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Junho 2026 – amor em doses estratosféricas

Eu sempre amei o mês de junho. O misto de frio, festa junina e meu aniversário faz essa canceriana aqui muito feliz. E nesse ano o mês foi agitado, mas tão cheio de amigos e amor que eu não podia deixar de registrar por aqui. Em breve venho contar um pouquinho sobre uma aventura que […]

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1 de novembro de 2014
Ainda bem que tem gente que não julga o filme pelo nome. Em um dia lindo e ensolarado – talvez ensolarado até demais- eu, meu namorado e dois amigos saímos da escola e fomos pro cinema. O plano inicial era assistir “Se eu ficar”, mas os meninos não concordaram e aí começou a bagunça pra decidir o filme. De animação a terror, todos os filmes passaram pelo julgamento e o único que ninguém discordava mas só o Matheus concordava era um que tinha “musical” na descrição e um nome que eu não gostei nadinha. “Tá, sozinha eu não assistiria, mas se vocês toparem tá ótimo”…  Aí ele usou o argumento “Adam Levine” e convenceu nossa amiga… pronto, filme decidido hahah.
Logo nas primeiras cenas de “Mesmo se nada der certo” minha ideia sobre o filme já começou a mudar. Um barzinho de New York com cara de aconchegante e música ao vivo- clima que eu adoro.

O filme conta a história de Gretta, uma cantora e compositora que se muda para Nova Iorque com o namorado Dave, que também é músico e está em ascensão. Com a fama, Dave começa a mudar e eles acabam se separando. Gretta então vai para a casa de Steve, um amigo deles que também é músico e sobrevive com moedas que consegue cantando nas ruas da cidade. Em um dia qualquer, Gretta e Steve saem e ele acaba forçando-a a cantar em um barzinho. Por acaso, Dan, um produtor musical quase falido e indignado com a música pop/comercial, estava bebendo nesse bar e ao ouvir Gretta cantar enxerga nela um talento a ser trabalhado. 
Da união destes dois apaixonados pela música em sua essência nasce a ideia de gravar um disco ao ar livre pelas ruas de Nova Iorque, captando todos os sons da cidade. Para concretizar este projeto, muitas outras pessoas apaixonadas pela música se envolvem, como a filha de Dan, Violet, sua mãe Miriam, músicos de rua e até Cee-Lo Green faz sua aparição.  
Os personagens me encantaram muito, em especial Dan. O jeito largado e intenso do personagem conseguiu me conquistar. Gretta também tem um estilo meio indie e é super doce e sonhadora, o tipo de personagem que adoro. 

O cenário de rua de Nova Iorque dá um tom bem indie e livre ao filme, e isso me fez lembrar um pouco de (500) Days of Summer e de Nick and Norah’s infinite playlist, dois filmes que adoro.
Sobre ser um “musical”, o filme me surpreendeu muito: A história gira em torno da música e da influência dela na vida das pessoas e está presente em cada minuto do filme, mas de uma forma super natural e gostosa. A playlist eu deixo aqui para vocês curtirem um pouquinho ♥

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livros

27 de outubro de 2014

Em um dia sufocado pelo peso das obrigações, chego em casa e dou de cara com uma caixa dos correios recheada com algo que não podia ter um nome melhor: O livro “Pó de Lua” e um bilhete pra lá de especial deram asas aos meus sorrisos – e, ops, às minhas lágrimas também. Mari, seu presente alegrou não só meu dia. Minhas semanas foram mais felizes depois dele.

Isso é tudo: escreVER.

Logo de cara, a vontade foi de engolir o livro todo de uma só vez. Mas não. Fiquei com dó. Não queria que acabasse tão rápido. Fui lendo então uma página por dia,  bem assim: abria o livro em uma página aleatória, me encantava, tomava o cuidado de não bisbilhotar outra página, fechava o livro e ia dormir. Até que uma noite de sábado chuvoso deixou o clima irresistível demais, e resolvi ler o livro.

O que achei? Que a Clarice Freire tem uma alma tão livre, leve e sonhadora quanto a minha. Que expressa isso de uma forma linda. E no final da leitura, tudo o que eu queria era abraçá-la e convidá-la para sonhar comigo, mesmo que isso não faça sentido algum.

Nem parece nenhum pouco com meu último post… imagina!

