essas páginas, mas isso mostro pra vocês num post futuro!
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Mas porque trocar o caderninho pelo planner?

Tá, ok Laura, a gente já entendeu que você vai fazer uma mistureba entre planner e bullet journal, mas o que te levou a isso? Porquê?
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Bom, essa foi uma decisão pensada de acordo com como eu usava o bullet journal, como eu queria começar a usar, em coisas que eu quero mudar na minha vida e em mil outras questões. É algo muito legal de se pensar nessa coisa de se organizar e se tornar mais produtivo – afinal, esse é o objetivo, né? Tem que ser o que funciona melhor pra você! Simplificando bastante:

– Eu nunca decorei muito meu bullet journal, porque o tempo disponível para usá-lo eu gastava tornando-o útil, ou seja: escrevendo o planejamento diário, desenhando os spreads mensais/semanais/diários.

– O único momento que eu me permitia ser mais criativa no meu BuJo era no início de mês, quando reservava um momento pra fazer uma página do mês bem bonitinha, pensadinha, desenhadinha. Era meu momento favorito de usar o BuJo

– Uma das minhas grandes metas desse ano é ser mais criativa: desenhar mais, escrever mais, fotografar mais, praticar a criatividade mesmo (sim, praticar a criatividade! Isso não devia soar estranho!)

Juntando isso tudo com a oportunidade de ter o planner da Donna Rita eu decidi: vou passar pro planner. Assim, já tendo layouts e spreads prontos eu posso brincar mais com a criatividade na hora de decorar. A versão do planner tem um tamanho e peso ótimos pra carregar na bolsa, tem quase tudo que eu usava no bullet journal e até mais e tem páginas que me permitem  acrescentar tudo o que falta… Perfeito pra mim!

Agora a ideia é brincar com a decoração mesmo: Esse mês ele chegou em um momento corrido e bem atípico – não contei por aqui, mas tô de pé quebrado! No próximo post explico melhor!- e acabei decorando só com frasezinhas e marca-texto mesmo, mas quero brincar um pouquinho com temas e muito mais a partir de agora!

Me acompanhem lá no instagram pra ver tudo que ando aprontando, votar em temas no stories, me dar dicas e tudo o mais! Aproveitem pra me contar aqui nos comentários: Vocês usam planner ou bullet journal? Já experimentaram misturar os dois assim? Querem tentar ago do tipo? E claro: O que acharam desse post e o que mais querem ver sobre o planner? Me contem tudo!

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22 03 2018

Viajando sozinha: Festival de Fotografia de Tiradentes

Festival de Fotografia de Tiradentes

Era um dos últimos dias de fevereiro quando a Joy me procurou falando que ia pro Festival de fotografia de Tiradentes mas que antes passaria aqui por BH, perguntando se eu não animava encontrar e passear com ela por aí. De primeira animei, combinei com ela… E nem pensei muito no Festival. Aí a diretora do curso de fotografia falou do festival também e colocou preço pra passar uma noite em uma pousada… Aí veio aquela sensação “E se eu for?”.

Nos últimos dois anos tinha visto sobre o festival e morrido de vontade de ir, mas  parecia algo muito distante – ter grana pra ir, companhia, coragem e tudo o mais. Esse ano eu tô numa onda mais de tentar e fazer acontecer mesmo, sabe? Aí falei: Vou pesquisar preço de tudo, se não der esse ano eu já tenho uma base pro ano que vem. Aí comecei a pesquisar… E de repente descobri que tava super possível de ir. Achei hospedagem por 60,00 a noite, passagem não é tão absurdamente cara assim… E de repente fui fazendo as contas e me dei conta que dava pra ir.Festival de fotografia - TiradentesA decisão demorou pela insegurança de ir sozinha: principalmente ir sozinha e ficar em um hostel. Não sou a pessoa mais sociável e comunicativa do mundo, nunca tinha ficado em um hostel, nunca tinha viajado sozinha. Pensar nisso me dava uma ansiedade absurda, mas também uma vontade muito grande de me testar, ver como seria. Sempre gostei de almoçar em restaurantes sozinha, ir ao cinema… porque seria diferente com viajar? Comprei passagem, reservei o hostel, e falei: tô indo.

