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1 de novembro de 2014
Ainda bem que tem gente que não julga o filme pelo nome. Em um dia lindo e ensolarado – talvez ensolarado até demais- eu, meu namorado e dois amigos saímos da escola e fomos pro cinema. O plano inicial era assistir “Se eu ficar”, mas os meninos não concordaram e aí começou a bagunça pra decidir o filme. De animação a terror, todos os filmes passaram pelo julgamento e o único que ninguém discordava mas só o Matheus concordava era um que tinha “musical” na descrição e um nome que eu não gostei nadinha. “Tá, sozinha eu não assistiria, mas se vocês toparem tá ótimo”…  Aí ele usou o argumento “Adam Levine” e convenceu nossa amiga… pronto, filme decidido hahah.
Logo nas primeiras cenas de “Mesmo se nada der certo” minha ideia sobre o filme já começou a mudar. Um barzinho de New York com cara de aconchegante e música ao vivo- clima que eu adoro.

O filme conta a história de Gretta, uma cantora e compositora que se muda para Nova Iorque com o namorado Dave, que também é músico e está em ascensão. Com a fama, Dave começa a mudar e eles acabam se separando. Gretta então vai para a casa de Steve, um amigo deles que também é músico e sobrevive com moedas que consegue cantando nas ruas da cidade. Em um dia qualquer, Gretta e Steve saem e ele acaba forçando-a a cantar em um barzinho. Por acaso, Dan, um produtor musical quase falido e indignado com a música pop/comercial, estava bebendo nesse bar e ao ouvir Gretta cantar enxerga nela um talento a ser trabalhado. 
Da união destes dois apaixonados pela música em sua essência nasce a ideia de gravar um disco ao ar livre pelas ruas de Nova Iorque, captando todos os sons da cidade. Para concretizar este projeto, muitas outras pessoas apaixonadas pela música se envolvem, como a filha de Dan, Violet, sua mãe Miriam, músicos de rua e até Cee-Lo Green faz sua aparição.  
Os personagens me encantaram muito, em especial Dan. O jeito largado e intenso do personagem conseguiu me conquistar. Gretta também tem um estilo meio indie e é super doce e sonhadora, o tipo de personagem que adoro. 

O cenário de rua de Nova Iorque dá um tom bem indie e livre ao filme, e isso me fez lembrar um pouco de (500) Days of Summer e de Nick and Norah’s infinite playlist, dois filmes que adoro.
Sobre ser um “musical”, o filme me surpreendeu muito: A história gira em torno da música e da influência dela na vida das pessoas e está presente em cada minuto do filme, mas de uma forma super natural e gostosa. A playlist eu deixo aqui para vocês curtirem um pouquinho ♥
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