O livro é lindo e recheado de poesia, de delicadeza e de brincadeiras com as palavras. O formato dá a sensação de estar lendo o diário/caderno de uma amiga, é bem engraçado. E não é só com palavras que essa moça se expressa: a caligrafia, os desenhos, as cores, as formas… tudo no livro nos convida a sonhar e prestar mais atenção nos detalhes.

É o tipo de livro que a gente termina de ler com aquela sensaçãozinha de coração preenchido, com um brilho nos olhos, sabem?

Até eu que não sou grande fã da geografia, achei ela super poética aqui

Acho que nem preciso dizer que amei o livro, não é? Um amontoado de leveza, poesia, ternura e delicadeza que dá vontade de espalhar pelo mundo. Querem uma dica sincera?
Leiam! Libertem-se dos pesos do dia-a-dia com um pouco de Pó de Lua.

Beijos,
até a próxima!

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lifestylepessoal

25 de outubro de 2014

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Sufocada por trabalhos e provas, cobranças e exigências. Perdida entre contas e algoritmos que transformam o papel e o lápis nos meus maiores inimigos. A essência e a expressão não tem mais lugar. Calcular Calcular. Calcular. Até a leitura se torna robótica e obrigatória. SOCORRO! Aprisionada entre as grades cinzentas de um sistema que quer estraçalhar meus sonhos e cortar minhas asas. O mundo se torna sombrio e até gargalhar é luxo. O corpo pede e a alma implora: LIBERTE-SE! Leia! Escreva! Dance! Gargalhe! Pise descalça na grama e suba no pé de amora! Grite! Vai menina, que o mundo é teu! Vamos lá, menina da janela. Deixe as janelas da tua alma falarem um pouco mais! Abre tuas asas e veja como é bom sentir o vento no rosto!
Mas as forças faltam e segunda tem prova… preciso estudar.

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fotografia

29 de setembro de 2014

Hey pessoas lindas do meu coração ♥
Em setembro começou a primavera e o tema do We♥Photos fez jus à beleza dos dias do mês.
Inspirado na música “Flower in you hair – The Lumineers”, o tema nos desafia a fotografar as flores da nossa vida. Seja no cabelo, na roupa, na árvore, no caderno… Precisamos mostrar as flores que colorem nossos dias!
Fotografar flores é um dos meus passatempos favoritos, e tenho tantas fotos dessas coisas lindas que seria difícil escolher. Resolvi então que vou postar única e exclusivamente fotos tiradas nesse mês. Ainda assim, não consegui escolher e o post ficou um pouco maior do que o que eu esperava… vamos conferir?
A música do post não poderia ser outra, já que inspirou o tema… cliquem no play pra entrar no clima!

http://grooveshark.com/songWidget.swf

Essa flor é muito infância pra mim: eu adorava “despetalar” os botõezinhos da que tem na casa da minha “avó”

Árvore de sorvetinho invertido. Porque desde pequeninha, ela sempre foi pra mim um sorvete de cabeça pra baixo. 
O chão do CEFET está muito colorido ultimamente ♥

tirando a flor de foco 

É isso pessoal!
Me contem o que acharam das fotos!

Beijos, 
até a próxima!

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Blogagem coletivalifestylepessoal