Festival de fotografia de TiradentesEsse semestre não tenho aulas às sextas-feiras, e por isso saí daqui sexta de manhã cedinho. Em BH peguei um ônibus pra São João Del Rei e de lá um pra Tiradentes: Isso tudo deu mais ou menos 4 horas de viagem… São João é bem pertinho de Tiradentes e não sei porque não tem ônibus direto daqui pra Tiradentes. Assim que desci do ônibus já fiquei apaixonada: Que cidade lindinha! Cheguei e fui logo encontrar a Joy pra almoçar porque tava MORRENDO de fome, e cada passo que eu dava pela cidade eu me apaixonava mais.Festival - blog-4Eu tenho uma relação de amor e ódio com cidades históricas: Não sou a maior fã de Ouro Preto, não curti muito Congonhas também… Mas Diamantina é a cidade paixãozinha da minha vida e agora Tiradentes entrou pra lista também. Amo que nas duas você tá andando por uma ruazinha cheia de casinhas históricas lindas e no fundo tem uma serra linda. Nesse primeiro dia estava bem chuvoso e a serra estava cheia de neblina… Eu não conseguia parar de olhar e fotografar e morrer de amores.

Festival de fotografia de TiradentesNesse primeiro dia almoçamos, fui pro hostel fazer check-in, os donos me mostraram direitinho como tudo funcionava, deixei minhas coisas lá e saí logo em seguida pra fotografar: Mesmo com a chuva eu queria aproveitar cada momento lá. Fiquei mais de uma hora andando pela cidade, fotografando, me encantando com cada bequinho, visitando as exposições que estavam espalhadas pela cidade. Depois fui para o local onde estavam rolando as palestras- o centro cultural Yves Alves: peguei metade de uma palestra com um ambientalista, uma sobre dois projetos fotográficos – Memento e Conexão São Paulo -Lagos e uma que foi o documentário Prelúdio da Fúria, de Gilvan Barreto e uma discussão sobre ele: simplesmente incrível!

Festival - blog-9
Festival - blog-12
Festival - blog-15
Festival - blog-16Festival - blog-5Depois disso saí com a Joy pra comer algo, rodamos um pouquinho pela cidade, achamos a Rachel – prima do pai do João que também é fotógrafa e no fim das contas ficamos até quase 2:00 da madrugada sentadas em um barzinho comendo e conversando sobre fotografia e projetos fotográficos, fotografia de mulheres, sonhos, planos… Um daqueles momentos que vai ficar na memória. Depois disso voltei pro hostel e estava rolando uma festinha lá no “quintal”, mas eu já estava bem cansada e o plano era acordar cedo no dia seguinte, então fui dormir.Festival de Fotografia Tiradentes por Laura NolascoDurante a viagem tentei gravar um vlog e apesar de não estar 100% contente com ele resolvi postar: Feito é melhor que perfeito, né? Se eu só postar quando ficar perfeito o canal nunca volta à ativa. Aceito críticas, sugestões, dicas… Pra uma primeira tentativa até que fiquei feliz! Logo logo trago pra vocês como foram o segundo e o terceiro dias dessa viagem – garanto muita emoção! Hahahahah… Até lá, me acompanhem lá no canal que quem tá inscrito vai ver o vlog antes! Espero que gostem!

Diário de viagem - Festival de fotografia de Tiradentes

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19 03 2018

Wishlist: Biquínis da Zaful – Parte 3

Wishlist: Biquínis da Zaful!

Hoje encerramos os posts de biquínis da zaful por aqui!! Se você ainda não viu os dois primeiros posts corre que ainda dá tempo: Tem muita coisa linda aqui e aqui! Dessa vez resolvi trazer não só biquínis, mas encerrar com chave de ouro mostrando algumas saídas de praia também – outra peça que amo! Depois, juro que ainda essa semana, venho trazer o post sobre minha viagem e aí voltamos à programação normal do blog! Hahahahah

Antes disso devo soltar um vlog da viagem lá no youtube, então que tal me seguir lá no youtube pra ser um dos primeiros a ver? Apesar da falta de experiência com vlogs e vídeos, tô me esforçando muito pra deixar ele bem legal!

Biquínis da Zaful pretos

Pra começar esse post resolvi trazer um clássico: Biquínis pretos. Além de lindos acho incrível que dá pra combinar eles com vários outros, né? Fica super charmoso uma parte preta e outra estampada – como é o caso do segundo, ou simplesmente pegar uma peça de outro conjunto e misturar com ele… preto vai com tudo! Desses escolhidos o que mais gostei foi a calcinha do segundo: acho esse modelo lindo! O primeiro é bem clássico e o lacinho no sutiã do terceiro dá um charme, né?

