25 06 2018

Taking Stock #7 – Meu aniversário de 20 anos!

Laura Nolasco por Letícia Reis - Taking Stock

Foto por Letícia Reis

Uma das coisas que mais gosto quando se aproxima o meu aniversário e o fim do ano é fazer o taking stock por aqui e ver tudo que mudou nesse tempo… já são 3 anos e meio que esse projeto me acompanha e sempre na hora de escrever eu volto nos posts anteriores pra comparar, me lembrar de coisas que já tinha esquecido… É sempre um momento gostoso.

Hoje é meu aniversário – 20 aninhos! – e dei uma pausa na loucura de fim de semestre (ok, não deveria, tenho um trabalho enorme pra entregar amanhã e prova hoje) pra vir aqui comemorar com esse post. Você pode conferir o do início desse ano por aqui e o do aniversário do ano passado aqui. Ainda essa semana – provavelmente quinta feira – trarei também o resultado do 20 antes dos 20, então passa lá pra conferir quais foram minhas metas e no próximo post você descobre quais alcancei!

Taking Stock #7 – 20 aninhos!

#Ouvindo: Tenho ouvido muito Lorde – Demorou, mas o Melodrama finalmente me conquistou-, Shakira e John Mayer também… Juntando assim parece meio aleatório, mas cada um tem seu momento. Mas o mais diferente de tudo é que fiz uma playlist com uns sambas (nem sei se posso classificar todas assim) e tô amando ouvir.

#Lendo: Comecei a ler História da Sexualidade, do Foucault… Tô meio agarrada nele, mas adorando. Pra acompanhar, tenho lido muito um livro infantil que era meu favorito quando criança: A Menina e a Pantera Negra, do Rubem Alves, que foi o tema que escolhi pra analisar como trabalho final de uma disciplina da faculdade (o que tenho que entregar amanhã!).
#Agradecendo: pelo frio que chegou, pelo semestre que, apesar de ainda caótico, foi mais agradável e cheio de coisas amáveis na faculdade, pela comemoração do meu aniversário no sábado que me fez reencontrar muita gente querida e me deixou extremamente feliz.

#Pinning: Tenho usado o Pinterest mais pra trabalho, então tô pinnando muita foto de casal e muita foto de mulheres(são os tipos de fotos que mais gosto de fazer)… é simplesmente incrível o tanto de trabalhos incríveis que encontro por lá e o tanto que isso me inspira.
#Estudando: Italiano, edição, análise do discurso, inglês, fotografia… Aah, é final de semestre, né? É o momento de estudar tudo pra fazer os mil trabalhos. A fotografia é sempre um dos tópicos por aqui, mas atualmente estou empolgadíssima com o Italiano- já consegui ler um livro inteiro! É incrível!
#Pensando: No tanto que mudei nesses últimos meses, no tanto de coisa que aconteceu, em como esse semestre da faculdade foi legal pra achar o rumo que quero seguir na Letras.
#Assistindo: Terminei Gilmore Girls – e comecei o revival! – e é definitivamente minha série favorita da vida. Maratonei Friends também, assisti Spotlight, estou assistindo Merlí com o João – apaixonadíssima também!
#Necessitando: De roupas. Percebi que tem tempos que só compro vestidos/roupas de calor, e agora com o frio tô passando um aperto com a falta de roupas quentinhas – principalmente pra enfrentar UFMG a noite!
#Planejando: Fotografar muito nas férias que já começam semana que vem, começar uns projetos novos, atualizar coisas que deixei pra trás…
#Desejando: AS FÉRIAS. Hahahahah… brincadeira. Desejando muitas festas juninas – por enquanto o movimento tá bem fraco, viu? 🙁
#Amando: Italiano e análise do discurso e assistir vídeos de pessoas desenhando.
#Vestindo: A única calça jeans que serve e as blusas de frio que tenho. E cachecóis, muitos cachecóis, amo cachecóis!  Acho que falo isso em todo taking stock de inverno.
#Comendo: Nossa, ultimamente as comidas de frio – como sempre nessa época do ano. Hoje aqui em casa tem caldo de mandioca – coisa que já virou tradição no meu aniversário.
#Sentindo: Um turbilhão de coisas. De medos, de ansiedades, de alegrias… Seria impossível descrever.
#Desfrutando: Dos amigos incríveis que tenho, dos últimos meses do curso de fotografia, do frio… De muita coisa.

É isso, pessoal! Esse foi um post rapidinho só pra manter a tradição do taking stock no meu aniversário e pra dar aquela atualizada básica… Como disse, quinta feira eu volto com o resultado do 20 antes dos 20! Enquanto isso me contem: O que vocês tem visto/ouvido por aí? Como foi o último semestre de vocês?

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18 06 2018

Sobre me permitir gostar do que eu gosto

Laura Nolasco por Letícia Reis  - gostar do que eu gosto

Foto por Letícia Reis 

Outro dia o nome de um blog me fez pensar na minha “história” – me sinto engraçada falando assim tendo só quase 20 anos de idade, mas vamos lá, todo mundo entendeu. “Maquiagem não é futilidade”, ele dizia. E aí lembrei de como as mulheres da minha infância sempre foram inteligentíssimas, estudiosas e do (graças à Deusa já superado por aqui) discurso de “É melhor uma biblioteca cheia de livros que um guarda-roupa lotado”. Maquiagem e roupas só eram assuntos quando eram alvos de críticas mil. Cresci repetindo sem pensar que “sou básica”, “maquiagem? não gosto!”.

Lá pelos meus 12 anos, quando as coleguinhas já tinham até alcançado um delineado perfeito  (ok, eu também questionaria isso/me assusta muito) me permiti comprar meu primeiro batom vermelho. Ver aquela cor no meu rosto me deu uma sensação de poder, de alegria, me senti tão linda quanto nunca imaginei que sentiria. Junto, veio um pouquinho de culpa: eu deveria me sentir assim por uma maquiagem?