25 de setembro de 2014

Das cartas que nunca escrevi  àqueles que chamo de irmãos

Oi, 
Como vão vocês? 
Nem mesmo sei como começar uma carta que não será entregue, mas vamos lá. 
Desde pequenininha, vocês sempre estiveram aqui comigo. Ou melhor, uma parte de vocês sempre esteve aqui comigo. Mesmo que não soubessem. Mesmo que eu só tenha surgido na vida de vocês bem depois. 
Desde que me entendo por gente, sempre teve uma mocinha dos cabelos cacheados e um menininho bochechudo. Sempre teve a garota que eu lembrava quando via uma meia-calça arrastão e o menino que fez um ETzinho brilhante nunca mais ser o mesmo. 
Tinha também a curiosidade: será que são legais? Será que não gostam de mim? Porque nunca me procuraram? Algum dia vou conhecê-los pessoalmente?
Na cabeça de uma criança não era algo difícil de lidar. Na cabeça de uma pré-adolescente a coisa já se complicava um pouquinho mais. Principalmente quando veio aquela foto do dia dos pais. Porque eles podiam estar lá com ele e eu precisava me contentar com um e-mail que nem resposta teve?
E depois veio aquela rede social. Aquela mesmo, onde perguntas idiotas recebiam respostas mais idiotas ainda.  A rede social que levou de mim a esperança que eu tinha, quando li que “Eu não tenho uma irmã chamada Laura“. Ela não sabe? Ela finge não saber? Melhor deixar pra lá, esquecer, continuar como está
E pouco depois, já não bastasse a bagunça que existia na minha mente, surge mais uma: dessa vez, uma mais nova. Que tem nome de melhor amiga e nasceu no mesmo dia que eu. Que é pequena e nem mora na mesma cidade. Pfff, essa aí é melhor eu esquecer mesmo, nunca vou conhecer.
Mas a rede social que tirou minhas esperanças foi também onde, mais tarde, encontrei um pedaço perdido de mim. Foi ela que apitou no meu celular avisando uma mensagem que deixei pra olhar depois – estava muito ocupada vendo o mundo ser redondo lá do Mirante. Dentro do carro a caminho do restaurante não tinha nada melhor pra fazer. Vou ver a pergunta. Uma pergunta sobre meu pai. Respondida. Outra sobre minha idade. Respondida. De repente, a bomba. “Você é minha irmã mesmo?“. Não sabia o que fazer. É, Ela descobriu. E agora? Quero me esconder do mundo. Quero minha cama. Minha mãe. Qualquer coisa, me levem pra casa. Um banho longo, uma noite mal dormida. A cama não era minha e os pensamentos eram muito meus. As coisas começam a se acalmar e eu acho que eu gosto do rumo que elas estão tomando. Ela gosta de The Pretty Reckless e Legião Urbana. Ela toca violão. Ela é legal. Ela quer me conhecer, e agora?
Saí de casa atrasada e com as mãos suando frio. Cheguei sem palavras pra dizer. Mas ela tinha um sorriso no olhar e também estava sem palavras- tudo bem, a gente se acostuma com o tempo. Fui embora com um sorriso no rosto e o coração quente. 
E o tempo passa. Conversas, combinados, lá vou eu. Uma mala, um carro, alguns quilômetros, três irmãos, centenas de tios e primos. Sentimento de estar em casa, ser acolhida. Uma sala, muitos colchões, todo mundo amontoado em meio a um bando de cobertas, perfeito. Uma infinidade de sorrisos e gargalhadas, é isso. Todos os medos se dissolveram na primeira música do karaokê. 
 E vieram outros sorrisos, outras brincadeiras, um cinema, dois. Veio também a sensação de que faço parte disso tudo. Somos 4. 4 partes de um todo que faz parte de mim também. Eu e cada um de vocês. Nós. E veio outro dia dos pais. E eu estava lá, e todos estávamos. E tinha a mão de todos naquele macarrão que saiu melhor do que eu esperava. E tem um pouco de todos em vários pedacinhos da minha vida agora. É o esmalte azul que me lembra a Mari, a conversa sobre jogos na sala de aula me faz pensar no Thi e comer arroz é sinônimo de lembrar da Ana. 
E em uma carta que não será entregue, seria muito idiota agradecer? 
É que eu não sei se eu seria tão acolhedora com alguém que chegou do nada e roubou um pedaço do pai que era meu. Eu não sei se eu saberia lidar tão bem com tudo isso. É que você me ajudou com minha bagunça até mesmo quando seu mundo estava desabando, moça, E você deixou eu entrar como se eu sempre estivesse aqui, menininho. E molequinha, você sem querer joga verdades na minha cara de uma forma que ninguém nunca fez. E é que vocês fazem eu me sentir parte de um todo, e isso me faz um bem incalculável. 
A legenda de uma foto nossa talvez diga tudo o que eu precisei enrolar tanto pra dizer, mas me desculpem, a irmã de vocês enxerga o mundo com palavras e as vezes precisa colocar tudo pra fora. Mas vamos lá: 
Ohana”. 
Tem aquele quadrinho no quarto da nossa prima que completa, mas eu acho que todos sabemos: Ohana quer dizer família, e família quer dizer nunca mais abandonar ou esquecer. E vocês fizeram com que eu realmente entendesse isso.  Ok, depois dessa frase tá confirmado: sou um clichê ambulante. Mas é a verdade dita da forma mais direta possível. 
E ainda posso ser mais clichê. Duvidam? Tô aqui! Seja pra o que for, lembrem-se disso. Meio louca, confusa e errada as vezes, mas sempre disposta a ajudar (ou pelo menos tentar). 
Já prolonguei demais o que podia ser dito em dois parágrafos, então me despeço por aqui,
Beijos,
sua irmã.