Biquínis da Zaful - busto grande
Outra sessão que achei muito legal é a sessão de biquínis para busto grande: apesar de não me encaixar tanto nela, sempre tenho problemas com biquínis porque as vezes até o G fica pequeno pra mim (uso sutiãs 44/46). Amei a estampa desses 3 que escolhi – já imagino combinar eles com as peças pretas ali de cima! Hahahah… Meu modelo favorito é o último: Esse formato mais puxadinho em cima funciona bem melhor pra mim e me passa mais segurança. Amei!

Saídas de praia - biquínis da Zafulsaídas de praia brancas. Selecionei essas 3 que no fim das contas são bem parecidas, né? Hahahah… A primeira foi minha favorita, achei o modelo e a estampa muito fofos. A segunda eu usaria até como kimono! Hahahahah… achei bem cara de blogueirinha rica, sabem? hahahha. A última me pareceu totalmente uma coisa de fada, elfa, sei lá… amei!

E aqui encerramos a sequência de posts! Espero que vocês gostem e não deixem de conferir outras sessões como a coleção de biquínis sexys de 2018! Me contem aqui o que vocês acharam dos posts e se vocês gostam de saídas de praia também! O que acharam das que eu escolhi? E uma dica bem legal: Se você gostou dessa série de posts e quer salvar pra quando for comprar seu próximo biquíni, que tal pinar essa imagem aqui de baixo no pinterest? Assim fica facinho achar quando precisar! Aproveita e me segue por lá <3

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17 03 2018

Biquinis da Zaful favoritos – parte 2

Biquinis da Zaful favoritos

Continuando nossa sequência de posts sobre biquinis da Zaful, hoje eu trouxe mais alguns biquinis e maiôs da loja que amei – uma parte 2 do primeiro post. A fotógrafa que há em mim precisa muito fazer um comentário: Enquanto pesquisava os produtos, fotos e informações pra fazer esses posts percebi que a loja toma muito cuidado nas fotos que divulgam os produtos: todos os produtos tem essas fotos de flatlay com temas bem verão e eu achei isso bem amor! Claro, além dessas fotos tem as fotos de detalhes de cada produto, parte das costas e etc – essas vocês conferem lá na loja! – mas fiquei realmente encantada com as fotos principais (que geralmente são as que aparecem na página da categoria).

Biquinis da zaful favoritos

A próxima sessão que vou comentar é a de biquinis esporte(Compre agora). Eu não sou a maior entendedora dessa linha, como vocês sabem né? hahahah… Mas fiquei simplesmente apaixonada por esse maiô azul – a cor é a coisa mais linda do mundo e achei o modelo super lindo – eu que não sou fã de maiôs gosto muito desses que são mais abertos, decotados, com cortes diferentes… hahahah! Acho legal que com uma saia ou short é super ok pra usar como body em uma festa na praia/piscina ou coisa do tipo, né?

Se tem uma tendência que me pegou no ano passado foi a tal da lace up – amo essa coisa do amarradinho… acabei não comprando muita coisa, mas acho a coisa mais linda porque dá um detalhe delicado a peças simples, é um decote sem mostrar demais… enfim, achei lindo! Esse biquini cinza então me encantou! A cor é super básica, o modelo também, mas a amarração dá um toque diferente.

O último está aqui pela combinação de cores: AMO! O modelo é bem básico e mais comportado também, o que acho bem legal… e preciso nem dizer que amo listras, né?

Biquinis da Zaful - maiôs!

Na sessão de maiôs –veja mais detalhes! – eu paguei língua bonito: Do alto da minha coisa de “não gosto de maiô” me peguei desejando vários. Esse primeiro achei MARAVILHOSO pela cor, mas a verdade é que se eu vestisse ele ia parecer que eu tava pelada porque aqui a branqueleza reina e no sol a gente fica rosa, né? Mas imagino o quão maravilhoso ele seria numa moça negra! O branco achei a estampa muito linda e o formato do corpo deve ficar a coisa mais linda nele! O preto nem preciso falar nada, né? Lindo, básico, preto… a gente ama! Achei todos os maiôs com muita cara de blogueirinha rica HAHAHAHAHAH

Biquinis da zaful: com bojo!