De repente resolvi que gostava de saias. De repente meu guarda-roupa tava lotado de estampas. De repente me vi estudando um pouquinho aqui e ali sobre moda e amando usá-la como forma de expressão. No meio disso tudo surgiu um tanto de blog legal e de conteúdo interessante me dizendo que tá tudo bem gostar de maquiagem, que tá tudo bem gostar de moda E de livros, que eu não precisava ser aquele esteriótipo de filme americano da garota nerd que só veste a mesma coisa sempre e não ousa nem um pouquinho.

No meio disso tudo também, as grandes mulheres da minha vida também foram se abrindo pra tudo isso. De repente minha mãe usa saia. Minha tia não sai sem um batom colorido. Até minha madrinha aprendeu a se maquiar e  arrisca uma sombra brilhante de vez em quando. Minha mãe ainda olha torto quando experimento uma roupa diferentona ou quando passo mais de 20 minutos me maquiando; mas também se empolga de encontrar um creme novo com um cheirinho gostoso ou quando passamos na nossa loja favorita e ela experimenta um batom meio tom mais escuro.

Não é que todo mundo tenha que amar moda, viver de maquiagem e seguir à risca um cronograma capilar… – inclusive, NÃO! Ainda defendo que a gente tem que se amar como a gente é; mas que mal faz colorir um pouquinho mais o rosto quando der vontade?- É que eu fico muito aliviada de ver elas se abrindo pra experimentar coisas novas e de pensar que um dia isso será mais fácil pra minha filha- e que, é claro, apesar da minha empolgação com tudo isso ela pode nem ligar pra nada do tipo. Mas é que ela não vai precisar se sentir culpada quando ficar igualmente animada com um batom ou com um livro novo.

Eu fico feliz de saber que tá ok colocar um jeans velho, camiseta branca e all star batido pra ir pra faculdade com o cabelo preso num coque. Mas, que naqueles dias que o desanimo reina, a solução pode ser colocar meu vestido mais florido, o batom mais alegre, caprichar na finalização do cabelo e usar o “me sentir linda” como propulsor pra sair de casa e ir conquistar o mundo.

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07 06 2018

O Planner na minha rotina – Adaptação e resultados

 

Desde que a Rita, da Donna Rita sugeriu me mandar o Planner Realize eu fiquei meio “Mas eu já tô tão adaptada ao Bullet Journal, como vai ser isso?” e batia uma insegurança mesmo sobre não conseguir usá-lo da melhor forma – afinal, não queria deixar essa coisinha linda e feita com todo o carinho de lado como fiz com tantas agendas ao longo da vida, né?

Eu conseguia pensar em todas as coisas que seriam vantagens pra mim – e expliquei todas lá no primeiro post sobre ele aqui no blog – e depois do post que mostrei um pouquinho de como estou usando as páginas pontilhadas você provavelmente já sabe que eu dei meu jeito de me adaptar, mas o que vim contar aqui hoje é sobre como foi – e está sendo- esse processo. Porque sim, eu tive que aprender a usar tudo de um jeitinho que funcionasse na minha rotina e a não me cobrar por coisas que não faziam sentido pra mim.
Planner Realize Leve-7 Rotina
Antes de tudo, vou explicar um pouquinho da minha rotina esse semestre: Tenho aulas na faculdade de segunda a quinta – fiz uma baguncinha no plano de estudos pra conseguir ter as sextas livres porque deu vontade. No sábado de manhã tenho o curso de fotografia agora… E no fim de semana quando não tenho trabalho de fotografia eu reservo o tempo pra ficar com o João, seja aqui em BH ou seja lá em Rio Acima. Assim sendo, normalmente tenho mil coisas pra fazer de segunda a quinta, mas na sexta só tem algo se tiver algum trabalho ou outra coisa que deixei, e evito isso ao máximo.

Planner Realize Leve-9 rotinaO resultado disso é que nas primeiras semanas eu me odiava por deixar espaços em branco no planner. Podem me achar louca mesmo: o negócio é pra me ajudar a me organizar e tem dias da minha semana que eu não tenho o que organizar e eu me sentia culpada por isso. Não foi fácil – até hoje, olhando essas fotos me dá um negócio ver esses espaços em branco. Primeiro resolvi escrever algo ali, desenhar… só pra não deixar em branco. Depois resolvi brigar comigo mesma e deixar em branco só pra entender que tá tudo bem. Hoje em dia já é natural colocar algo ali quando tem algo pra ser colocado, escrever quando dá vontade, deixar em branco quando não.
Planner Realize Leve-6
Planner Realize Leve-5 rotina
Nesse tempo todo – são quase 4 meses usando esse meu companheirinho – teve semana de todo jeito: de molho em casa com o pé quebrado, surtando com semana de provas e trabalhos, teve semana bem morna e na média. A meta de aproveitar o layout pronto pra exercitar a criatividade funcionou super bem considerando isso: Teve semana tão linda e decoradinha que eu só queria emoldurar e expor na sala de casa, teve semana que não tive tempo nem pra tentar uma letra bonitinha, teve semana que eu comecei a tentar fazer algo diferente mas não gostei e não tive tempo e desisti no meio do caminho – bem vida real, né? Mas num modo geral eu desenhei e colori bem mais que fazia no bullet journal. Meta alcançada o/
Planner Realize Leve-8 rotina