Esse post faz parte da blogagem coletiva do Rotaroots, o grupo mais nostálgico e delicioso de blogueiras no facebook. O rotaroots incentiva as postagens pessoais e autorais, criativas, sem clichês e regras. Não conhece ainda? Passa lá! 

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música

19 de setembro de 2014

Hey gente
Quem entrou nesse meu mundinho a mais tempo sabe que sou super fã da Mel, não é mesmo? Quem já visitou o Serendipity sabe  também que ela é a pessoa mais fofinha do mundo, né?
E é por isso que sempre que ela posta algo com música (principalmente no instaweek) eu corro pra ouvir. É que a Mel é o maior reservatório de músicas fofas e gostosinhas do mundo.
Em um desses instaweeks a música tema foi tão amor que não resisti e fui procurar mais coisas da banda… E não deu outra: Fui contaminada pelo bichinho da fofura e agora Rosie and Me não sai mais da minha playlist.

Essa capa inclusive já foi o background do meu computador, de tanto que gostei ♥ 

Então pessoal, Rosie and Me é uma banda independente lá de Curitiba – sim, a banda é Brasileira! ♥²
Quem forma a banda é a Rosanne Machado – vocais/violão/banjo- e os meninos Tiago Barbosa – bateria- , Guilherme Miranda – baixo- , Thomas Kossar – guitarra-  e Ivan Camargo – violão. Tá aí o que eles mesmos dizem no site:

“A música é honesta, de acordes simples e letras introspectivas.”


Olha eles aí!

A banda atualmente tem um EP chamado Bird and Whale e um LP chamado Arrow of My Ways.
Lá no site deles eles disponibilizam todas as músicas deles pra baixar, além de papéis de parede fofinhos (que são as capas dos discos 😀 )

Eles já apareceram aqui, e lembro que quando ouvi essa música (bonfires) lembrei da Morgânia… Achei ela tão leve, doce e dançante que me deu vontade de mostrar pra ela. E eu ia fazer isso nesse post, mas não é que a moça já viu quando postei, e gostou?! Me senti muito feliz por isso.

E pra encerrar, deixo com vocês um top 5 das minhas músicas favoritas…

http://grooveshark.com/widget.swfNão se esqueçam de me contar: Já conheciam a banda?
Se não, gostaram?

Se sim (ou não), quais suas músicas favoritas? 
Beijos,
até a próxima!

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livrostags

15 de setembro de 2014

Vi no blog Sai Da Minha Lente essa tag e lembrei que há tempos eu queria responder ela aqui.A ideia é escolher para cada cor do arco-íris, um livro cuja capa seja daquela cor e falar sobre ele.

Adorei a tag, mas meu primeiro pensamento foi: tá, mas quais são as cores do arco-íris mesmo? Aí a lerdeza que vos fala foi pro Mr. Google e voltou com a resposta:  vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, anil (ou índigo) e violeta.

Vermelho – O tarô Mitológico
 Primeiramente: me espantei ao perceber que não tenho nenhum livro com a capa em um vermelho mais vivo. É minha leitura atual, então não posso dar muita opinião ainda sobre ele (mas, em breve,  pretendo resenhá-lo aqui).  O livro relaciona as cartas do Tarô com deuses e heróis da mitologia grega e com situações, momentos, experiências da nossa vida auxiliando-nos na sua interpretação.

Laranja – Um dia
“Um dia, vinte anos, duas pessoas”. Um dia antes da formatura, Dexter e Emma passam uma noite juntos e, depois disso, suas vidas seguem caminhos diferentes. Porém, durante vinte anos, no dia 15 de julho , a vida e os encontros e desencontros deles são narrados. Gostei muito do livro, me emocionei (chorei) e passei muita raiva toda vez que a história era interrompida e pulava pro ano seguinte.

Amarelo – Eu me chamo Antônio
Ok, na verdade só a lombada dele é amarela, mas não tem outro então vai ele mesmo.
O livro do Pedro Gabriel reúne 3 dos meus grandes amores: é [1] um livro cheio de [2] arte e [3] poesia! Em guardanapos, ele escreve desenhadamente (bela explicação, D. Laura) sobre diversos temas como Coragem, Liberdade, Fragilidade Brutalidade, Encantado. Preciso dizer que sou apaixonada por ele?