Pra fechar esse post, a sessão que eu diria que é “a minha”: biquínis com bojo (Clique aqui para conferir!). Eu acostumei muito a só usar biquinis com bojo e até quero um sem, mas as vezes que experimentei me senti um pouco insegura… Tenho que achar um que eu goste MUITO pra conseguir quebrar essa ideia. Mas olha que coisas mais lindas esses que escolhi! O primeiro é o modelo perfeito pra mim! Amei o lacinho, o tamanho da calcinha, a cor… tudo! O segundo achei a combinação de cores super pinterest/ decoração minimalista HAHAHAHA. E o que dizer sobre essa estampa de cactuzinhos? AH MEU DEUS DO CÉU É MUITO AMOR!

Me contem aqui nos comentários o que vocês acharam dos biquinis da Zaful que eu escolhi: quais seus preferidos? Algum deles entrou pra sua wishlist? Se não, corre lá na Zaful e tenho certeza que isso muda! hahahah
Volto em breve com o terceiro e último post dessa parceria!

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15 03 2018

Biquinis Zaful: meus favoritos – parte 1

biquinis zaful : meus favoritos!

Desde a última vez que estive aqui muita coisa aconteceu, e prometo que tem muita coisa pra contar, muita foto pra mostrar e, quem sabe, até um vlog pra soltar lá no canal do youtube! Sexta feira passada fui pro festival de fotografia de Tiradentes – realizando uma meta dos 20 antes dos 20 – mas nem vou me prolongar aqui contando porque vai ter post só pra falar sobre isso, é claro.

Além disso, lá em Tiradentes quebrei o pé. Nada muito grave, mas agora tô aqui de molho desde segunda feira porque não posso andar muito. Sem ir pra faculdade, aproveitei essa semana pra editar fotos, organizar o computador – yey! mais uma meta do 20 antes dos 20- e ajeitar um tanto de coisa. Enfim, em breve conto um pouquinho mais sobre isso tudo por aqui.

A zaful me  convidou pra fazer uma série de posts mostrando algumas peças da loja e eu, que apesar de nunca ter comprado nada vivo namorando peças da loja – meu pinterest que o diga! – topei! As peças que fazem meu coraçãozinho bater mais forte são os vestidos, mas hoje vim fazer diferente e falar sobre algo que amo mas nunca falei por aqui: biquinis e roupas de banho! Quem acompanha o blog sabe que vivo caçando uma praia, cachoeira, rio, lago piscina ou o que quer que seja pra refrescar um pouquinho e fugir do calor… logo, amo biquini e se pudesse teria uma coleção! Separei alguns dos meus favoritos pra mostrar pra vocês:

biquinis zaful marrom

Eu quase morri de amores quando vi a sessão de biquínis marrons da zaful. Eu AMO esse tom meio caramelo (claro, a sessão tem outros tons de marrom mas eu não soube me controlar MESMO hahahha)… acho que super combina com meu tom de pele e uso em mil peças, mas nunca tinha visto em biquinis. Eu nem sou a maior fã do mundo de maiôs, mas achei esse muito lindo com essas aberturas laterais.  O segundo é meu modelo favorito – tanto a calcinha quanto a parte de cima são daquele modelo que já descobri que encaixa super bem no meu corpo. O último não tem nem o que dizer: simples, cor linda, modelo diferente mas super legal!

Biquinis Zaful bolinha

Outra sessão que me fez morrer de amores foi a de biquinis de bolinha (compre aqui)! Eu sou suspeita pra falar: meus últimos biquinis todos antes dos atuais tinham calcinha de bolinha, amo a estampa! Esse primeiro só me fez cantarolar “era um biquini de bolinha amarelinha…” hahahahah. E coloquei o último aqui porque além de achar ele lindo achei muito legal que a loja tem várias opções maiorzinhas assim!

maiôs de 2 peças zaul - biquinis zaful

A zaful me apresentou também uma “categoria” de roupas de banho que eu não conhecia: os “maiôs de duas peças” – basicamente, um maiô, só que dividido em calcinha e camiseta. Achei muito legal pra quem é adepto dos maiôs, afinal, é bem mais prático e tem a possibilidade de uma silhueta bem diferente, né? escolhi esses 3 por isso: o formato é bem diferente dos maiôs tradicional e as estampas são lindas! Meu preferido é o último: já falei que amo estampa floral em fundo escuro, né?