Além de tudo isso, teve coisa que me surpreendeu: Achei que nunca usaria a parte de controle de gastos, já que tinha tentado coisas parecidas no bullet journal e falhado. Mas nesse meio de caminho surgiu muita coisa diferente – viajei, fiz compras “grandes” e resolvi botar tudo no papel… pronto, de repente amei ter noção de qual era a área que me fazia gastar mais (oi, comida!) e ter noção de quanto tava entrando e saindo por mês – olha, posso dizer que fiquei feliz viu?Planner Realize Leve-2 Rotina controle de gastosOutro pedacinho do planner que me surpreendeu foi o de listas – depois de usá-lo tanto, voltei no meu bullet journal pra olhar e percebi que sempre fiz muita lista espalhada por ele – coisas que precisava comprar, xerox que precisava fazer, posts pro blog, lista de coisas pra botar na mala – e nem percebia isso. O espacinho mensal de listas do Planner Realize versão leve é perfeito pra mim porque tem espaço pra lista de todo tamanho – incluindo um pedaço com 8 itens que virou a programação oficial de posts do blog (eu sei, eu sei, tenho falhado, mas a ideia é ter sempre 2 posts por semana, então normalmente são 8 por mês no blog).
Planner Realize Leve-3 rotinaPra não falar que tudo foi mil maravilhas, além das “sextas em branco” eu ainda não consegui lidar muito bem com o habit tracker – é algo que sempre quis fazer no bullet journal mas sempre ficava com preguiça de fazer o layout. Aí chegou o planner e eu pensei “UHUL VOU TER UM HABIT TRACKER!!!“… Resultado? Nunca lembro de anotar nada lá. É óbvio, eu não sou obrigada a usá-lo – o planner encaixa na nossa rotina, não o contrário, né? – mas é realmente algo que quero muito me disciplinar pra usar. Um dia ainda venho aqui contar pra vocês como estou feliz com meu habit tracker todo coloridinho, mas por enquanto fiquem aí com um lembrete de mim pra mim mesma que tá tudo bem .
Planner Realize Leve-4
Tirando esses desafios e coisas que percebi, a rotina não mudou muito – sento 5 minutinhos no dia de manhã ou no anterior a noite e anoto tudo o que tenho que fazer. Vez ou outra surge algo durante o dia e anoto também. Sempre que tenho um tempinho livre aproveito pra fazer os doodles e frasezinhas, e no começo de todo mês eu arranjo um espaço pra fazer a página do mês – vocês não imaginam o bem que isso me faz.

Juntando o aprendizado do bullet journal de anotar tudo pra esvaziar a mente (e não só os “eventos importantes”, como fazia na época das agendas abandonadas) e o tempo livre pra desenhar e inventar moda que planner me deu, o dia a dia ficou não só muito mais organizado, mas também muito mais colorido e fofo.

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28 05 2018

Notas sobre o caos – ou, novidades e ansiedade

Notas sobre o caos - ansiedade e novidades

Convivo com a ansiedade desde sempre: Me lembro de ainda criança, com meus 6 ou 7 anos, passar minha primeira noite em claro por causa da ansiedade pra uma viagem na manhã seguinte. Desde então, muitas noites foram passadas em claro – por motivos grandes, por motivos bobos e até sem motivo nenhum. Qualquer mudança de ritmo, de rotina, qualquer decisão importante ou coisa do tipo são sempre períodos conturbados por aqui.

Estou longe do blog a mais tempo que gostaria – tem tanta coisa pra contar, tanto post que eu queria ter feito mas não sei se vale a pena mais, tanta novidade… – e me peguei reparando que estou afastada desde uma mudança na rotina. Passei meu curso de fotografia pro sábado de manhã, por mil motivos que não convém explicar, e aí tudo começou a mudar.

Minhas tardes ao longo da semana ficaram livres, e com isso resolvi que seria um bom momento para tentar começar um estágio. Decidi isso meio repentinamente e na mesma hora enviei meu primeiro currículo. 20 minutos depois o telefone toca e em alguns minutos minha primeira entrevista de estágio da vida tava marcada.
A ansiedade tomou conta de mim e até como respirava eu esqueci – por mais que tentasse me controlar, o resultado foi uma noite em claro e uns 3 dias de dor nas costas (hello tensão nervosa my old friend).

Fui pra entrevista, me saí até bem e apesar de não ter conseguido a vaga não fiquei tão decepcionada com isso – foi só a primeira e tô mais que acostumada a ver amigos nessa mesma saga, tá tudo bem. Depois disso já marquei outras entrevistas, passei mais uns nervosos, fiquei feliz por conseguir dormir antes de uma entrevista… continuo na saga e continuo tentando lidar com a dor nas costas e as espinhas que vieram de brinde no processo.

Desde então a vida tem sido procurar vagas, mandar currículos, marcar entrevistas e tentar lembrar de respirar, de cuidar de mim e de respeitar meu próprio ritmo. Eu sempre tenho medo de contar essas coisas aqui no blog porque tenho a sensação de que tô criando mais expectativas em mais gente e consequentemente decepcionando mais gente se falhar – eu preciso parar com isso, entender que é coisa da minha cabeça e que tá tudo bem falhar de vez em quando, né?

Apesar de tudo isso, tem sido tempos incríveis em muitos quesitos. Esse post é um desabafo e uma atualização – afinal, acredito que falar da turbulência de vez em quando é um jeito bom de sentir que a gente não tá sozinho e de lembrar pro mundo que ninguém tem a “vida perfeita de Instagram“, que é normal ficar meio mal as vezes – mas sempre prefiro focar e dar atenção pras coisas boas, e é por isso que é sobre elas que vou falar no próximo post.

Tentarei aproveitar a semana sem aula por causa da greve dos caminhoneiros pra botar isso aqui em dia… Aproveitem também pra me contar como anda a vida de vocês, estou com saudades de conversar por aqui!

 

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19 04 2018

Como uso: páginas pontilhadas do Planner Realize?