Verde – A mocinha do mercado central 
O livro que li pra fazer a prova do CEFET e que ganhou meu coração. Maria Campos é uma mineirinha indignada por ter só dois nomes que resolve sair pelo Brasil sendo outras pessoas e tendo outros nomes. O significado de seu nome em cada cidade sempre tem a ver com a personalidade que ela assume naquela cidade, e isso me encanta. A história é doce e encantadora (e a autora, que fez uma palestra pro pessoal do meu cursinho, é tão doce e encantadora quanto!)

Azul- Reinações de Narizinho 
Um livro não lido pra lista. É que os outros livros azuis que tenho seriam um clichê, e quis fazer diferente por pura implicância mesmo. O livro foi publicado originalmente em 1931 e se tornou um clássico. É livro que deu início à serie O Sítio do Pica-pau Amarelo, com todos os personagens que a gente já ama: Narizinho, Pedrinho, Visconde, Tia Nastácia, Dona Benta e, claro, Emília. Como disse, não li ainda então não tenho muito como dar minha opinião sobre 😀

Anil – Não sei diferenciar essa  cor de azul e de roxo, pra mim é algo entre eles, então não sei se está certo  – A Maldição do Titã
Livro 3 da série “Percy Jackson e os olimpianos”, A Maldição do titã é provavelmente meu favorito da série. “A Oeste, cinco buscarão a deusa acorrentada; um se perderá na terra ressecada; A desgraça do Olimpo aponta a trilha; Campistas e Caçadoras, cada um, brilha; A maldição do Titã um deve sustentar; E, pela mão do pai, um irá expirar.” Acho que nada resume tão bem  livro quanto a profecia dele. Sobre a série: é uma série de aventura e fantasia que mistura maravilhosamente bem (cof cof nem sou fã cof cof) mitologia grega e atualidade.

Violeta – Alice
Mais uma das cores que parei e pensei: pera, como não tenho nenhum livro dessa cor?!
Alice (Aventuras de Alice no país das maravilhas ++ Através do espelho e o que Alice encontrou por lá) devia entrar lá no “Amarelo”, mas a lombada dele é roxa e é o único “roxo” que tem em algum livro meu, então veio parar aqui. A história de Alice todo mundo já conhece (e se não conhece, larga tudo e vai ler/pesquisar porque vale a pena!). É o proximo livro da minha lista de leitura (que, por sinal, tá loooonga)

É isso pessoal!
Quais livros preencheriam o arco-íris de vocês? Não deixem de me contar!

Beijos, 
até a próxima! 

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fotografia

31 de agosto de 2014

Hey pessoal *-*
Primeiramente: Feliz dia internacional do blog pra todas as blogueiras lindas que estão lendo
Bom, um pouquinho em cima da hora, mas vim postar as fotos do WePhotos desse mês.
O tema? Coisas de Alice!

“Rainha Branca e Alice acreditavam em seis coisas impossíveis antes do café da manhã e você? Em agosto, o We love Photos convida a todos a fotografarem o impossível, os maiores desejos ou até mesmo o que gostaríamos que acontecesse nas nossas vidas antes do café da manhã. Vale tudo! Soltem a imaginação e coloquem a criatividade e a câmera para funcionar. “

Ao falar “Alice”, de cara vem na minha mente muitas cores, coisas improváveis, muita imaginação e uma boa dose de loucura. Tentei ao máximo capturar isso nas minhas fotos. Já virou tradição postar junto com as fotos do projeto uma música, não é? A escolhida do mês foi Bonfires, Rosie and me  
Fogo
Pintura do Ricardo Ferrari *-*
Uma galinha chocando em uma panela de pedra… porquê sim .-.
A lua sendo pequenininha perto da minha borboleta 
Das Aventuras de Laura no País das Maravilhlas
Drink Me 
Sendo Alice – Ou pelo menos tentando
Cores, formas…
Eat and drink me…
É isso pessoal! Não esqueçam de me contar o que acharam das fotos…
Pra quem ainda não conhece o projeto e quer conhecer, é só passar lá no Grupo do Facebook que tem todas as informações!
Beijos, 
até a próxima!

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