Por hoje é isso, mas logo logo volto com mais biquinis zaful e outras peças incríveis por aqui! Espero que gostem do post e me contem: qual seu tipo de biquini favorito? Dos que selecionei qual você mais gostou? Prefere maiôs ou biquinis? Já conhecia essa última categoria?

Não deixem de conferir outros modelos incríveis no site da Zaful e acompanhem também o blog da loja  para saber mais sobre novidades, tendências e muito mais!

 

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05 03 2018

Bee happy – Fevereiro

Bee Happy Fevereiro - Laura Nolasco

Em novembro eu entrei em contato com a Lai do Candy Deer, um dos blogs mais amorzinho que conheço, pedindo pra participar do projeto que ela criou chamado Bee happy. É um projeto bem levinho e tranquilo, pra compartilhar fotos e contar um pouquinho do mês. Pode parecer bobo, mas no momento que vi o nome do projeto eu senti vontade de participar: acho esse “bee happy” fofíssimo e me dá vontade de sorrir.

Não demorou nada pra Lai me responder super receptiva me aceitando no projeto e fiquei mais feliz ainda: Lai é super carinhosa e trocar alguns e-mails com ela também foi delicioso. Já acompanho o Candy Deer e os intagrans dela há um tempo e tudo que ela faz é muito lindo e cheio de carinho.

Como vocês podem perceber, demorou um pouquinho pra eu realmente entrar de cabeça no projeto: em dezembro até fotografei e amei as fotos, mas com o notebook estragado não consegui postar e fui adiando… Janeiro também deixei de postar por bobeira, pois tinha as fotos… esse mês resolvi que não deixaria isso se repetir. Esse é então meu primeiro post do Bee happy!
Bee Happy-1Bee Happy-5Bee Happy-6Bee Happy-2Bee Happy-4Bee Happy-7

Só a primeira foto não foi tirada lá no sítio. Essas folhinhas são da árvore que fica na janela da minha sala e tirei a foto a toa testando configuração da câmera, mas acabei gostando muito da foto. Eu amo essa árvore- mesmo quando ela traz folhas e bichos estranhos pra dentro de casa.

As outras fotos foram todas tiradas no carnaval: passei os dias quietinha lá no sítio curtindo o mato e a distância do caos que BH vira nessa época. Não é que eu odeie carnaval, mas prefiro ficar quietinha mesmo. O ar bucólico dessas fotos me deixou feliz, o tom que consegui trazer na edição também me trouxe uma sensação de tranquilidade.

A segunda foto é de uma mesinha que nos acolhe em muitas tardes e noites. É delicioso sentar ali debaixo da videira e ficar horas conversando, comendo, rindo. A foto foi tirada enquanto subíamos da cachoeira e reparei que a luz deixou o lugar ainda mais bonitinho e poético.

Em um dos troncos que segura a videira está essa plantinha na lata – de um jardim de latas que atualmente tem várias plantinhas espalhadas pelo sítio. Essa flor laranjada da foto seguinte é uma das minhas paixões, e tenho muitas fotos dela.

A borboleta azul que abre o post e aparece de novo na  5ª foto foi a alegria do dia: Estávamos eu e João deitados em uma pedra da cachoeira conversando quando ela pousou no João. Ficou um tempinho passeando pelas mãos e braços dele e depois veio pousar em mim também. Fiquei muito tempo com ela lá na pedra, no meio da água, querendo poder levantar e pegar minha câmera pra registrar o momento. Tomei coragem de tentar, morrendo de medo dela voar antes que eu conseguisse… Não é que ela esperou e ficou um bom tempo posando pra mim? Com certeza vocês ainda verão mais fotos dela no meu instagram. A cor dela não é incrível? E os padrões da asa? Me apaixonei!

A última foto é de uma florzinha que tem cara de infância pra mim: No prédio que eu morava até 2016 tinha um jardinzinho cercado por pingos de ouro, essa flor roxinha… Sempre achei ela muito linda e ficava muito feliz sempre que os pezinhos de lá davam flor!

É isso! Espero que tenham gostado do meu primeiro Bee happy!

Bee Happy é um projeto fotográfico postado todos os meses, no qual 6 fotografias (ou mais) ilustram um resumo deles; atualmente é composto por Laís (criadora), Laryssa e Laura. Se você desejar fazer parte, será bem-vindo com alegria por nós, basta apenas entrar em contato sobre seu interesse. ❤

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