Como uso: páginas pontilhadas do Planner Realize?Quem nunca passou raiva tentando fazer uma linha reta em uma página sem linhas que atire a primeira pedra! Sou do tipo de pessoa que passa meia hora medindo tudo milimetricamente com a régua e no final ainda tem a sensação péssima de “isso aqui tá tudo torto!“. Até então eu nunca tinha usado as tão amadas páginas pontilhadas e confesso que quando recebi o meu Planner da Donna Rita fiquei super ansiosa pra testar e ver se realmente seria tão  mais prático. Um mês depois, já tendo aprontado muita arte nessas páginas (e estando em um caso de amor com elas), vim contar pra vocês sobre a experiência.

Eu já fiz um post contando tudo sobre o Planner Realize que recebi da Donna Rita e aproveitei pra contar um pouquinho sobre como estou usando o que aprendi no método bullet journal e adaptando algumas coisas pra essa plataforma diferente que é o planner. Se você não conferiu, corre lá no post que aqui eu vou considerar que você já sabe o quão completinho o Realize é!Planner Realize - páginas pontilhadasA divisão dessas páginas ao longo do planner é mais ou menos assim: quebras de semanas no início/final do mês têm páginas pontilhadas ou apenas pedaços de páginas e no final do planner tem também 13 páginas – é muito espaço pra soltar a criatividade e ter a mão tudo o que você precisa!

Resolvi que sempre que tiver alguma página inteira no início do mês vou usar pra fazer uma página do mês – do jeitinho que fazia no bullet journal mesmo! Eu sempre gostei muito de pensar no layout, desenhar, colorir e fotografar essas páginas… ter a oportunidade de continuar tendo esse momento é incrível!Planner realize - Páginas pontilhadasOs trechos de páginas pontilhadas- que aparecem quando o mês começa no domingo, por exemplo… ou quando ele termina na segunda-feira- estou usando pra escrever quotes e frases inspiradoras bonitinhas! Eu sou uma pessoa que ama essas frases, realmente me motivam muito… e brincar com lettering, escritas diferentes e desenhozinhos para acompanhar as frases nesses espaços é uma forma de me manter produtiva e criativa!Planner Realize - páginas pontilhadas
Planner realize - páginas pontilhadasPor fim, nas páginas finais estou fazendo as coisas mais práticas e úteis: um checklist do meu projeto de 20 antes dos 20, um calendário menstrual – que o planner na versão completa tem, mas na versão leve não!-, um tracker de economias (não colori ainda porque não queria postar aqui! hahah) e o controle de notas da faculdade por enquanto. Tudo isso fiz de um jeito bem prático, clean e intuitivo – pensado pra funcionar bem pra mim, na minha rotina!

Planner realize - páginas pontilhadas
Planner realize - páginas pontilhadas
Ainda quero fazer algumas coisas, como por exemplo aproveitar o resto da página de calendário menstrual pra fazer um calendário lunar e poder ver os dois juntinhos e relacionados! Sempre que fizer algo novo tentarei postar no meu instagram, então me acompanhe por lá!

Enquanto isso, me contem: já usaram as páginas pontilhadas? Gostam? Tô super aceitando sugestões do que mais posso fazer também, viu? O que você faria se fosse eu ou o que você fez no seu planner/bullet journal que te ajudou muito? Estou curiosíssima pra saber!

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12 04 2018

Sobre ser fotografada – do outro lado da câmera

Sobre ser fotografada - por Joy Freitas

Talvez você queira ver uma versão resumida desse post lá no meu twitter – é por lá que muitas das minhas ideias de posts surgem e acabo usando como uma forma de ficar mais pertinho de todo mundo que acompanho e que me acompanha.

Por coincidência, fui fotografada duas vezes nos 3 meses que já se foram esse ano. Tinha tempos que eu não ficava na frente das câmeras de um outro fotógrafo sendo dirigida pra um ensaio, e fazer isso duas vezes em um intervalo tão pequeno de tempo me trouxe um tanto de reflexões sobre isso.

Como fotógrafa eu conheço muitos fotógrafos. A grande maioria deles preferem ficar atrás das câmeras e fogem de qualquer um que tentar apontar uma câmera pra eles… Nunca me identifiquei muito com isso: eu adoro trocar de papéis, ser dirigida, deixar que me registrem também. Eu adoro perceber como as pessoas trabalham de formas diferentes. Adoro ter a oportunidade de perceber como meus clientes se sentem enquanto aponto minha câmera pra eles.

É uma oportunidade incrível de realmente sentir o que funciona ou não, o que é mais legal, como podemos melhorar: a gente vive na pele a história de se colocar no lugar do outro e pensar em como se sente com isso. Não estou dizendo que sou a chata analisando quem tá lá dando seu melhor pra me fotografar: no fim do dia é sempre muito claro o que tornou aquele momento tão incrível, o que me deixou mais confortável, o que posso absorver. É uma oportunidade incrível.

Sobre ser fotografada - por Luanna Lima

Uma segunda coisa que acho incrível:  Minha última vez na frente das câmeras tinha sido pela Luanna em 2015: eu era uma pessoa completamente diferente. Tinha mil inseguranças a mais e estava dando meus primeiros passinhos na fotografia de gente – já sabia muito de ISO, velocidade, obturador… mas nada sobre direção de pessoas, posicionamento e tudo isso que é uma das minhas coisas favoritas atualmente. Eu tinha acabado de conhecer a Luanna, que também é super tímida e também estava começando a fotografar pessoas.

Aí veio o ensaio com a Reis: faz 3 anos que eu fotografo pessoas, 8 meses no curso de fotografia tendo dicas, aulas práticas e tudo o mais. Eu conheço a Reis há 3 anos e somos amigas, estávamos uma fotografando à outra em um lugar totalmente novo pra mim. Claro, a intimidade ajuda MUITO – o que deixou mais claro pra mim o quão importante é criar uma conexão com os clientes e modelos- mas a experiência foi totalmente diferente porque eu já tinha uma noção muito grande sobre como me posicionar, o que fica legal, o que não fica… Em coisas simples como não travar o maxilar eu conseguia contribuir pra fotos mais legais.

Sobre ser fotografada - Por Letícia Reis

Por fim, mas de forma alguma menos importante, algo que o contraste entre ser fotografada duas vezes em tão pouco tempo me fez perceber muito claramente: Sebastião Salgado não tava brincando quando ele falou que “você não fotografa com sua máquina, você fotografa com toda sua cultura”. Ver duas fotógrafas incríveis – e totalmente diferentes – fotografarem o mesmo objeto (e aquele que eu conheço melhor: eu mesma!) foi uma das partes mais incríveis disso tudo.

O ensaio com a Reis rolou no final de janeiro, no início de março a Joy me chamou e falou que estaria aqui em BH, perguntou se eu animava sair pra fotografar com ela… E assim nasceu o segundo ensaio desse ano. Fomos pro Mercado Central, andamos lá, Joy conheceu um pouco… almoçamos no palácio das artes, vimos uma exposição de fotografia e fomos pro Parque Municipal (o mesmo lugar do ensaio com a Luanna!) e foi lá que ela me fotografou.

Sobre ser fotografada

Não são nem 2 meses de diferença, não mudei nada em mim – acho que nem a sobrancelha eu fiz nesse tempo!!!- mas o “filtro” do olhar de cada uma mostra duas pessoas bastante diferentes. O estilo de fotografar, de tratar as fotos, a escolha de lugar, a direção... tudo isso colabora  muito pra que eu me veja tão diferente.

Quando olho pras fotos da Reis eu me vejo uma menina, descobrindo a vida, brincando com sensualidade, com seriedade, com a sensação de poder… fazendo caras e bocas e rindo de tudo isso. Tem muita cor, tem muita luz, tem até Fora Temer e uma sensação de tomar posse da cidade que é nossa. Eu me vejo, mas vejo também a menina super engajada socialmente, feminista, do movimento negro, apaixonada por cultura, por teatro. Eu vejo a minha fotografa nas fotos.

Sobre ser fotografada
Nas fotos da Joy, uma sensação totalmente diferente: não é como se me sentisse mais velha, mas me vejo mais mulher, adulta. Mais séria, mais serena…um ar maior de mistério. As cores são mais sóbrias, tem mais sombra… Eu tô no lugar mais confortável do mundo pra mim que é no meio do mato. Tem brincadeira, tem sensualidade, tem carão, tem gargalhada, tem tudo que me torna eu… mas visto por um olhar diferente, de uma mulher mais velha, de outro estado, com uma vivência totalmente diferente. Eu não a conheço tão bem, mas os 3 dias que passei convivendo com ela em Tiradentes foram suficientes pra identificá-la em cada uma das fotos também.

Sobre ser fotografada

Se eu pudesse dar uma dica pra todo mundo nessa vida é a de viver essa experiência de ser fotografada – o que pode parecer conveniente vindo de uma fotógrafa- mas principalmente pra quem fotografa outras pessoas. Vale muito a pena sair da zona de conforto, trocar de lado da câmera, se deixar ser visto e dirigido por outro alguém: É um momento que só pode trazer coisas boas!

Você já foi fotografada ou fotografado? Como foi? E o que achou do post? Me contem tudo!

Só um comentário porque muita gente perguntou nos comentários do último post: o pé tá melhor, já até viajei sem a botinha… Ainda tomando cuidado e não andando muito, mas já tô melhor, obrigada pelo carinho!

Dicas para fotografos: sobre ser fotografada

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02 04 2018

Bee Happy – Março

Bee Happy - Março

Eu não consigo definir se março voou ou se demorou séculos pra passar por aqui: Eu me lembro como se fosse ontem da ansiedade pra decidir se iria viajar mesmo ou não, mas ao mesmo tempo parece que tem anos que não consigo me locomover direito por causa do pé. Essa coisa de andar com dificuldade e de não conseguir ir onde eu quero na hora que eu quero fez o mês se arrastar e me deixou bem mais impaciente que o normal.

Me perguntei muito se faria esse  post: Já postei um milhão de fotos da viagem nos 2 posts que fiz sobre ela e não tenho outras fotos: Como vocês podem imaginar, se até andar tá difícil imaginem fotografar! A última vez que peguei na câmera pra fotografar foi pra trazer o post sobre meu planner novo… Fora isso, meu flash chegou e ainda não sei usá-lo, mas fiz várias fotos da cadeira de casa enquanto tentava entender como ele funciona… Nada muito empolgante.

Resolvi trazer o post de qualquer forma: pra não abandonar o projeto que tanto gosto e pra lembrar um pouquinho de um momento bom do mês e tentar deixar esse desanimo de lado. Aproveitei pra trazer fotos na vertical: raramente faço fotos assim, talvez pelo costume de fotografar sempre pensando no blog. Nessa viagem resolvi me forçar a lembrar desse outro jeito de fotografar e acho que consegui coisas muito poéticas no fim das contas… É legal essa coisa de experimentar novas formas de ver o mundo.

As fotos não devem estar mega agradáveis de olhar no layout, mas vez ou outra não faz mal né? Espero que gostem.
Bee Happy - Março
Bee HappyBee Happy - Março
Bee Happy - Março
Bee Happy
Bee Happy
Bee Happy
Bee Happy

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dessa vez não consigo falar muito de cada foto: É tudo um pouquinho da  poesia que encontrei em Tiradentes no início do mês de março: Uma lojinha minúscula perto da matriz que se preocupou em florir a mesa, a porta de doceria mais fofa do mundo com direito a sempre-vivas e latão de leite combinando com a paleta de cores, um cachorro curtindo a paz da porta da igreja, a bicicleta que fica em frente a uma confeitaria, o bequinho mais lindo do mundo que me levava do local das palestras pro hostel, o desalinhamento alinhado e combinadinho entre poste, portão e montanhas e por fim uma placa fofíssima.

Sinto não ter mais pra contar sobre esse mês pra contar, mas foi tudo meio parado por aqui mesmo. Não esqueçam de me contar como foi março pra vocês: O que teve de mais legal? Fotografaram muito?
Fico por aqui – preciso me arrumar pra ir no médico ver se já fico livre dessa bota ortopédica… em breve dou notícias, torçam por mim!

Bee Happy é um projeto fotográfico postado todos os meses, no qual 6 fotografias (ou mais) ilustram um resumo deles; atualmente é composto por Laís (criadora), Laryssa e Laura. Se você desejar fazer parte, será bem-vindo com alegria por nós, basta apenas entrar em contato sobre seu interesse. ❤

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29 03 2018

Foto em Pauta Tiradentes, dia 2- Quebrei meu pé!

Foto em Pauta Tiradentes - Dia 2

Contei no primeiro post sobre a viagem para Tiradentes sobre como decidi ir sozinha pro festival e mostrei um pouquinho do primeiro dia, e dessa vez vim mostrar como foi o resto da viagem – os dias 2 e 3 e sobre alguns imprevistos que rolaram durante a viagem! Preparem-se pra um post gigante! Hahahah

Foto em Pauta Tiradentes, dia 2No sábado acordei cedo pra não perder tempo: No dia anterior eu e Joy já tinhamos planejado quais palestras assistiríamos e combinamos de sair juntas pra fotografar pela cidade de manhã. Acordei no hostel e enquanto tomava café conversei bastante com o pessoal de lá – a maioria estava lá pro festival, então assunto não faltou! Fiquei um tempinho conversando, tomei um banho – já estava bem quente!- e saí com a câmera pra fotografar.

Foto em Pauta Tiradentes, dia 2
Foto em Pauta Tiradentes, dia 2Ao contrário da sexta, dessa vez tinha bastante sol e apesar de ser mais complicado andar no sol foi bem bom para fotografar: encontrei a Joy na praça principal e fomos nos perdendo pelas ruelinhas… Íamos fotografando a cidade, uma à outra, entravamos nas exposições fotográficas espalhadas pela cidade… E fomos nesse ritmo até chegar na Igreja matriz: lá paramos um pouco, fotografamos a igreja e eu principalmente a vista de lá: só depois percebi que tirei pouquíssimas fotos da igreja em si. Realmente não sou a maior fã de igrejas.
Foto em Pauta Tiradentes, dia 2
Foto em Pauta Tiradentes, dia 2Foto em Pauta Tiradentes, dia 2Quando percebemos já faltava pouco tempo pra distribuição de senhas da primeira palestra que queríamos pegar e ainda tínhamos que almoçar… corremos pra achar um restaurante e acabamos escolhendo um meio na pressa: decepcionante porque não era barato e a comida não era lá essas coisas, sabe? Mas foi rápido e comemos também rápido pra pegar a senha. Pegamos a senha e como ainda tínhamos uma hora até a palestra começar fomos atrás de uma sobremesa: escolhemos uma torta holandesa na lojinha mais fofa do mundo. Comemos e na hora que fui levantar pra ir embora… Meu joelho deslocou e caí no meio da loja. O joelho voltou pro lugar na mesma hora e se você me acompanha aqui há muito tempo sabe que isso não é nada anormal pra mim, então segui a vida normalmente hahahha.
Foto em Pauta Tiradentes, dia 2A primeira palestra era sobre processos históricos artesanais de impressão de imagem usados por fotógrafos atuais: Foi legal, mas acho que poderia ter aprofundado mais, explicado algumas coisas ao invés de só mostrar uma quantidade muito grande de processos diferentes.

Logo em seguida fomos para a segunda palestra, que foi a última que assisti e foi minha favorita: sobre os projetos Sob o nervo da noite de Lucas Gibson, que retrata a libertação pessoal em locais fechados – casas noturnas, festas fetichistas e coisas do tipo, e o Desnuda Alma, projeto da Cynthia Barros que virou livro e foi lançado lá no festival. O primeiro é incrível, com fotos muito fortes, expressivas, algumas chegam a incomodar, assustar… É um projeto incrível, sem sombra de duvidas… Mas foi o segundo que me ganhou: sinto que conhecer esse projeto e participar dessa conversa com a Cynthia valeu toda a ida pro festival.Foto em Pauta Tiradentes, dia 2

O Desnuda Alma é um livro que reúne fotografias de gente de todo tipo pelada – diz a Cynthia que não é nu porque nu a gente associa com sensual. Tem homem, tem mulher, tem idosas – a avó da autora é uma delas!-, tem criança, tem bebê, tem gay, tem lésbica, tem casal, tem de tudo. Tem foto em ambiente fechado, aberto, tem fotos do cotidiano das pessoas, tem foto em estúdio… E é uma foto mais linda que a outra. Minhas preferidas foram as mais de cotidiano mesmo: uma mãe e sua filhinha rindo no sofá da sala da casa delas, por exemplo. A delicadeza, sutileza, leveza de cada foto me fez ficar completamente apaixonada… Eu realmente amo essa coisa do nu sem o sensual (apesar de admirar muito também o sensual).Foto em Pauta Tiradentes, dia 2Depois da palestra fui pro hostel, tomei um banho e dormi um pouco porque tava muito cansada. Mais tarde saí pra jantar, fiquei presa em uma exposição por causa da chuva, jantei com Joy e voltei pro hostel: o plano inicial era ficarmos até tarde de novo, mas a chuva nos desanimou muito.Foto em Pauta Tiradentes, dia 2No domingo fui descer do beliche no hostel e como ainda não tava 100% confiante no joelho desci usando a outra perna… resultado? Virei o pé e fiquei com uma dorzinha chata que não me deixou fazer muita coisa, mas ainda saí, encontrei a Joy pra despedir, andamos mais um pouco, passamos em umas lojinhas – dessa de doces eu trouxe um doce de leite incrível!, tomamos um milk shake num lugar fofíssimo e aí fui pra rodoviária começar a saga de voltar pra casa. No dia seguinte o pé não tinha melhorado e fui pro médico descobrir que eu tinha quebrado o quinto metatarso! Fiquei quase duas semanas em casa e agora ainda estou usando a bota ortopédica pra sair até hoje.. Segunda que vem volto no médico e dou mais notícias!

Apesar dessa loucura toda de deslocar o joelho e quebrar o pé, a viagem foi incrível! E conseguir passar por tudo isso numa boa durante a minha primeira viagem sozinha deixou muito claro pra mim que eu consigo passar por qualquer coisa, foi pra perder o medo de viajar sozinha mesmo, sabe? Acabou sendo tudo incrível no fim das contas, e já tô ansiosa pro foto em pauta de 2019!

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26 03 2018

Planner Realize, Donna Rita – adaptando meu Bullet Journal

Planner Realize - Donna Rita

Vocês já viram por aqui que faço parte do Time Criativo de parceiras da lojinha de papelaria mais linda do mundo também conhecida como Donna Rita, não é? Demorou – foi difícil conciliar a rotinas, teve e-mail que não chegou, greve de correios e tudo que vocês puderem imaginar nesse meio, mas semana passada finalmente recebi meu Planner Realize versão leve pra usar, organizar meu ano, realizar e concretizar muitos dos meus planos e claro, mostrar tudinho aqui pra vocês!

Quando o planner chegou e abri a caixinha eu já quase morri de amores – um cheirinho gostoso, muito plástico bolha pra proteger tudo (e ser bem feliz estourando depois) e aquela certeza de que tudo foi feito com muito carinho, sabe? Meu planner tem a cor mais linda do mundo, estampa de gatinhos, meu nome e o nome do blog – aquelas coisinhas simples que por serem personalizadas fazem a gente se sentir especial! Além dele eu recebi um caderninho de presente e vários marca-páginas, adesivos e cada coisa mais fofinha que a outra. Amei!
Planner Realize 2018-2Quando contei pra amigos que receberia o planner, logo me perguntaram: “mas e o bullet journal?”… Rolou super uma preocupação por eu largar meu caderninho porque sou daquelas que fez uma super propaganda já que o método funcionou muito bem pra mim…

A palavra chave tá exatamente aí: método! Nesse post explicarei um pouquinho de como estou fazendo essa mudança e adaptação. O planner realize versão leve, que é essa minha, é todo cinza e bem simples, então eu tenho muita liberdade pra usar, colorir, decorar da forma que funcionar melhor pra mim.

Sobre o Planner Realize 2018, Versão Leve:

 

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Muitas das coleções que eu fazia no bullet journal estão presentes no planner: controle financeiro mensal, log mensal, calendário anual, página pra planos e metas… E além disso ele tem muitas coisas que eu não usava no bullet journal mas já queria começar a usar há tempos: Mood tracker (ou controle/acompanhamento de hábitos), avaliação mensal, controle de livros e filmes lidos/vistos ou para ver/ler, controle de compras pela internet, datas importantes divididas por mês… Tem muita coisa legal!

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Algumas das minhas coisas favoritas desse planner são: O log semanal – agendas nunca funcionaram bem pra mim porque não gasto uma folha inteira/meia folha por dia e ficava com dó de tanto espaço em branco; além disso, ter uma visão de como será a semana é super útil!.

Também amei as páginas “sonhe, planeje, realize!” que são como guias para dividir grandes metas em pequenos passos – assim fica mais fácil! – e ajudam muito na hora de realizar e visualizar tudo o que você já conseguiu e tudo o que ainda precisa pra realizar aquela meta. E algo muito importante pra mim: No final do planner e nas quebras de semana tem várias páginas pontilhadas! Assim consigo trazer tudo que tinha no meu bullet journal e ter tudo que preciso no meu planner! Já comecei a usar essas páginas, mas isso mostro pra vocês num post futuro!
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Mas porque trocar o caderninho pelo planner?

Tá, ok Laura, a gente já entendeu que você vai fazer uma mistureba entre planner e bullet journal, mas o que te levou a isso? Porquê?
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Bom, essa foi uma decisão pensada de acordo com como eu usava o bullet journal, como eu queria começar a usar, em coisas que eu quero mudar na minha vida e em mil outras questões. É algo muito legal de se pensar nessa coisa de se organizar e se tornar mais produtivo – afinal, esse é o objetivo, né? Tem que ser o que funciona melhor pra você! Simplificando bastante:

– Eu nunca decorei muito meu bullet journal, porque o tempo disponível para usá-lo eu gastava tornando-o útil, ou seja: escrevendo o planejamento diário, desenhando os spreads mensais/semanais/diários.

– O único momento que eu me permitia ser mais criativa no meu BuJo era no início de mês, quando reservava um momento pra fazer uma página do mês bem bonitinha, pensadinha, desenhadinha. Era meu momento favorito de usar o BuJo

– Uma das minhas grandes metas desse ano é ser mais criativa: desenhar mais, escrever mais, fotografar mais, praticar a criatividade mesmo (sim, praticar a criatividade! Isso não devia soar estranho!)

Juntando isso tudo com a oportunidade de ter o planner da Donna Rita eu decidi: vou passar pro planner. Assim, já tendo layouts e spreads prontos eu posso brincar mais com a criatividade na hora de decorar. A versão do planner tem um tamanho e peso ótimos pra carregar na bolsa, tem quase tudo que eu usava no bullet journal e até mais e tem páginas que me permitem  acrescentar tudo o que falta… Perfeito pra mim!

Agora a ideia é brincar com a decoração mesmo: Esse mês ele chegou em um momento corrido e bem atípico – não contei por aqui, mas tô de pé quebrado! No próximo post explico melhor!- e acabei decorando só com frasezinhas e marca-texto mesmo, mas quero brincar um pouquinho com temas e muito mais a partir de agora!

Me acompanhem lá no instagram pra ver tudo que ando aprontando, votar em temas no stories, me dar dicas e tudo o mais! Aproveitem pra me contar aqui nos comentários: Vocês usam planner ou bullet journal? Já experimentaram misturar os dois assim? Querem tentar ago do tipo? E claro: O que acharam desse post e o que mais querem ver sobre o planner? Me contem tudo!

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Não deixem também de acompanhar a Donna Rita nas redes sociais:

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22 03 2018

Viajando sozinha: Festival de Fotografia de Tiradentes

Festival de Fotografia de Tiradentes

Era um dos últimos dias de fevereiro quando a Joy me procurou falando que ia pro Festival de fotografia de Tiradentes mas que antes passaria aqui por BH, perguntando se eu não animava encontrar e passear com ela por aí. De primeira animei, combinei com ela… E nem pensei muito no Festival. Aí a diretora do curso de fotografia falou do festival também e colocou preço pra passar uma noite em uma pousada… Aí veio aquela sensação “E se eu for?”.

Nos últimos dois anos tinha visto sobre o festival e morrido de vontade de ir, mas  parecia algo muito distante – ter grana pra ir, companhia, coragem e tudo o mais. Esse ano eu tô numa onda mais de tentar e fazer acontecer mesmo, sabe? Aí falei: Vou pesquisar preço de tudo, se não der esse ano eu já tenho uma base pro ano que vem. Aí comecei a pesquisar… E de repente descobri que tava super possível de ir. Achei hospedagem por 60,00 a noite, passagem não é tão absurdamente cara assim… E de repente fui fazendo as contas e me dei conta que dava pra ir.Festival de fotografia - TiradentesA decisão demorou pela insegurança de ir sozinha: principalmente ir sozinha e ficar em um hostel. Não sou a pessoa mais sociável e comunicativa do mundo, nunca tinha ficado em um hostel, nunca tinha viajado sozinha. Pensar nisso me dava uma ansiedade absurda, mas também uma vontade muito grande de me testar, ver como seria. Sempre gostei de almoçar em restaurantes sozinha, ir ao cinema… porque seria diferente com viajar? Comprei passagem, reservei o hostel, e falei: tô indo.

Festival de fotografia de TiradentesEsse semestre não tenho aulas às sextas-feiras, e por isso saí daqui sexta de manhã cedinho. Em BH peguei um ônibus pra São João Del Rei e de lá um pra Tiradentes: Isso tudo deu mais ou menos 4 horas de viagem… São João é bem pertinho de Tiradentes e não sei porque não tem ônibus direto daqui pra Tiradentes. Assim que desci do ônibus já fiquei apaixonada: Que cidade lindinha! Cheguei e fui logo encontrar a Joy pra almoçar porque tava MORRENDO de fome, e cada passo que eu dava pela cidade eu me apaixonava mais.Festival - blog-4Eu tenho uma relação de amor e ódio com cidades históricas: Não sou a maior fã de Ouro Preto, não curti muito Congonhas também… Mas Diamantina é a cidade paixãozinha da minha vida e agora Tiradentes entrou pra lista também. Amo que nas duas você tá andando por uma ruazinha cheia de casinhas históricas lindas e no fundo tem uma serra linda. Nesse primeiro dia estava bem chuvoso e a serra estava cheia de neblina… Eu não conseguia parar de olhar e fotografar e morrer de amores.

Festival de fotografia de TiradentesNesse primeiro dia almoçamos, fui pro hostel fazer check-in, os donos me mostraram direitinho como tudo funcionava, deixei minhas coisas lá e saí logo em seguida pra fotografar: Mesmo com a chuva eu queria aproveitar cada momento lá. Fiquei mais de uma hora andando pela cidade, fotografando, me encantando com cada bequinho, visitando as exposições que estavam espalhadas pela cidade. Depois fui para o local onde estavam rolando as palestras- o centro cultural Yves Alves: peguei metade de uma palestra com um ambientalista, uma sobre dois projetos fotográficos – Memento e Conexão São Paulo -Lagos e uma que foi o documentário Prelúdio da Fúria, de Gilvan Barreto e uma discussão sobre ele: simplesmente incrível!

Festival - blog-9
Festival - blog-12
Festival - blog-15
Festival - blog-16Festival - blog-5Depois disso saí com a Joy pra comer algo, rodamos um pouquinho pela cidade, achamos a Rachel – prima do pai do João que também é fotógrafa e no fim das contas ficamos até quase 2:00 da madrugada sentadas em um barzinho comendo e conversando sobre fotografia e projetos fotográficos, fotografia de mulheres, sonhos, planos… Um daqueles momentos que vai ficar na memória. Depois disso voltei pro hostel e estava rolando uma festinha lá no “quintal”, mas eu já estava bem cansada e o plano era acordar cedo no dia seguinte, então fui dormir.Festival de Fotografia Tiradentes por Laura NolascoDurante a viagem tentei gravar um vlog e apesar de não estar 100% contente com ele resolvi postar: Feito é melhor que perfeito, né? Se eu só postar quando ficar perfeito o canal nunca volta à ativa. Aceito críticas, sugestões, dicas… Pra uma primeira tentativa até que fiquei feliz! Logo logo trago pra vocês como foram o segundo e o terceiro dias dessa viagem – garanto muita emoção! Hahahahah… Até lá, me acompanhem lá no canal que quem tá inscrito vai ver o vlog antes! Espero que gostem!

Diário de viagem - Festival de fotografia de Tiradentes

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